VÁRIOS OLHARES E SABERES: EFEITOS DO IMAGINÁRIO SOBRE LIDERANÇA NOS PROCEDIMENTOS DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE LÍDERES ORGANIZACIONAIS.

Gilberto Braga Pereira

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O percurso trilhado para desvelar o imaginário de época sobre liderança está representado no DIAGRAMA a seguir. Esse caminho percorrido teve como base a configuração descrita nos objetivos geral e específicos desta dissertação. As conclusões arroladas foram construídas a partir da acumulação ou superposição de categorias, as quais revelaram-se a cada passo. A partir dos objetivos específicos conduziu-se em direção à reunião de material bibliográfico que pudesse fundamentar e abrir perspectivas, visto que se tratou de uma primeira incursão na exploração do tema. Essa iniciativa contribuiu para se decompor os elementos constitutivos do imaginário geracional sobre liderança, chegando-se às categorias e subcategorias retratadas nesta pesquisa.

Inicialmente, parece óbvio, não se tinha esta categorização, porém já se antevia uma trajetória, um caminho que poderia levar às respostas que se buscava.


O  objeto principal desta pesquisa foi expresso na indagação Qual a influência do imaginário social sobre liderança nos procedimentos de T&D de líderes de organização?. Essa indagação foi a materialidade do problema que serviu de ponto de partida. Desse marco em diante a preocupação foi de identificar na pesquisa bibliográfica os elementos norteadores e focos específicos que serviram de fundamento para se estruturar o roteiro de entrevista (ANEXO 1), o qual foi ordenado em perguntas que remetem aos objetivos específicos definidos.


Na medida em que se avançou na pesquisa bibliográfica, todo o esforço foi direcionado para estabelecer um recorte o mais preciso possível, pois a temática imaginário revelou-se abrangente e multifacetada conforme a área de conhecimento em que está fundamentada. Encontrou-se, então, o construto gerações que ao mesmo tempo circunscrevia o tema em um tempo, como delimitava um contexto histórico. Ultrapassado esse limite, buscou-se configurar um lugar social para se determinar mais claramente os depoentes a serem consultados. Chegou-se, então, a posição ocupada ─ líder ou profissional de treinamento e desenvolvimento (T&D)  ─ dentro de organizações. A demarcação das décadas a partir dos anos 1960 justifica-se pela representatividade histórica e por uma razão bastante simples: as três últimas gerações de adultos inseriram-se no mercado de trabalho a partir desses anos.


Ao se estruturar esta dissertação procurou-se reproduzir e reconstruir o percurso trilhado. Após breve introdução, no segundo capítulo arrolaram-se os referenciais e pressupostos capazes de sustentar uma teoria sobre imaginário e gerações. O propósito foi demarcar com precisão o recorte que se pretendia. O terceiro capítulo tomou para si a tarefa de englobar as temáticas liderança e tecnologias de preparação de líderes, construtos centrais, num diálogo com autores abalizados. O quarto capítulo prestou-se à análise descritiva e reflexiva de uma experiência concreta, de um trabalho de campo sobre o objeto de pesquisa, utilizando-se do método de história oral temática.
A cartografia do imaginário geracional sobre liderança foi desenhada considerando-se que para a compreensão da temática central tornava-se necessário entender e construir o conceito e delimitá-lo dentro das correntes teóricas que o circunscreviam. Isolou-se, pois, o tema liderança como unidade central de análise, a partir do qual resgataram-se valores, crenças, atitudes, opiniões, conceitos e representações metafóricas a ele relacionados. Ao final, o que se buscou foi compreender suas influências sobre a tecnologia de T&D adotada nas três gerações pesquisadas.


Para tanto procedeu-se um levantamento retrospectivo das principais correntes teóricas e variáveis implicadas com os conceitos existentes, chegando-se às considerações que associam o fenômeno às características de personalidade do líder, aos comportamentos adotados por esses ou às variáveis contigenciais nas quais o fenômeno social ocorre.  Justificava, portanto, discutir o fenômeno e confrontá-lo não só com as teorias formuladas, com as representações imagéticas, como ainda com a prática profissional corrente. Configurou-se, então, a primeira categoria analítica conceito de liderança, a qual materializou-se, nas narrativas orais, através das subcategorias imagem (auto e projetada), conceito formulado (elementos presentes e modelo teórico em que se enquadra), atributos do líder e ídolos/heróis (auto-atribuídos ou atribuídos por outros) representativos nas gerações. Cada uma delas se justifica respectivamente por remeter a como a geração se vê como líder e é vista pelas demais; a própria concepção de liderança presente em cada uma delas; os qualificativos que essas gerações enumeram como atributos do líder e por fim os modelos de autoridade ou liderança que introjetaram. Seguindo-se na intenção de se compreender o imaginário geracional sobre liderança fez-se ainda necessário responder aos dois objetivos específicos seguintes,  que consistiam em identificar as ações próprias do estilo de gestão predominante em cada geração ou, em outras palavras, as práticas e estilos de liderança, correlacionando-as com as expectativas de papel geradas em decorrência da representação imagética das gerações. Têm-se aqui a segunda categoria analítica expectativas de papel com suas subcategorias estilo/tipos de líder e práticas de liderança. Ultrapassada a tarefa de mapear o imaginário chegou-se ao momento de se introduzir a tecnologia de T&D como variável que sofre interferência de todo esse contexto imagético. Tal esforço representa exatamente a materialidade da relação imaginário e liderança (terceira categoria), podendo ser reconhecida no tipo de treinamento narrado pelos depoentes, a base teórica que lhes dá sustentação, os eventos e técnicas descritos, em suas interfaces com o contexto geracional (quarta categoria) desdobrada nas décadas estudadas. O construto imaginário expressa-se, como visto, em representações, símbolos e imagens, como ainda nos ritos, mitos, ideologias e utopias e foram estes elementos que se buscou mapear.
Enfim, a partir da correlação entre os conceitos, as ações, as representações imaginárias, as expectativas de papel e os procedimentos de T&D, que foi possível elucidar se o sistema praticado pelos líderes é compatível com o idealizado nos modelos de gestão.


Durante o processo de coleta das narrativas orais contou-se, por um lado, com a disponibilidade integral dos sujeitos e, por outro, exigiu uma forma de condução marcada pelo retrocesso paulatino, já que de pronto as lembranças não eram resgatadas. Foi necessário que se trilhasse com o narrador, uma travessia por seu histórico de vida e dentro desse localizar a temática central liderança. A cada nova narrativa, novos elementos eram acrescidos e tantos outros eram confirmados.
Para a análise de conteúdo, ordenaram-se as narrativas segundo os recortes gerações e posição ocupada. Procedeu-se a uma leitura flutuante de cada uma, com o propósito de sintetizar e abstrair os indicadores mais representativos trazidos por cada depoente. Esse trabalho resultou em sínteses das entrevistas, as quais compõem o ANEXO 2.
Portanto, partiu-se de pressupostos referenciados nos construtos teóricos de base. O escalonamento dos objetivos específicos, desde o projeto de pesquisa, já seguiu um padrão crescente e de superposição de conceitos que, tal como camadas, acoplam-se para revelar a totalidade imagética sobre liderança em seu recorte de gerações.


Isso posto, é possível tecer algumas considerações relevantes. O trabalho de campo e as referências teóricas levantadas confirmam que o processo de formação de líderes organizacionais sofre uma influência direta não só do contexto histórico imediato como de seu desdobramento numa episteme que inclui figurações imaginárias tais como valores, crenças, mitologias, ideologias etc.
Os conceitos e também os demais construtos nos quais se sustentam os modelos teóricos vigentes em cada época estão em estreita relação com as ideologias então dominantes e mesmo com o pensamento utópico, quando existente.
A própria organização social baseada no modelo geracional constitui em si uma representação imagética que determina papéis, expectativas e imagens próprias a cada faixa etária. Muito embora haja diferenças culturais, o modelo estratificado por grau etário é base de referência para muitas das práticas rituais ou quotidianas implícitas nas diferentes sociedades humanas. Do ponto de vista das gerações, portanto, nota-se um paralelo entre a sua hierarquização e o fenômeno de estratificação social, articulação essa que incidirá sobre a distribuição de papéis na sociedade.
As três gerações estudadas sob o viés do fenômeno liderança revelaram distintas qualificações no que se refere à incorporação de um imaginário de época, como também a demarcação de performances específicas e mesmo estereotípicas. Como exemplo das evidências, dentre outros aspectos, tem-se que, para a Geração Silenciosa, permanece uma imagem associada ao exercício autoritário da liderança e a uma estruturação baseada no poder central. Enquanto, por um lado, a Geração Baby Boom vem agregada a representações de contestação, resistência e transição, por outro a Geração X reveste-se de uma suposta “capa” de alienação e, pelo qualificativo “jovem”, responde pela esperança ou decepção na reconstrução do futuro aos olhos das outras gerações.
Ao se tematizar imaginário, depara-se com um construto plurideterminado, multifacetado e que implica numa complexidade que desafia as ciências sociais, humanas, filosóficas e antropológicas, sem que se possa formular um conceito abrangente e definitivo. A partir da incursão dialógica com os autores, encontram-se paradoxos ou contradições, o que torna a configuração objetiva de seus referenciais fugidia. Em certa medida, constatam-se ambivalência e mesmo descontinuidades na própria teorização dos autores estudados. Nesse sentido, a catalogação e a organização da materialidade do imaginário emergem de forma fractária. Em todas as gerações as representações imagéticas surgem de uma forma não sistematizada, os sujeitos re-significam sua experiência de maneira não totalizada, conforme foi possível constatar nos dados da pesquisa.


Em certa medida é de se esperar que o imaginário se configure, pela sua natureza, como provisório, parcial e não-totalizado. Contudo, a fragmentação em sua materialidade parece justificar-se por uma lógica que preserva a não-crítica e assegura a permanência das intenções no plano imagético. Ou seja, caso se consiga estabelecer na vida em geral um quotidiano totalizado, completo e estruturado, favorece-se o surgimento da consciência, abre-se espaço ao juízo crítico, ao passo que a representação fractária mantém suas nuances, seus claros e escuros e ao mesmo tempo pode conduzir a um fazer presenteísta e imediato, descomprometido com os efeitos de longo prazo. Nesse sentido, é provável que a própria representação fractária contribua para a alimentação do imaginário,- permanência das imagens e representações utópicas, “ideologizadas” e míticas -,  associado a práticas desconectadas de suas implicações para os sujeitos em ação.
É possível, ainda, vislumbrar-se quase que um continuum na cartografia dos imaginários de época sobre liderança que  presidem as epistemes dos anos 1960 a 1990 e suas travessias: utopias, autoritarismo (1964/1984), clivagem, perda das energias utópicas, o moderno e o pós-moderno e a instabilidade dos anos 1990.
No tocante à questão da liderança, discutiram-se três abordagens teóricas que, embora aparentemente diversas, sugerem relações de complementariedade, ou seja, ausência de dissonância cognitiva entre elas. Além do que, as representações imagéticas contidas em cada modelo teórico permanecem amalgamadas ao imaginário quotidiano e incluindo sua associação ao “dom” ou atributo inato. A pesquisa também deixou a descoberto que essas correntes teóricas imbricam a postulados ideológicos mobilizados pelo contexto social vigente. Como evidência, percebe-se que cada um dos três tipos de lideranças analisados – Traços, Estilos e Contingenciais – pode ser instrumentalizado ideologicamente por determinadas tendências dominantes.


Em relação às técnicas de preparação de lideranças constatou-se que os sujeitos submetidos à formação, dentro do universo pesquisado, não discriminam a “ideologização” de seu aprendizado. Tampouco seus formadores têm clareza quanto às diferenças de abordagens de liderança e sua instrumentalização ideológica. Em certa medida se não todos, pelo menos a maioria dos instrumentos e técnicas descritos a partir do levantamento bibliográfico aparecem nominalmente nas narrativas, sobretudo, dos profissionais de T&D. É bem verdade que a enumeração das mesmas não segue uma cronologia e nem tampouco são incluídas dentro de um modelo teórico mais abrangente. Para os líderes é ainda menos nítida tal diferenciação, ainda que seja possível localizar também na fala desses, estratégias e técnicas de formação adotadas.
Os dados da pesquisa sugerem que as intervenções em T&D tendem à não sistematização ou quando muito a um planejamento focado na intervenção em si e não nas conseqüências de longo prazo ou mesmo nas estratégias do negócio, o que em certo sentido confirma a descrição feita ao se discutir tecnologia de T&D. A unanimidade relativa à afirmação de que inexiste preparação prévia para os líderes constitui provável comprovação de que se continua a valorizar muito pouco a capacitação dentro das organizações.


É possível verificar evidências nas narrativas orais que atestam uma transformação nas técnicas ao longo do tempo, tal como ocorre na referencial teórico. Fica mais ou menos nítido o enfoque taylorista-fordista, a influência sociotécnica, como também a do modelo japonês e, ainda, da abordagem estratégica com suas nuances. A noção de autonomia responsável não chega a ser nomeada, porém é “sentida” através do aumento da responsabilização do profissional pela maior qualificação, por a sua empregabilidade e elevação de exigências quanto à escolarização. Mesmo o modelo de gestão por competências é “sentido” como uma forma de pressão, visto que voltam a atenção para o indivíduo em detrimento da tarefa, como no modelo de qualificações, exigido-lhe que entregue mais do que o padrão. 


Permanece, então, a pergunta sugerida por Gramsci (apud RAMOS, 2002, p. 281): “pretende-se que existam sempre governados e governantes, ou pretende-se criar as condições em que a necessidade dessa divisão desapareça?”. Os narradores parecem sugerir que essencialmente nada mudou ao longo das décadas. De forma sutil críticas foram feitas ao uso e “abuso” na aplicação de técnicas e também advertências que evidenciam que a nomenclatura se alterou, mas as formas de intervenção em T&D permanecem as mesmas. Como visto, e mesmo aqui se tem a confirmação, a técnica é originalmente carregada tanto de um sentido tecnotópico, quanto tecnofóbico, como visto ao se discutir tecnologia e imaginário  no referencial teórico. A ambigüidade da tecnologia parece refletir-se de um lado na negação da experiência por parte dos líderes, visto que não se recordam das vivências que tiveram ao longo de sua formação e na visão dos profissionais de T&D ela, a técnica, não se configura como escolha, mas algo que lhes foi imposto e sobre o qual não têm quaisquer controles.


Ainda parece relevante dizer que, no processo reflexivo de construção deste trabalho, algumas questões permanecem em aberto e constituem oportunidades para futuras pesquisas. Um dos prováveis objetos a ser focalizado, em outra oportunidade, poderá ser o referente à indagação: como percorrer a distância entre o discurso de fundação do imaginário dos formadores de líderes e o dos formados? A riqueza narrativa sobre o imaginário proferida pelos profissionais de T&D a propósito de seu trabalho e a aparente fragilidade discursiva dos líderes acerca de sua formação apontam alguns contrastes. Ao materializar seu imaginário através da narrativa de suas lembranças, cada qual a seu modo dá indicativos ou acusa a distância entre a teoria e a prática corrente. Também, como um trabalho exploratório, esta dissertação instiga a se buscar um outro viés possível no estudo das temáticas imaginário, gerações e liderança em si, abrindo oportunidades de se focar, por exemplo, como a materialidade do imaginário se processa no quotidiano das práticas gerenciais, para não dizer que há ainda uma possibilidade de se incluir os “liderados” como sujeitos de pesquisa. Ao que parece vários são os desdobramentos possíveis.
Para concluir, sem a pretensão de esgotá-la, retorna-se à idéia de que por trás de toda representação imaginária tem-se uma estrutura mágica a ser desvendada. Não se opera diretamente no mundo em que se vive, mas, em verdade, criam-se modelos ou mapas do mundo, que são usados para guiar os comportamentos. Confia-se que desvendar o mistério não significa, necessariamente, abrir mão do encantamento mas sim, concretizar os sonhos.
Fica a expectativa de que a presente pesquisa desperte o interesse de quantos estiverem envolvidos na tarefa de ajudar as pessoas - líderes e liderados - a ter vidas melhores, mais profícuas e plenas, e traduza a intenção de se dedicar tempo e esforço para tornar realidade os sonhos de outras pessoas.

 

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