O TURISMO DE SAÚDE E BEM-ESTAR

Susana Maria Pereira da Silva

A capacidade competitiva da região Centro de Portugal – TCP


A disponibilidade de recursos


A região Centro congrega neste momento 50% (19) dos estabelecimentos termais em funcionamento, 11 dos quais situam-se na área de influência do TCP (29% do total) e distribuem-se pelos quatro grandes pólos de marca turística: Castelo Branco/NaturTejo, Coimbra, Ria de Aveiro e Viseu/Dão Lafões, destacando-se este último em quantidade. Este conjunto de 11 estâncias termais constituem a base da elaboração deste plano de ação.
A quase totalidade das estâncias termais do centro são enquadradas por serras e vales, sobranceiras aos rios que as serpenteiam e localizam-se em pequenas aldeias marcadas pelo bucolismo mas também marasmo da ruralidade profunda apenas agitada pelos frequentadores das estâncias que, por períodos de tempo mais ou menos longos, as escolhem como destinos de cura mas cada vez mais como destinos de saúde e bem-estar e lúdicos.


Caracterização da oferta e análise da procura na região TCP


Em termos sintéticos, tendo em conta a informação analisada, a oferta termal da região caracteriza-se por um modelo de gestão equilibrado entre o setor privado e o público; uma vocação terapêutica dirigida especialmente para doenças reumatológicas/ musculo-esqueléticas (91%) e respiratórias (72,7%); um período de funcionamento anual em duas das principais estâncias do parque termal português (termas da Curia e de S. Pedro do Sul); uma média de funcionamento de 9 meses e pela localização de 5 das 10 principais estâncias portuguesas, ao nível da frequência e receitas.

Tipo de gestão


O modelo de gestão deste conjunto de estâncias termais (quadro 17) está em mais de 50% votado ao setor privado, representado maioritariamente por Sociedades Anónimas. O setor público é representado pelas autarquias, especialmente por Empresas Municipais.

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