O TURISMO DE SAÚDE E BEM-ESTAR

Susana Maria Pereira da Silva

Volume de negócios


O segmento do turismo termal ocupa uma posição bastante residual no total das receitas da atividade turística global, representando cerca de 0,2% do total em 2008.
Desde o ano 2000 a esta parte os proveitos do termalismo têm registado algumas oscilações, contudo, apresentam uma evolução média positiva (4%), embora mais moderada nos últimos anos mas situando-se nos 6% até 2007 e em terreno negativo em 2008 (-15,3%) (figura 13). Os proveitos médios por pessoa, após uma tendência francamente positiva até 2007, registaram um pico negativo em 2008 (-8,5%), já recuperado em 2009, cuja média anual se cifra nos 6,2%, uma tendência inversamente proporcional à trajetória, negativa, do número de inscrições.

As termas de S. Pedro do Sul auferem os maiores proveitos em 2009 (5.240.000€) mantendo a posição cimeira ocupada há muitos anos mas, recuperando (+16,2%) do decréscimo registado em 2008 face a 2007 (-15,9%), por contraponto às termas de Carvalhelhos, que registam os proveitos totais mais baixos do conjunto, na ordem dos 1.000€ e médios de 43,4€ por pessoa. As Caldas da Felgueira registaram o maior proveito médio por pessoa (379,3€, com uma média de 363€ nos últimos 3 anos), seguida das Termas da Curia (334,1€). Aspetos que revelam as diversas assimetrias que existem entre as estâncias portuguesas.

O emprego na área termal no total do emprego no setor do turismo é residual. Contudo, o emprego termal tem apresentado uma tendência crescente, 19,7% na última década. Em 2002 atingiu um máximo de 1815 indivíduos (figura 15), justificado em muito pelo aumento do seu período de funcionamento, das necessidades de resposta às novas valências que vêm incluindo nos seus serviços e sobretudo pelo aumento da qualidade dos mesmos. Já em 2007, com 1460 funcionários, registou-se um decréscimo de 9,1% (146) em relação a 2006.

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