A visão estratégica do Terceiro Setor, sua formação e atuação na gestão de projetos sociais: Um estudo de caso na Fundação Arte de Educar Amazônia.

A visão estratégica do Terceiro Setor, sua formação e atuação na gestão de projetos sociais: Um estudo de caso na Fundação Arte de Educar Amazônia.

Vanessa Mesquita De Souza

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ESTUDO DE CASO

Com base nos estudos bibliográficos foi desenvolvida uma pesquisa de campo com intuito de levantar informações sobre este setor, e como uma empresa inserida nele projeta-se neste mercado.

Através da pesquisa bibliográfica foi possível entender como as organizações deste setor estruturam-se nele, e como as mesmas se conformam as leis que as rege. Não necessário uma pesquisa de amplo alcance para responder o questionamento deste estudo, pois não seria relevante um levantamento das empresas que atuam neste setor, para averiguar suas legalidades.

A empresa objeto de estudo encontra-se devidamente legalizada e registrada, o que foi não comprovado pelo instrumento da pesquisa, mas também verificado e comprovado em loco.

A Fundação Arte de Educar Amazônia desenvolve todos os seus projetos dentro da Creche Casulo, fato este confirmado quando da visita no local. Hoje a fundação já possui o titulo de OSCIP em função desta atividade dentro da creche.

Pode ser constatado que não existe outro campo de atuação desta fundação que não seja a Creche Casulo.

A Fundação possui em seu quadro de funcionários o total de 20 pessoas que estão diretamente ligadas ao corpo técnico e funcional da Fundação, dentre estes foram entrevistados o total de 3 (três) pessoas que representam a coordenação da Creche Casulo, sendo 67% (sessenta e sete por cento) possui a faixa etária entre 18 a 25 anos e 33% (trinta e três por cento) está inserido entre 36 a 40 anos. A idade mínima para ser estagiário dentro da Fundação é de 18 anos, seguindo assim a mesma legislação trabalhista que rege as empresas privadas. Dentre os dados coletados referentes ao tempo de serviço 67% (sessenta e sete por cento) trabalham na Fundação de 0 a 12 meses e 33% (trinta e três por cento) estão entre 37 a 48 meses

Analisando os dados coletados no gráfico 2 constata-se que 2 (duas) pessoas responsáveis da coordenação da Fundação são do sexo feminino representando 67% (sessenta e sete por cento) do total dos entrevistados e apenas 1 (um) pessoa do sexo masculino correspondendo 33% (trinta e três por cento). No gráfico 2 no que se refere a escolaridade, 67% (sessenta e sete por cento) possuem o curso superior completo e 33% (trinta e três por cento) corresponde ao ensino médio completo, o que nos demonstra que uma das exigências da fundação para seleção de profissionais é o ensino médio completo.

Referente ao gráfico 3 pode-se observar do total de 3 (três) pessoas entrevistadas da coordenação todos são funcionários da Fundação. O que representa um ponto positivo, pois como funcionários contratados a dedicação para a empresa é praticamente exclusiva, pelo menos dentro das horas laborais previstas no regime de trabalho ao qual foram contratados.

Do universo de entrevistado na gestão a resposta “sim” foi unanime, é visível que os gestores possuem conhecimentos sobre estratégias de negócios, pois as estratégias de uma organização são definidas a partir da missão, o que se torna de extrema importância para uma organização, é através da missão que a organização deverá traçar seus objetivos e metas no qual pretende alcançar, do total de pessoas entrevistadas da coordenação pode-se observar que 100% (cem por cento) das respostas afirmam que a missão da ONG é o principal proposito a ser atingido.

A missão funciona como o propósito orientador para as atividades da organização e para aglutinar os esforços dos seus membros. Serve para clarificar e comunicar os objetivos da organização, seus valores básicos e a estratégia organizacional. Cada organização tem a sua missão própria e específica. A missão pode ser definida em uma declaração formal e escrita, o chamado credo da organização, para que funcione como um lembrete periódico a fim de que os funcionários saibam para onde e como conduzir o negócio. Chiavenato, (2005, p.63).

No gráfico 5 todos os 3 (três) entrevistados responderam “sim”, para segunda pergunta do questionário, onde analisa-se que os projetos elaborados dentro da Fundação tem como principal objetivo cumprimento da missão, deste modo.

No questionamento seguinte, foi indagado sobre o planejamento estratégico da Fundação, onde os resultados obtidos foram “sim”, a Fundação realiza planejamento estratégico para dar diretrizes aos seus projetos sociais, a empresa que planeja estrategicamente consegue se diferenciar dos concorrentes no mercado, visto que as estratégias definem a estrutura e os processos internos com o objetivo de obter os resultados planejados.

O planejamento estratégico pode contribuir significativamente para que as organizações do Terceiro Setor realizem o seu potencial, seja pela reflexão adequada quanto ao verdadeiro propósito da organização, pela leitura apropriada do ambiente e suas possibilidades, pela construção de uma visão de futuro que possa mobilizar recursos, pela clarificação dos seus objetivos ou pelo alinhamento e integração das ações desenvolvidas. Voltolini (2003, pág. 45).

Houve uma unanimidade na resposta onde 100% (cem por cento) dos entrevistados informaram que a ONG não possui dificuldades para elaboração dos projetos, isto demonstra que a mesma elabora não apenas o seu planejamento estratégico como também tem controle do gerenciamento da Fundação e dos que nela estão inseridos

As organizações não governamentais podem ser constituídas como associações ou fundações o que as diferencias são as leis no qual estarão sendo regidas e sua forma de atuação, entretanto as fundações necessitam de um patrimônio para serem constituídas e possuir um capital para o seu funcionamento, é uma das maneiras é captação de recursos que podem ser através de parcerias com o governo Municipal, Estadual e Federal, convênios, doações e outros.

Diante do objeto pesquisado todos os coordenadores responderam que a captação de recursos é a principal meta da Fundação, tendo 100% (cem por cento) de respostas positivas.

As organizações sem fins lucrativos não têm “lucros”. Elas têm a tendência de considerar tudo aquilo que fazem como justo, moral e a serviço de uma causa; assim, não se mostram dispostas a dizer, caso alguma coisa não produzam resultados, que seus recursos devem ser redirecionados. Peter Drucker (2009, pág. 07)

As organizações não governamentais são regidas pelo Código Civil Brasileiro onde para serem constituídas devem ser enquadradas conforme sua área de atuação dentro deste Código Civil. A Fundação objeto desta pesquisa encontra-se registrada e adequada no Código Civil regente conforme a Lei 10.406/02 arts. 62 a 69 (fundações), fato este que não se compra apenas pelas 3 (três) respostas serem positivas como também o fato de a Fundação ter o titulo de OSCIP.

Dos que foram entrevistados obteve-se 100% (cem por cento) de “sim”, a fundação divulga a sua prestação de conta de forma transparente e legal, fato este que contribui para o crescimento, desenvolvimento da fundação, pois a empresas que contribuem com os recursos para as ONGs buscam confiabilidade e transparência tantos nos projetos elaborados como na prestação de contas da mesma.

Alguns administradores do setor filantrópico enfrentam problemas de oferecer serviços em comunidades que podem ser hostis a “forasteiros” e que desconfiam de organizações que tentam implementar programas em seu território. Kathleen (2005, pág.114)

Do total de entrevistados obteve-se 100% (cem por cento) de respostas “sim”, a fundação realiza reuniões com o voluntariado com o objetivo não somente de avaliar o desenvolvimento do mesmo dentro da fundação como analisar o ponto de vista do voluntario em relação à fundação.

A fundação conta com um corpo técnico funcional e de coordenação, entretanto as decisões são avaliadas não somente pelos cargos de diretoria, existe um conselho no qual estão diversos representantes, o processo de tomada decisões é feito atendo a necessidade da fundação, fato este comprovado pela questão 9 (nove) no qual todas as respostas foram “não”

Diante do disposto todos os entrevistados responderam que “sim”, o voluntariado também tem participação no processo decisório, pois os voluntários que participam da fundação são pessoas que estão inseridos dentro da comunidade.

A comunidade atendida pela fundação participa dos projetos na Creche Casulo, diante do questionamento todos os entrevistados responderam que “sim”, o, a comunidade deve participar nos processos decisórios principalmente as questões relacionadas aos projetos sociais.

Tratando se processo de avaliação pode-se dizer que, dentro de uma organização seja ele com ou sem fins lucrativos deve existir a analise dos processos executados assim como as atividades e serviços executados por determinado setor ou pessoa responsável pelo mesmo, no gráfico 15 observa-se que 100% (cem por cento) das respostas foram “sim”, a fundação tem um processo para avaliar tanto a coordenação como os voluntários.

No gráfico 16 todos os entrevistados responderam que a fundação possui um processo de avaliação nos projetos elaborados, a mesma planeja e controla os projetos sociais.

Uma das características das organizações do terceiro setor é a participação do voluntariado, grandes partes das ONGs contam com apoio de mão-de-obra voluntaria, ou seja, que não recebem remuneração pelo trabalho, cada organização possui um processo de recrutamento de voluntários, pode-se observar que na Fundação Arte de Educar também existe um processo de recrutamento, onde 100% (cem por cento) dos entrevistados responderam “sim”.

Grande parte das ONGs conta com apoio de terceiros para manutenção e sobrevivência da organização, os recursos podem ser através pessoas físicas, jurídicas, próprios ou recursos do governo (municipal, estadual e federal), diante do disposto dos levantados juntos aos entrevistados pode-se percebe que 25% (vinte e cinco por cento) dos seus recursos da fundação são próprios, 25% (vinte e cinco por cento) doações de empresas privadas, 25% (vinte e cinco por cento) doações de pessoas físicas e 25% (vinte e cinco por cento) refere-se a outros tipos de recursos como os editais públicos.

Uma diferença clara é a instituição sem fins lucrativos ter vários “lucros” e não apenas um. Na empresa, você pode debater se o lucro é de fato um bom critério de medição; pode não ser em curto prazo, mais é definitivo em longo prazo. Mas na gerencia de uma organização sem fins lucrativos, não existe esse determinante. Você lida com equilíbrio, síntese, uma combinação de critérios de desempenho. Peter Drucker (2009, pág. 12).

A pesquisa objeto deste estudo não se estendeu apenas a gestão da fundação, mas também ao corpo técnico, onde foram entrevistados o total de 9 funcionários com o intuito de analisar como os mesmo avaliam o processo de gestão da Fundação, considerando como indicadores uma escala de insatisfatório, regular, bom, excelente e não existe, o objetivo deste indicadores é medir o grau de satisfação dos funcionários da ONG em relação ao processo de gerenciamento dos projetos e o cumprimento dos seus objetivos.

Do total de entrevistados observa-se que 34% (trinta e quatro por cento) estão na faixa etária de 18 a 25 anos de, 33% (trinta e três por cento) possui entre 26 a 30 anos, 22% (vinte e dois por cento) estão inseridos na faixa etária de 36 a 40 anos e 11% (onze por cento) correspondem a 31 a 35 anos de idade.

No gráfico que corresponde ao período (tempo de serviço) dos colaboradores 11% (onze por cento) dos entrevistados trabalham na fundação de 0 a 12 meses, 45% (quarenta e cinco por cento) de 13 a 24 meses, 22% (vinte e dois por cento) corresponde ao período de 25 a 36 meses, 22% (vinte e dois por cento) dos entrevistados estão na fundação mais de 61 meses, no intervalo do período de 37 a 60 meses não se obteve resposta.

Analisando os dados coletados 9 (nove) dos entrevistados que representam 67% (sessenta e sete por cento) são do sexo feminino e 33% (trinta e três por cento) masculino, no gráfico referente ao grau de instrução percebe-se que a maior parte dos entrevistados possui o nível superior incompleto o que corresponde a 56% (cinquenta e seis por cento) das respostas obtidas, dos demais entrevistados 22% (vinte e dois por cento) tem o curso superior, 11% (onze por cento) o ensino medico completo e 11% (onze por cento) dos entrevistados responderam no quesito escolaridade a opção outros, o que não foi mensurado nesta pesquisa

Diante do disposto a maioria dos entrevistados possui o vinculo de funcionários com a fundação obtendo-se 78% (setenta e oito por cento) das respostas e 22% (vinte e dois por cento) estão vinculados à fundação como estagiários.

Todos os entrevistados responderam que a fundação possui voluntários inseridos em suas atividades, o que corresponde a 100% (cem por cento) das respostas obtidas.

No gráfico 23, do total dos entrevistados podemos analisar que grande parte das respostas coletas com relação ao apoio, recrutamento, valorização e capacitação do voluntário dentro da fundação foram considerados “bom”, sendo 78% (senta e oito por cento) consideram “bom” o apoio da ONG ao voluntariado, 11% (onze por cento) conceituaram como excelente e 11% (onze por cento) informaram que não existe apoio da fundação para o voluntariado.

Quanto ao quesito recrutamento dos voluntários 67% (sessenta e sete por cento) consideram “bom”, 22% (vinte e dois por cento) regular e 11% (onze por cento) afirmam ser excelente a maneira pela qual a fundação realiza o recrutamento dos voluntários.

No que diz respeito a valorização dos voluntários 89% (oitenta e nove por cento) dos entrevistado consideram “bom” e 11% (onze por cento) excelente a valorização dos voluntários, visto que estes são importantes para as organizações não governamentais, é através do trabalho desenvolvido pelo voluntariado que o terceiro setor deixou de ser considerado apenas como setor da filantropia.

Entretanto não basta apenas recrutar, apoiar e valorizar estes voluntários as ONG buscam cada vez capacitar, isto quer dizer treinar a equipe e as lideranças, neste questionamento se obteve 56% (cinquenta e seis por centos) dos entrevistados consideram “bom” os treinamentos ofertados pela fundação, 33% (trinta e três) acham “excelente” e 11% (onze por cento) informaram que não existe treinamento ofertado pela fundação.

A missão funciona como o propósito orientador para as atividades da organização e para aglutinar os esforços dos seus membros. Serve para clarificar e comunicar os objetivos da organização, seus valores básicos e a estratégia organizacional. Cada organização tem a sua missão própria e específica. A missão pode ser definida em uma declaração formal e escrita, o chamado credo da organização, para que funcione como um lembrete periódico a fim de que os funcionários saibam para onde e como conduzir o negócio.

Diante do conceito citado acima e da relevância da missão dentro de uma organização observou-se que grande parte dos entrevistados 67% (sessenta e sete por cento) consideram “excelente” o desenvolvimento da missão da ONG e apenas 33% (trinta e três por cento) analisam como “bom”.

O recrutamento de funcionários realizado dentro da fundação foi conceituado como 67% (sessenta e sete por cento) “bom” e 33% (trinta e três por cento) excelente, a organização seja com ou sem fins lucrativos, realizam o processo de seleção para integrar pessoas dentro da organização para determinados setores, porém na basta apenas recrutar é necessário um processo de treinamento e capacitação do pessoal.

Dos dados analisados nos indicadores de satisfação 45% (quarenta e cinco por cento) declaram como “bom” a disponibilização de treinamento para os funcionários, 45% (quarenta e cinco por cento) “excelente” e 22% (vinte e dois por cento) acham “regular”.

Analisando a quarta questão feita aos entrevistados se observa que 78% (setenta e oito por cento) dos entrevistados consideram “excelente” e 22% (vinte e dois por cento) acham “bom”, que o treinamento é importante para o desenvolvimento da missão da ONG.

Três tipos de treinamentos são necessários para promover a liderança do setor filantrópico: treinamento administrativo; iniciativas para proporcionar um panorama abrangente do setor como um todo; e treinamento planejado para gerar um senso de visão sobre como fazer o setor funcionar mais efetivamente no futuro. Kathleen (2005, pág.113)

No gráfico 26 os entrevistados responderam que consideram “excelente” o apoio dado pela fundação aos seus funcionários o que corresponde a 44% (quarenta e quatro por cento) e 56% (cinquenta e seis por cento) conceituaram como “bom”, fato este que demonstra que a fundação apoia e incentiva os seus colaboradores de forma que isto contribua para o seu crescimento pessoal e profissional.

Com relação ao comprometimento dos membros da ONG 78% (setenta e oito por cento) avaliaram como “bom”, 11% (onze por cento) acham excelente e 11% (onze por cento) regular. Considerando membro como todos os que fazem parte da fundação desde a diretoria até o corpo técnico e funcional da organização.

As organizações não governamentais para existirem precisam elaborar projetos sociais que possam atender problemas na comunidade seja este, sanitário, educação, religioso e outros, logo, analisando os dados coletados 44% (quarenta e quatro por cento) dos entrevistados avaliaram como “excelente” os projetos que a fundação desenvolve e 56% (cinquenta e seis por cento) “bom”, ou seja, se percebe que a Fundação Arte de Educar consegue atender a comunidade com os projetos que são desenvolvidos.

[...] procura-se orientar as pessoas interessadas em fundar uma Organização Não Governamental sem fins Lucrativos (ONG), seja ela de finalidade ambiental, social, cultural, entre outras. Basta ter como objetivo o desenvolvimento de atividades de interesse publico

Em relação ao planejamento estratégico no gráfico 26, desenvolvido pela fundação para realização dos projetos 56% (cinquenta e seis por cento) dos entrevistados conceituaram como “bom” e 44% (quarenta e quatro por cento) acharam “excelente”

As organizações não governamentais contam com a parceria e recursos de terceiros para o desenvolvimento dos projetos e continuidade da ONG, analisando os dados 89% (oitenta e nove por cento) consideram “bom” a contribuição de empresas parceiras com a fundação e 11% (onze por cento) avaliaram como “excelente”.

Dentre os trabalhos desenvolvidos por estas organizações através dos projetos sociais é necessário que haja um processo de tomada de decisões seja ela de curto ou em longo prazo, o envolvimento dos participantes dentro deste processo dependerá da organização, diante dos dados coletados 67% (sessenta e sete por cento) avaliaram como “bom” a participação dos membros nas tomadas de decisões, 33% (trinta e três por cento) “excelente” e 11% (onze por cento) “regular”.

Tratando-se do indicador liderança 56% (cinquenta e seis por cento) avaliaram como “bom” e 44% (quarenta e quatro por cento) “excelente” a liderança da fundação, visto que, são os lideres os principais motivadores de uma organização, pois um líder segundo Drucker (2009) precisa ser criativo e inovador.

A tarefa mais importante do um líder de uma organização é prever crise. Talvez não evitá-la, mas prevê-la. Esperar até que a crise chegue já é desistir. É preciso tornar a organização capaz de prever a tempestade, resistir a ela, na verdade, estar diante dela. Isto é chamado de inovação, de renovação constante. Peter Drucker (2009, pág. 07)

Logo se faz necessário um processo de avaliação dos gestores que se encontram a frente da fundação ou associação, por meio de um processo de avaliação pode-se mensurar a satisfação dos colaboradores em relação a gestão da coordenação. Após os dados coletados 67% (sessenta e sete por cento) dos entrevistados consideram “bom” o processo de avaliação da gestão da coordenação, 22% (vinte e dois por cento) “excelente” e 11% (onze por cento) “regular”.

As organizações não governamentais contam com apoio de terceiros na arrecadação de recursos financeiros para execução dos projetos sociais, as ONGs tem por objetivo atuar onde o governo deixa lacunas, por isso este segmento depende das doações de pessoas físicas, jurídicas, empresas privadas e publicas, ou de convênios e parceiras com o governo, os dados coletados nos mostram que 78% (setenta e oito por cento) avaliam como “insatisfatório” o apoio do governo com a Fundação Arte de Educar, 11% (onze por cento) acham “regular” e 11% (onze por cento) não conseguem visualizar este incentivo do governo com a instituição.

No gráfico 35, também se pode fazer uma avaliação da contribuição das empresas parceiras para a Fundação onde se obteve 67% (sessenta e sete por cento) dos entrevistados acham “bom” as doações das empresas parceiras e 33% (trinta e três por cento) consideram “excelente”.