O TURISMO DE SAÚDE E BEM-ESTAR

Susana Maria Pereira da Silva

Compatibilização do quadro geral dos objetivos estratégicos com o Plano de Ação

As relações entre as medidas do plano de ação e o quadro de objetivos são diversas, por isso, a pertinência de cada medida para a concretização dos objetivos gerais e específicos propostos desenha-se numa matriz relacional (quadros 48 e 49) onde se pretende identificar qual a contribuição de cada ação para cada um dos objetivos propostos.
Esta compatibilização revela que a maior parte das ações do eixo I são estruturantes à concretização dos objetivos gerais e basilares, nomeadamente no que diz respeito à reafirmação e consolidação do destino termas e territórios termais nos circuitos turísticos regionais e à consolidação da identidade da região TCP e dos territórios termais como destino turístico de saúde e bem-estar, e de objetivos específicos, nomeadamente na criação de uma oferta diferenciada e diversificada, que prime pela originalidade e qualidade de excelência e de uma imagem turística atrativa.   


Compatibilização do Plano de Ação com cada estância termal


O plano de ação atrás apresentado trata-se da abordagem geral. Tendo em conta que se pretende que a estratégia seja territorializada, elaborou-se um mapa da aplicabilidade de cada medida e ação a cada realidade específica onde se pode verificar quais as linhas orientadoras mais pertinentes e urgentes para cada estância termal (quadros 50 e 51). As prioridades de cada medida e ação foram definidas tendo em conta a realidade de cada estância termal e as suas principais carências verificadas in situ e transmitidas pelos gestores/administradores tanto através dos questionários como das entrevistas realizadas.
Estes quadros permitem uma leitura ao nível das falhas e das linhas orientadoras já que a definição dos níveis de prioridade permite subentender quais os principais constrangimentos inerentes a cada estância termal e apontar caminhos a seguir no sentido de fazer face ou até mesmo suprimir as vulnerabilidades e maximizar as potencialidades de cada uma, tendo como base o plano elaborado a priori.
Note-se que apenas se apontam direções e não soluções para todos os problemas, assim como não se pretende a generalização e a delineação de um produto com características similares uma vez que há medidas e ações que são mais pertinentes e ajustadas a umas estâncias do que a outras. Cabe às estâncias termais, face aos caminhos apontados, encontrarem pontos que possam destacar e oportunidades a aproveitar, de modo a que construam uma oferta diferenciada e atrativa capaz de ser percebida pelo cliente como algo distinto e único, de ser competitiva e rentável em moldes sustentados e sustentáveis.
No seio dos três eixos deste plano de ação destacam-se um conjunto de medidas com um nível de prioridade elevada para as estâncias da região TCP:

Estas medidas afiguram-se como estruturantes para dotar estas estâncias termais de argumentos competitivos no seio do turismo de saúde e bem-estar em particular e do turismo em geral.
Este conjunto de orientações, com diferentes aplicabilidades e prioridades conforme as estâncias termais, basearam-se nas principais carências e dificuldades das mesmas, observadas a diversos níveis. Pretendeu-se apontar situações que poderiam ser melhoradas e oportunidades a aproveitar e maximizar em prol do aumento da competitividade económica das termas, contribuindo com possíveis soluções.
Cabe às estâncias termais coordenarem-se por forma a disponibilizarem uma oferta diversificada, original e integrada entre todas as unidades termais.

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