Contribuciones a las Ciencias Sociales
Mayo 2010

BREVE COMENTÁRIO: ONTOLOGIA DO SER SOCIAL
 

 

César Augusto Soares da Costa
csc193@hotmail.com



Sem sombra de dúvida as pesquisas de Lukács, trouxeram à tona a questão ontológica no pensamento de Karl Marx. Pois o mesmo, instaurou os fundamentos de uma nova ontologia. Marx, pensou o homem como ser social determinado, considerando a história como parte do processo global. Para isso tal compreensão, Lukács, se utilizou das categorias: essência, singular, particular, fenômeno redimensionadas ao processo histórico que lhe dão efetividade e integração. Tais conceitos se configuraram numa nova ontologia, diferentemente da especulativa nos moldes hegelianos, pois agora, tal ontologia fixa formas novas de existência determinadas historicamente.
 



Para citar este artículo puede utilizar el siguiente formato:
Soares da Costa, C.A.: Breve comentário: ontologia do ser social, en Contribuciones a las Ciencias Sociales, mayo 2010, www.eumed.net/rev/cccss/08/casc2.htm 


O pensamento de Marx formula-se a partir de duas formas: a) se opera o que é real, b) afere as questões epistemológicas e impostas ao conhecimento exemplificadas nas Teses contra Feuerbach e seu materialismo sensorial. A ontologia pensada por Marx, refere-se as primeiras reflexões anti-especulativas desde a década de 40 do século XIX, iniciando um processo de novos referenciais que se contrapuseram à reflexão abstrata, lógica, ideal. Houve a necessidade de pensar a objetividade, traduzida na questão do trabalho! Essa radicalidade hierárquica do mundo sobre a subjetividade é que institui o perfil ontológico e revolucionário da teoria marxiana. Tal perspectiva assinala o rompimento com o Idealismo hegeliano, bem como crítica da esfera política que só se torna efetiva e radical cimentada no entendimento da sociedade.

Como podemos então entender a ontologia de Marx? Uma constatação é que para Marx a sociedade civil torna-se pressuposto da explicação política, ou seja, torna-se uma economia política. Pelo menos deve ser pensada a partir dessa ótica. O autor, busca entender as raízes do “ser social burguês” já nos seus manuscritos econômico-filosóficos, além de criticar o trabalho visto como “Deus” da realidade humana! A ontologia e objetividade em Marx, devem ser entendidas como dois momentos de um mesmo estatuto ontológico. Pois a consciência não é um simples fenômeno da realidade objetiva. Tal afirmação torna-se indissolúveis fundamentos entre a subjetividade e a objetividade presentes na matriz da sociabilidade, como também do trabalho, cerne da ontologia social das sociedades.

Em suma, para entendermos a ontologia do ser social, torna-se primordial conhecermos as relações sociais determinadas pelo modo de produção capitalista, das quais assinalam que o homem se forma a partir de suas condições materiais, ou seja, forma-se na objetividade do trabalho.

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