POTENCIALIDADES LOCAIS, TURISMO E DESENVOLVIMENTO LOCAL CARIRI PARAIBANO

Luiz Gonzaga De Sousa

3.1 AS POTENCIALIDADES LOCAIS

            As potencialidades locais são constituídas de seus aspectos históricos, do capital social existente e acumulado, da identidade ou pertencimento dos que nasceram na microrregião, o acervo natural que caracteriza a localidade e o visual fotográfico que embeleza no Cariri paraibano, cuja população está sempre em cooperação umas para com as outras e ao mesmo tempo recebe informações externas para implementarem um desenvolvimento local.

3.1.1 Acervo histórico

Um desenvolvimento local via capital social se constrói com as informações sobre a formação histórica do entorno onde se vive, tal como o Cariri paraibano, com levantamento das potencialidades econômicas, sociais e histórica, desde o surgimento do primeiro assentamento, diz-se em São João do Cariri; onde se coloca que esse município nasceu por conta de um sítio denominado São João, de propriedade do alferes Custódio Alves Martins, que tem origem de uma sesmaria reivindicada por doação, do Imperador, em 17 de dezembro de 1669 (Enciclopédia dos Municípios, 1973).
            Dentro dessas perspectivas, observa-se que a 3 de abril de 1750, foi criada a freguesia, como era denominada à época, Nossa Senhora dos Milagres, que teve como sede um forte templo que foi construído pelos jesuítas em momento histórico ainda não identificado plenamente pelos historiadores (Enciclopédia dos Municípios, 1973).
Já no ano de 1776, a freguesia foi elevada à categoria de Julgado, por meio de Alvará publicado em 17 de abril, recebendo o nome de Cariris Velhos, ou Cariri de Fora, segundo alguns autores, que proclamam estes dados como bastante relevantes para conhecimento da formação histórica dessa localidade e relevância econômica e social (Enciclopédia dos Municípios, 1973).
O seu estágio de vila, data de 3 de abril de 1798, com um nome próprio para o lugar, São Pedro, em uma prestação especial como homenagem ao Príncipe Regente, devido à concessão de tal deliberação, cujo país necessitava de expansão de suas áreas habitáveis para exploração econômica, desenvolvimento nacional e do local.
Em 5 de maio de 1803 foi instalada oficialmente a Vila Real de São João, da mesma forma em homenagem à família real, cujo terreno foi doado pelo Sargento-mor José Francisco Alves Pequeno; todavia, a elevação à categoria de comarca adveio pela Lei Provincial n° 27, de 6 de julho de 1854, com supressão em 1930 e restaurada pelo Decreto n° 403, de 25 de julho de 1933 devido aos trâmites legais.
Devido a questões políticas, a sede do Município foi transferida para a então Vila de Serra Branca, pelo Ato das Disposições Transitórias, promulgado em 1947, ficando a denominação de São João do Cariri; porém, a 2 de abril de 1951 voltou ao seu ponto de origem, que novamente voltou a Serra Branca e em 1960 retornou a sua sede antiga.
            Em termos de extensão, o Cariri paraibano foi a maior microrregião do Estado, com 3.594  e o maior município dessa localidade é São João do Cariri,  compondo-se da sede, São José dos Cordeiros (dista da sede a 51 km), Caraúbas (65 km), Congo (95 km), Coxixola (39 km), Gurjão (21 km), Santo André (41 km), Parari (20 km), Sucuru (31 km), Santa Luzia do Cariri (35 km) e Serra Branca (21 km).
            Atualmente São João do Cariri conta com uma área de 1.061 , numa ocupação do 69° lugar do Estado, cujo clima é temperado, com máxima de 34°C e mínima de 17°C; pois, o inverno se inicia em março e finda em maio que são os meses de atividade agrícola extensiva, com trabalho de forma intensivo, isto significa dizer com tecnologia bastante precária e tradicional.
            Quanto à geografia física, verifica-se que sua bacia hidrográfica é formada pelos rios Paraíba, como o principal, seguindo-se o Taperoá, Santana e Santa Clara; dos riachos Girau, Gangorra, Piaricó, do Cachorro e do Estevão; e, das lagoas Macambira, Juazeiro e Serrote Fino; os açudes: Namorado, Cachoeira, Gravatá, Forquilha, Canindé, Ponta da Serra, Malhada da Roça, Contendas, Santana, Campos, Santa Mônica e Boa Vista. Como acidentes orográficos, a serra dos Mares, Arara, Pedra de Fogo, Maracajá e Pedra D’Água, que podem ser melhor utilizados histórica, social e economicamente.
Com a finalidade de melhor gerenciamento do espaço geográfico da microrregião emancipa-se o distrito Gurjão como o primeiro núcleo populacional que se formou em terras de propriedade do Coronel Antônio José de Farias Gurjão, que iniciava uma fase de povoamento, tornando a economia e o local, viáveis como município.
Já no ano de 1890, a cidade de Gurjão já se apresentava com seu aspecto de um pequeno povoado, com 10 ou 12 casas. Daí para frente, novos moradores foram chegando, implantando pequenos lotes, depois sítios e fazendas para desenvolvimento (organização econômica) das atividades comerciais e agro-pastoris condizentes com a localidade.
Em 1921, foi elevada à condição de distrito através da Lei Nº 540, de 18 de Novembro, do corrente ano, com o nome simplificado de Timbaúba, conhecido assim, como Timbaúba dos Gurjão, cujo Decreto-lei Nº 520, de 31 de dezembro de 1943 mudou o topônimo para Gurjão e isto possui um valor econômico e social significante.
            A extensão do Município é de uma área de 701 , numa ocupação de 189° lugar, em extensão territorial no Estado; o seu clima é temperado, com máxima de 35°C e mínima de 16°C; com inverno começando em março e tendo o seu término em junho, com clima bastante aconchegante para os habitantes locais e os que chegam como visitantes, ou parentes que retornam ao seu torrão natal (firmação de identidade).
A geografia econômica do Município serve-se de alguns cursos d’água, destacando-se os rios Timbaúba, Soledade, Taperoá, Santo André e da Barra, depois os riachos da Cobra, Zé da Silva, Icá e Salgadinho. Ainda, salientam-se as lagoas Caiçara e Água Fria e os açudes Santa Mônica do Estado, Água Fria e Santo André; como acidentes orográficos, apresentam-se as serras Rasa e Cristovão.
            Outra cidade importante para o Cariri Paraibano é Cabaceiras; conforme relatam os historiadores, foi pelos anos de 1700 que chegaram seus primeiros colonizadores, tendo como comandante o bandeirante baiano, Antônio de Oliveira, fundador da Vila de Boqueirão que construiu nessa localidade, o primeiro núcleo de residências de colonos. Dentro de pouco tempo a população do vilarejo aumentou rapidamente ao fomentar a economia e os hábitos e costumes locais, incremento de capital social.
O significado do nome Cabaceiras vem de uma planta muito comum no local e na microrregião, bastante utilizada pelos agricultores e vaqueiros. A planta possui folhas grandes e produz fruto de forma oblonga conhecido como cabaça, quando seca, faz-se uma abertura na parte mais delgada em forma de buraco, transformando-a em um recipiente para conduzir água, usada pelos agricultores e pelos grupos de cangaceiros vigentes no Nordeste.
A cidade situa-se à margem esquerda do rio Paraíba, cujo município é considerado o mais seco do estado que possui o mesmo nome, não faltando, porém, os ventos alísios que refrescam as noites dos poetas e boêmios. Próximo à cidade localiza-se o rio Taperoá, importante afluente do rio Paraíba, que juntos, alimentam o açude de Boqueirão.
Cabaceiras é um município histórico, por onde adentraram os desbravadores do Sertão. Em meados do século XVII chegaram os primeiros colonos, tendo a frente o baiano Antonio de Oliveira Ledo, vindo com seus rebanhos pela margem do São Francisco. Fundou Boqueirão, como o primeiro núcleo de habitações do município. Pouco depois chegou Pascásio de Oliveira Ledo e instalou sua fazenda onde foi a vila de Cabaceiras.
Em 1730 foi edificada uma capela no local onde cresceu o povoamento. Na revolta de Quebra-quilos em 1874 queimaram-se os arquivos importantes, destruindo parte da memória da colonização do interior microrregional. Algumas habitações da cidade ainda conservam as características coloniais bem preservadas.
Até a década de 1950 a fauna silvestre ainda contava com animais como, onça, gato bravo, gato maracajá, guaxinim, raposa, veado e aves como carcará, gavião, acauã, sariema, papagaio, codorniz, alguns outros como fonte de subsistência (alimentação), pois, hoje já não existe a maioria desses exemplares, a não ser algum caso raro.
O município de Cabaceiras está situado na mesorregião da Borborema e na microrregião do Cariri Oriental; possui uma extensão territorial de aproximadamente 407 km2, com uma população em torno de 5.039 habitantes em 2.008, sendo 2.892 na zona urbana e 2.147 na rural (IBGE, 2009), constituindo uma sociedade bastante comunicativa e socialmente animada, com significativo capital social.
Na grande extensão do Cariri paraibano, predominam os solos brunos não cálcicos, mas também comuns os solos litólicos eutróficos, pouco desenvolvidos, rasos, ou muito rasos e afloramentos de rochas (gnaisses e granitos são os mais comuns), na forma de grandes lajedos ou blocos desagregados, próprios para turismo, que formam a paisagem típica da localidade, ao limitar o trato com a terra para produtos agrícolas comercializáveis.
      Tal situação ocorre em relevo ondulado e suavemente ondulado, indicado para a agricultura e pecuária, comuns na microrregião caririseira. O clima é quente e seco, podendo atingir mais de 35ºC em épocas de temperaturas mais altas como nos meses de setembro a novembro.
Outro município importante para caracterizar o Cariri paraibano é Boqueirão, cujo fundador foi Antônio de Oliveira, presumido irmão de Pascásio de Oliveira Lêdo e Custódio de Oliveira Lêdo, bandeirantes que ali chegaram procedentes da Bahia. Assim, data de 1670 a chegada de Antônio de Oliveira àquelas paragens, ao proporcionar origem às primeiras habitações no local e uma viabilidade econômica e social.
O arraial que ali foi fundado serviu pouco tempo, mas seguiu-se como base de operação para as entradas que demandavam o interior com o fim específico de conquistar a extensa microrregião do vasto Cariri e grande parte do sertão paraibano.
O nome de Boqueirão se originou de um grande corte que o rio Paraíba fez na serra de Carnoió - foi a primeira localidade do interior que teve uma capela regular, com um missionário enviado especialmente de Pernambuco, estado que primeiro se comunicou com o florescente povoado.
Sua independência administrativa, com forte significado econômico, foi alcançada através da Lei No. 2.078, de 30 de abril de 1959, ao ocorrer a sua instalação oficial em 30 de novembro do mesmo ano, por desmembramento de Cabaceiras e ao formar-se por 5 distritos, à época: Alcantil, Bodocongó, Caturité, Riacho Santo Antônio e Barra de Santana.
O município de Boqueirão possui os seguintes limites: Cabaceiras (22 km), Barra de São Miguel (26 km), Taquaretinga do Norte, Pe (35 km), Umbuzeiro (88 km), Queimadas (30 km), Aroeiras (64 km) e Campina Grande (38 km) e é distante da capital a 161 quilômetros. Além do mais, está a uma altitude de 378 metros acima do nível do mar.
A extensão do município de Boqueirão possui uma área de 1.257 , sendo o 3º colocado em tamanho em termos territoriais da Paraíba; o seu clima é quente e seco, com máximas de 37°C e mínimas de 16°C. O inverno tem seu inicio em março, para terminar em julho para começo das atividades agrícolas da localidade.
Além do mais, é grande a extensão de sua bacia hidrográfica, destacando-se o açude Epitácio Pessoa, com capacidade de 475 milhões de metros cúbicos (2006), ao abastecer as cidades de Campina Grande, Queimadas, a própria Sede e algumas outras localidades próximas, que já entraram no processo de distribuição d’água deste açude, além de servir como ambiente turístico para a circunvizinhança.
Ainda nessa localidade, destacam-se os açudes Santo Antônio e Cruz do Riacho, bem como os rios Paraíba e Bodocongó; os riachos Santo Antônio, da Cruz, Relva, lrapuá Ramada e Bom Jesus; e, como acidentes orográficos, as serras Caturité (900 metros de altitude), Carnoió (840 metros), Bonita e Inácio Pereira, que propiciam campo ecoturístico de grande valor econômico.
No Cariri paraibano também está Sumé, com sua formação populacional; foi iniciada em fins do Século XVIII (1762 d. C). Os novos habitantes vinham de Pernambuco e Paraíba, estabeleceram fazendas nos terrenos férteis da região para pecuária e produção agrícola. Assim, foi São Tomé fundado em 1903 por Manoel Augusto de Araújo na confluência do rio Sucuri com o riacho São Tomé (Enciclopédia dos Municípios, 1973).
Em idioma indígena, o termo Sumé significa de maneira clara: personagem misterioso que pratica o bem, cuja determinação fez com que os habitantes de Sumé ou São Tomé conseguissem sua independência administrativa, quando figurava sob a tutela de Monteiro; contudo, durante muito tempo houve disputa entre os dois municípios Sumé e Monteiro.
O município de Sumé está localizado no centro do estado da Paraíba, ao limitar-se ao Norte com São José dos Cordeiros (48 km); ao Sul com Camalaú (30 km) e Monteiro (36); a Leste com Serra Branca (36 km) e Congo (50 km); e a Oeste com Ouro Velho (48 km) e Prata (30 km), com uma área locacional de 864 , ao representar 1,53 % da área do estado. Dista a 276 km de João Pessoa.
O principal rio do município, que alimenta a economia, é o Sucuru, ao nascer na cordilheira do Cariri paraibano, a 5 km de distância da cidade de Ouro Velho. A sua passagem é a oeste/leste, ao ser interrompido em seu curso normal pelo açude Sumé a 2 km, aproximadamente, da zona urbana, Sede do município.
Como todo o Cariri paraibano o município de Sumé está estabelecido no semi-árido (caatinga), com clima seco, caracterizado pela insuficiência das precipitações e temperaturas elevadas. A temperatura média é em torno de 24°C, com máxima em novembro e dezembro, e mínima, em julho e agosto que afeta a economia rural do Município.
            Mais um município importante que dinamiza o Cariri paraibano é Monteiro, sendo um dos mais antigos do Estado, pois suas origens retroagem a fins do século XVIII. Á época, duas grandes fazendas de gado (comandavam a economia e sociedade) existiam na microrregião, pertencentes a Custódio Alves Martins e João Pereira de Meio, onde hoje se assenta a cidade interiorana (Enciclopédia dos Municípios, 1973).
No ano de 1800, os proprietários da fazenda Periperi, Manoel Monteiro do Nascimento e sua mulher, fizeram a doação de meia légua de terras, em quadro, para a formação do patrimônio de uma capela em homenagem a São Sebastião, construída próxima a sua casa de moradia, daí se ver a grande visão econômica que ele tinha.
O local era de ótima situação e logo atraiu a atenção de outras pessoas que para ali se transferiram. Em pouco tempo, apresentava-se com as características de uma próspera povoação que recebeu o nome primitivo de Lagoa de Periperi, ao mudar-se após algum tempo, para Alagoa de Monteiro, em homenagem ao seu fundador.
Sua elevação à condição de distrito ocorreu por força da Lei provincial n° 194, de 4 de setembro de 1865 e a elevação a município deu-se pela Lei n° 457, de 28 de junho de 1872, desmembrado de São João do Cariri, ao instalar-se oficialmente a 20 de janeiro do ano seguinte.
Em 1878 foi criada a comarca, supõe-se aumento da população. A Lei estadual n° 540, de 18 de novembro de 1921, concedeu-lhe foros de cidade. O decreto-lei estadual n° 1.164, de 15 de novembro de 1938, que estabeleceu o quadro territorial para o qüinqüênio 1939-43, simplificou seu topônimo para Monteiro.
            O contorno do Município se dá por: Prata (30 km), Sumé (36 km), Camalaú (36 km), São Sebastião do Umbuzeiro (30 km) e Zabelê (25 km), com distância da capital a 300 quilômetros. A cidade está a uma altitude de 590 metros; possui uma área de 1.053 (72 lugar) com clima temperado, com máximas de 30°C e mínimas de 18°C. O inverno começa em março, terminando em junho.
Quanto à geografia econômica, observa-se seu principal curso d’água que é o rio Paraíba, que nasce no município ao pé da serra Jabitacá, seguindo-se em importância o rio do Meio. Destaques ainda para os riachos Catolé, Tingu e Serrote e os açudes Serrote (6.500.000 ), Municipal, e São José (construído na época do Império) – ainda existe mais de duzentos pequenos açudes no interior do município. Ainda como elementos geográficos, as serras Jabitacá, Mulungu e Cruzeiro.
            Também importante é Taperoá que tem seus inícios como ex-povoado Batalhão (hoje Taperoá); onde deram origem às fazendas de gado que foram implantadas por Francisco Tavares de Melo, pelo capitão Gonçalo Pais, pelo ajudante Gomes Pinto e pelo alferes Manuel de Farias Castro. O topônimo de Batalhão deve se aos ferozes combates que ali se travaram entre as forças governistas e os rebeldes da Confederação do Equador, em 1824.
            Referente à fundação do município, isto foi em torno da fazenda de Manuel de Farias Castro, que, por volta de 1865, começaram a ser edificadas novas moradias, dando início, assim, realmente à povoação e vitalidade econômica. Além da família de Manuel de Farias Castro, uma outra, a dos Costa Vilar, também muito contribuiu para a fundação da cidade.
            Em seu aspecto legal a Lei provincial nº 829, de 6 de outubro de 1886, criou o distrito e o município de Batalhão, com território desmembrado de São João do Cariri. Comarca de Taperoá criada em 1890 e extinta em 1892, pela Lei estadual nº 8. Sua restauração deu-se pelo Decreto-lei estadual nº 39, de 10 de abril de 1940. Em 1905, por força de Lei municipal de 23 de Novembro, muda-se para Taperoá. Pelo Decreto-lei estadual n° 520, de 31 de dezembro de 1943, voltou a Batalhão, permanecendo até 1949, quando, pela Lei estadual n° 318, de 7 de janeiro retorna a Taperoá.
            Ao se tratar dos limites de Taperoá, tem-se: Salgadinho (30 km), Passagem (36 km), Teixeira (54 km), Destêrro (33 km), Livramento (30 km), São José dos Cordeiros (24 km), Gurjão (45 km) e Juazeirinho (42 km). Dista da capital, 241 quilômetros. Sua altitude é de 500 metros acima do nível do mar. Tal município ocupa no Estado, o 19º lugar, com uma área de 680 , com clima temperado, sendo máximas de 32°C e mínimas de 20°C. O inverno começa em fevereiro e termina em maio.
            Os elementos geográficos que servem ao econômico tem-se o rio Taperoá, que é o principal curso d’água, seguindo-se os riachos: Salgado, Carneiro, Quixaba, Cosmo e Pinto. Lagoas: das Marrecas, Salgada, da Onça, do Meio, Escuro, Cavalo, Capim e açudes: do Estado, Lagoa do Meio, Cosmo, Pinto, Jatobá, Jatobá da Serra e Lagoa das Marrecas, Serras: Sistema da Borborema, destacando-se as elevações D’Água, Serra do Pico, Olho D’Água e Jatobá da Serra.
            Assim, fica delineado o Cariri paraibano como evidente a existência de grandes potenciais disponíveis para que se possam fomentar cenários para estratégias para desenvolvimento local, especificamente ao se trabalhar com uma participação engajada dos habitantes locais frente ao turismo cultural, que deve atuar com monitoramento efetivo, sobre as atividades políticas, econômicas e sociais na localidade, assim como, beneficiar-se das vantagens comparativas do entorno.

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