Observatorio de la Economía Latinoamericana



Revista académica de economía
con el Número Internacional Normalizado de
Publicaciones Seriadas  ISSN 1696-8352

ECONOMÍA DO BRASIL



ESTÁ ADMINISTRANDO SUA VIDA FINANCEIRA CORRETAMENTE?



Antonella de Arruda Giffoni
antonellagiffoni@hotmail.com
Eduardo Mauch Palmeira
profpalmeira@gmail.com
Luana Lacerda Jardim
luana_jardim@urcamp.edu.br




RESUMO

O artigo aborda as maneiras de organização da vida financeira pessoal, além de abranger as situações decorrentes das necessidades que enfrentamos durante a trajetória diária, trajetória essa que nos obrigada a planejarmos o presente e o futuro, deixando sempre um valor reservado para eventuais imprevistos, mostrando que a melhor forma de não chegarmos ao endividamento é organizar os gastos com sabedoria e cuidado, antes de atingir o ponto crítico, onde a dificuldade para sair de tal posição aumentará cada vez mais. Tendo em vista que o mundo moderno nos traz facilidades, tais como cartões de crédito, limites bancários, empréstimos pessoais e condições amplas de pagamento, tornando difícil a resistência diante da aquisição de determinados bens ou produtos de satisfação pessoal. Portanto através deste texto tentamos fornecer algumas dicas de maneira sintética e facilitada, para solucionar ou evitar os momentos de dificuldade e constrangimento decorrentes da inadimplência.

Palavras-Chave: financeira, planejar, endividamento, gastos, satisfação.

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Para citar este artículo puede utilizar el siguiente formato:

de Arruda Giffoni, Mauch Palmeira y Lacerda Jardim: Está administrando sua vida financeira corretamente?, en Observatorio de la Economía Latinoamericana, Número 153, 2011. Texto completo en http://www.eumed.net/cursecon/ecolat/br/


INTRODUÇÃO

O administrador financeiro da atualidade precisa estar muito preparado para as mudanças e tendências de mercado, buscando sempre estar atualizado e motivado para obter melhores resultados para a empresa. Mas, antes de sermos gestores financeiros, precisamos saber gerir nossos próprios negócios, melhor dizendo, usar nosso salário com sabedoria e cuidado.
Será que estamos conseguindo manter faculdade, plano de saúde, transporte e outros gastos, com o salário que recebemos mensalmente? Ou estamos nos endividando em juros altíssimos do cheque especial, limite bancário, cartão de crédito entre outras facilidades do mundo moderno, onde até aquele que não possui a facilidade de ter dinheiro em mãos nem limites altíssimos de crédito, compra, viaja, passeia, enfim vive a vida intensamente, mas é necessário ter cuidado com tanta intensidade, pois essa pode nos levar a falência, antes mesmo de ficarmos ricos.
Planejar gastos e poupar seria a melhor forma de chegarmos ao final do mês com a carteira recheada, tendo também a opção de investir em ações ou fundos de investimento, levando em consideração que quanto menor for a sua idade terá mais tempo para se recuperar de prováveis prejuízos.
Só invista naquilo que você conhece, se você não sabe como funciona um investimento, o melhor a fazer é não investir. Antes de colocar seu dinheiro em uma aplicação financeira tire todas as dúvidas com um consultor. E, quando achar que já entendeu, pergunte tudo novamente. A pessoa mais interessada em ver seu dinheiro crescer é você mesmo. (Rev. Você S/A)

Seja o seu melhor assessor financeiro, invista com simplicidade, faça um acordo pré-nupcial, elimine o intermediário, ou seja, quando possível, faça sempre um acordo direto nos negócios, ensine a seus filhos o valor do dinheiro, segundo o autor do livro “Como ficar rico” Donald John Trump.
Essas dicas afirmam o que já pensamos a respeito das nossas finanças, que é necessário nos policiarmos e fazermos com frequência o controle de nossos gastos necessários, deixar de lado as coisas supérfluas e darmos prioridade para o que realmente é inevitável, sugere também que devemos ter coerência ao investir, não investindo assim, tudo que temos em uma só atividade ou ramo de trabalho. Baseado nessas dicas percebemos que se nos for dada essa orientação financeira, desde a nossa infância, seremos pessoas conscientes no futuro e assim saberemos investir corretamente e economizar ao mesmo tempo.
Sabemos que uma das principais estratégias financeiras é gastar menos do que ganhamos, parece simples, mas desenvolver esse hábito é uma tarefa muito difícil para nós. Como qualquer outra coisa, é necessário construir gradualmente essa habilidade. Uma vez que esse hábito de gastar menos seja desenvolvido, estaremos em uma posição financeira muito melhor. E com isso mesmo que não se faça mais nada, estaremos preparados para absorver gastos não usuais sem tocar no fundo de emergência e sem ficar endividado e assim seremos capazes de incrementar constantemente nossas economias.
Monitorar cada centavo que é gasto e que é ganho é uma ferramenta poderosa para suprir responsabilidade sobre os hábitos de consumo. Sem esse controle, você muitas vezes gasta sem cuidado em coisas que não estão contribuindo para as suas metas financeiras.
Realmente queremos viver melhor, com conforto e dinheiro, mas sabemos que para isso é necessário poupar, a menos que você ganhe muito dinheiro não precisando se preocupar com seus gastos, mas sabemos que essa realidade pertence a uma parte reduzida da população mundial. Portanto é importante vivermos felizes, sem obsessão pelo dinheiro, pois esse não é a coisa mais importante da vida.

Sobra mês e falta dinheiro?

Uma pesquisa realizada pela Federação do Comércio de São Paulo (Fecomercio-SP), mostra que Curitiba possui o maior porcentual de famílias endividadas entre todas as capitais brasileiras. Na cidade, 88% do total das famílias têm dívidas. O valor da dívida média mensal é de R$ 1.608 - correspondente a um comprometimento de 27% da renda das famílias. Porto Alegre é a capital em que foi constatado o maior valor de endividamento médio mensal, com R$ 2.145, o que corresponde ao comprometimento de 30% da renda. Já a capital onde as famílias destinam a maior parcela da renda mensal ao pagamento de dívidas é Natal, com 39% do orçamento - o equivalente a uma dívida média mensal de R$ 1.531.
De acordo com o economista da entidade, Altamiro Carvalho, embora de forma geral as famílias brasileiras tenham um perfil conservador em termos de endividamento, algumas capitais apresentaram um grau de endividamento muito acima da média.

Percebemos que a grande dificuldade das pessoas em planejar seu orçamento está em agir compulsivamente não esperando o momento certo da aquisição do bem, utilizando assim formas de pagamento a longo prazo que nos são oferecidas pelos estabelecimentos comerciais, satisfazendo assim nosso desejo de compra. Não adianta você receber um salário alto e não saber administrá-lo, pois não é apenas quem ganha pouco que esta endividado, observamos que a melhor forma de amenizar os gastos, seria se controlar diante de cada situação impulsiva, visualizando então as prioridades reais.
“O consumo implica uma escolha que esbarra no funcionamento psíquico, regido pelas emoções que nos guiam a buscar uma satisfação instantânea”, diz Vera Rita de Mello, doutora em psicologia econômica. Portanto, a dica é: resista ao primeiro impulso. Faça as contas, veja se o objeto de desejo cabe no seu orçamento e só então tome a decisão de compra. Quem quer guardar mais dinheiro precisa ter disciplina. (Rev. Você S/A)

A organização da vida pessoal financeira não depende só da gente poupar, mas também do uso de recursos que proporcionem certa facilidade em relação ao controle, tanto do nosso presente quanto do nosso futuro, relacionando as nossas dívidas e faturamentos. Com esse controle de entradas e saídas, temos a possibilidade de visualização de nossas finanças, possibilidade esta que nos proporciona maior tranquilidade. Um exemplo de controle são as planilhas de Excel e os programas de controle mensal, que podemos encontrar com mais facilidade e praticidade em sites financeiros seguros, indicados por revistas e jornais. Como a tabela abaixo:
O planejamento financeiro deve ser feito não só mensalmente, como também um controle de receitas e despesas futuras, incluindo uma previsão anual do que pretende fazer durante o período de férias e os momentos de folga, contando assim os gastos com viagens, passeios, atividades, novidades, hospedagem e etc. Saindo um pouco da rotina e do estresse diário, proporcionando assim momentos de melhor qualidade de vida.
Em nossa rotina devemos estar organizados para eventuais despesas que precisam ser analisadas com cuidado, sendo que existem despesas fixas as quais não temos como mudá-las.
Despesas Periódicas: elas não ocorrem todos os meses, mas é possível prever quando irão ocorrer. É o caso do IPTU, do IPVA, do licenciamento e seguro do carro.
Despesas Sazonais: também são previsíveis e devem ser consideradas no orçamento. É o caso de gastos com uniformes e material escolar, presentes nas datas comemorativas (Dia das Mães, dos Pais etc.).
Despesas imprevistas: são um problema para quem não tem reserva e ainda se equilibra no limite do cheque especial. Pode ocorrer, por exemplo, quando se necessita com urgência de serviços de um mecânico, pedreiro, entre outros.
Em todas essas situações, é conveniente pesquisar bem os preços.
Mensalidades (escolares, convênios, clubes etc.): convém ler com atenção as cláusulas referentes às datas de vencimento, sanção prevista em contrato e adequar vencimentos a datas posteriores à do recebimento do salário.
Aluguel e Condomínio: o ideal é não comprometer mais do que um terço do orçamento com aluguel e condomínio, e pagar sempre em dia essas despesas para evitar multas e juros.
Antes de nos queixarmos por não possuirmos os bens de última geração e as últimas tendências da moda, o importante é estarmos cientes que o essencial será saciarmos as necessidades do dia-a-dia e os imprevistos aos quais somos submetidos, mediante a situações inusitadas e constrangedoras que nos obrigam e ao mesmo tempo nos fazem optar pelo o que é necessário ou somente um desejo momentâneo.

Quem gasta mais Homens ou Mulheres?!

De acordo com o que todos pensam e falam as mulheres gastam mais, mas na verdade isso não passa de uma fama que vem desde a história moderna. Diante dessa situação podemos citar o caso de Maria Antonieta, que durante o reinado do seu marido, na França, Luis XVI, expôs seu lado consumista. Não conscientizada com a situação da época e as vésperas da Revolução Francesa, a imperatriz foi presença constante nas lojas de Paris, comprando sempre pilhas de vestidos. A partir daí, a fama foi se espalhando e, adivinha, também chegou ao Brasil.
Portanto, uma pesquisa realizada pelo IBOPE, divulgada durante o ano de 2007, comprova que é apenas fama o que falam sobre as mulheres, pois mostrou que os homens em média gastam 12% a mais que as mulheres nos hipermercados. No estudo, foram entrevistadas 16.738 pessoas em 9 cidades de médio e grande porte. Essa pesquisa foi realizada em lojas de rua e Shopping Centers, apontando assim que nas lojas de rua os homens gastam 8% a mais que as mulheres, já para piorar em Shopping Centers eles gastam 24% mais em uma única visita e tratando-se de compras na Internet, o gasto masculino chega a ser 30% maior que o feminino.
A percepção de valor é algo que fundamenta as relações humanas e de negócios, transformando o emocional em forte fator decisivo. De uma forma geral, noto que as mulheres gastam mais por segurança, aparência estética e bem estar da família, enquanto os homens são guiados muitas vezes pelo status e bem estar próprio. Sabe aquele carrão, que o financiamento e os juros são muitas vezes superiores ao valor das 120 sandálias e vidros de perfume comprados pela sua mulher? (Ricardo Pereira)

Nós mulheres temos uma dificuldade extrema ao lidar com nossas finanças, pois somos inúmeras vezes obrigadas a gastar com detalhes que não aparecem para todos, mas nos deixam felizes e seguras para enfrentar a rotina diária. Essas despesas geralmente são inevitáveis, mas a sugestão é tentar evitar ao máximo gastos desnecessários, pesquisar preços, comprar em épocas de troca de estação, tentar fazer a manutenção do cabelo e unhas em casa, isto quando a necessidade não for imediata.
 “No Brasil e no mundo, a mulher é menos inadimplente do que o homem. Isso deve ocorrer devido a inserção social menos favorável para a mulher, que acaba sendo cobrada por mais responsabilidade por seus atos. No âmbito familiar, por exemplo, ela é a responsável pelos filhos, com o papel decisivo”, avaliou Dedecca.  

Mulher é socialmente mais cobrada por seus atos, para os especialistas, ainda faltam explicações mais fundamentadas para o fato de as mulheres serem mais cautelosas com as dívidas do que os homens. E isso, muitas vezes, tem explicações sociais e culturais, historicamente a mulher tem rendimentos menores que os dos homens, apesar de a diferença estar perdendo força. Dados do Ministério do Trabalho mostram que a renda média feminina foi de R$ 1.553,00 em 2010, e a masculina, de R$ 1.877,00. Diferença de quase 21%.
Segundo Daniel Fuentes, a oneomania atinge a proporção de quatro mulheres para cada homem com a doença. Os especialistas ainda não sabem precisamente o porquê de a doença ser mais comum em mulheres, mas acreditam que o motivo está diretamente relacionado a condições culturais. Fuentes acredita que a doença pode estar associada a transtornos do humor e de ansiedade, dependência de substâncias psicoativas (álcool, tóxicos ou medicamentos), transtornos alimentares (bulimia, anorexia) e de controles de impulsos.
A oneomania também emerge para aliviar sentimentos de grande frustração, vazio e depressão. É um desejo de possuir, de ter poder, que fica reprimido. Ao não conseguir dar razão ao seu desejo, a pessoa sofre uma enorme pressão interna que leva à necessidade de possuir coisas novas como única forma de prazer, explica Denise Gimenez Ramos.

No momento da compra, a pessoa sente alívio e prazer, porém essa sensação dura pouco tempo e logo o indivíduo volta a sentir o desejo de compra, para elas o ato de comprar é semelhante ao efeito de tomar ou usar uma droga, os oneomaníacos demoram para assumir o problema. Porém, existe tratamento para a oneomania, mas não há remédios que combatam o desejo compulsivo de comprar. Existe um grupo conhecido como Devedores Anônimos, criado para auxiliar pessoas que sofrem dessa doença, nesse grupo eles realizam cálculos das despesas domésticas e as relacionam com os ganhos mensais.
Obama, em um encontro com jornalistas de internet especializados em finanças pessoais, deu seus próprios conselhos sobre o que fazer com o dinheiro, citando o que aprendeu com sua avó. “Não gaste todo o seu dinheiro”. Segundo ele, sua avó, que começou como secretária e ascendeu à vice-presidência de um banco regional do estado de Kansas, lhe disse: “Guarde um pouco de qualquer dinheiro que você ganhar e a mágica dos juros compostos acontecerá”.
 “Entendo o que os jovens estão passando nesse momento”, afirmou presidente americano, referindo-se aos elevados custos das universidades. “Nós tivemos sorte porque cursamos boas escolas de direito e sabíamos que poderíamos pagar pelos cursos. Foi um bom investimento”, disse Obama. (iG São Paulo)

Barack acredita que, em alguns momentos é preciso pegar dinheiro emprestado, pois quando ele e a primeira-dama, Michele, se formaram na faculdade de direito de Harvard, em 1991, estavam atolados em uma dívida de US$ 125 mil, as quais levou 10 anos para quitá-las. O presidente também conversou sobre a necessidade de se ter disciplina financeira e fazer uma economia de cada rendimento recebido, além de realizar escolhas inteligentes de investimento. Ele contou que sua primeira casa própria foi adquirida em consórcio, que lhe custou na época US$ 180 mil e o casal foi capaz de pagar pelo financiamento da casa e dos estudos.

Consultor financeiro, você sabe o que é?

Muitas pessoas precisam de ajuste em seu orçamento, mas não sabem como, nem onde procurar ajuda, pois pensam que sozinhas conseguirão resolver essa situação a qual estão submetidas, que geralmente é a de gastar mais do que ganham, ocasionando dívidas que só aumentam os transtornos gerados devido ao não pagamento das obrigações e com isso não podendo adquirir novos bens, afetando assim a vida pessoal e profissional, pois por estarem com tais problemas e estressados, não conseguem agir naturalmente diante das situações que acontecem em todos os ambientes que frequentam, provocando assim um afastamento de determinadas pessoas e gerando um grande risco de se tornarem infelizes e sozinhas.
Atualmente existem vários profissionais especializados em reintegrar finanças pessoais, que ajudam famílias a manterem seus orçamentos em ordem.
“Não acredito no planejamento que manda parar tudo até chegar no primeiro milhão.” (André Novaes/ Rev. Você S/A)

Segundo André Novaes, as pessoas tendem a desconfiar de que tudo se resolva com uma simples planilha de receitas e despesas. O princípio é ensinar as famílias a ter qualidade de vida a partir do seu orçamento. Para isso, é preciso planejar como gastar bem o dinheiro, sem descuidar do primordial: Assumir um projeto de vida. Aí então entram os sonhos. Um carro, uma casa, os estudos dos filhos, tudo isso é o que dá sentido a vida e ao esforço que é aprender a gastar nem mais, nem menos do que se deve.
O consultor montou seis E.T.A.P.A.S para as famílias seguirem uma vida nova:
E de Estimar – Nessa primeira etapa, o consultor se reúne com a família, que recebe um caderno para anotar todos os seus sonhos. Começa um período que dura 30 dias e em que todos os gastos são anotados em uma planilha. O esforço será recompensado no futuro.
T de Testar – Nessa fase, os gastos são analisados. Geralmente, as despesas são maiores do que a renda. Começa um período em que a família vai ajustar o orçamento para que ele caiba no bolso. O novo orçamento recebe o nome de Orçamento Teste. Nessa reunião, os consultores estabelecem quais serão os objetivos prioritários e o papel de cada um na realização do sonho.
A de Almejar – No terceiro mês, as famílias começam a falar sobre investimentos. Com uma ferramenta eletrônica, são simuladas aplicações para compra de um objeto de desejo, troca de carro, viagem, nascimento do filho ou aposentadoria. Nesse momento há duas alternativas. A primeira é diminuir os gastos. A outra é reduzir o tamanho dos sonhos e ampliar o prazo para organizá-los.
P de Planejar – Na quarta reunião, a renda deve ser capaz de pagar as despesas e ser direcionada para os investimentos. As expectativas da família são realinhadas. O cliente escolhe a corretora ou o banco onde fará aplicações financeiras.
A de Ajustar – Nesse encontro, os consultores e a família tentam determinar qual o melhor dia do mês para realizar investimentos e o melhor produto para fazer o dinheiro render e realizar os sonhos.
S de Sucesso – Na última etapa, a família já esta com as expectativas alinhadas e inseridas no orçamento. Por meio do site da Life, o cliente vai acompanhar a evolução de seus investimentos, a rentabilidade da carteira e a aderência de seu patrimônio e seus planos de vida.
Constatamos através das etapas fornecidas por André, que para a melhora da situação financeira de cada um, é necessário ter vontade de organização, de ajuste da situação atual e estar consciente de que para isso será necessário abrir mão de certas regalias e gastos desnecessários.

Conclusão

Diante de tais dificuldades para administrar a vida financeira, concluímos que se não for possível a organização individualmente, é necessário recorrermos a ajuda de um profissional especializado em reconstituição da vida financeira ou tentar fazer o controle das receitas e despesas através de planilhas que podem estar disponíveis em sites confiáveis de economia com downloads gratuitos.
Contar apenas com essas facilidades não basta, é necessário também estabelecer metas e estar convicto do que realmente quer, nunca esquecendo que para melhorar será necessário abrir mão de alguns prazeres, confortos e momentos satisfatórios. Ter consciência de que a atitude de melhorar e evoluir financeiramente tem que surgir primeiramente de quem deseja ver essa mudança.
Muitos são os motivos que nos levam a comprar sejam eles a necessidade, diversão ou o modismo, por isso precisamos estar atentos aos apelos mercadológicos com condições cada vez mais, ilusoriamente facilitadas, que incentivam o gasto descriterioso por parte dos consumidores, criando assim uma vontade imensa de aquisição de determinado produto ou bem, o qual, muitas vezes não tem utilidade.
Sabemos que um dos maiores problemas das pessoas são as dívidas, criadas por atitudes impulsivas de pessoas descontroladas. Dívidas que podem ter sido ocasionadas devido a necessidades imediatas ou devido a atitudes de pessoas desequilibradas, as quais não conseguem resistir às tentações do mercado. O que essas pessoas não percebem é que tudo isso pode ser ocasionado por uma doença, chamada de oneomania, que conforme citamos no decorrer do trabalho pode ser tratada.
É importante salientar que todo esse endividamento acaba resultando em problemas psicológicos, financeiros e comportamentais. Podendo ocasionar em inimizades, inadimplências, ficando com fama de mal pagadores perante a sociedade empresarial. Então, antes de comprarmos devemos analisar a relação custo-benefício que o produto irá proporcionar para não ocorrer posterior arrependimento.
Portanto, aponta-se que a falta de educação financeira também é uma das causas do nível de endividamento, havendo um despreparo em lidar com o seu próprio salário, pois muitas pessoas têm o hábito de usar o limite do cheque especial e do cartão de crédito, realizando compras de maior valor com parcelamentos longos, analisando apenas se o valor da parcela cabe no bolso e não o tempo que levará até a quitação da dívida.
Em suma, é de extrema importância atribuirmos regras a nossa vida, não esquecendo que é possível seguir em frente com possíveis restrições orçamentárias, ocorridas devido a necessidade que se têm de economizar e de se privar de alguns gastos insensatos. Pois o primordial e o sentido da vida está em viver, aproveitar e ter convívio com quem nos faz bem.
                      
Referências

Revistas:
Revista Você S/A, edição 123 de setembro de 2008, editora Abril.
______________, edição 141 de março de 2010, editora Abril.
______________, edição 142 de abril de 2010, editora Abril.
______________, edição 144 de junho de 2010, editora Abril.
______________, edição 156 de junho de 2011, editora Abril.

Sites:
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Finanças Práticas – disponível em <http://www.financaspraticas.com.br > – Acessado em 20/06/2011 às 09:25.
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Página: [1]
Por: Ana Gloria Fecha: 08 del 08 de 2016 - 22:43
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