BIBLIOTECA VIRTUAL de Derecho, Economía y Ciencias Sociales

ENERGIA, ECONOMIA, ROTAS TECNOLÓGICAS. TEXTOS SELECIONADOS

Yolanda Vieira de Abreu y otros




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4.3 OUTROS CONCEITOS

4.3.1 Recursos Distribuídos

Recursos distribuídos são recursos existentes no lado da fonte de energia e no lado da demanda de energia que podem ser efetivamente utilizados por todo um sistema elétrico de distribuição — que é distinto do sistema de transmissão — para suprir as necessidades de energia e de confiabilidade dos consumidores servidos por esse sistema. Recursos distribuídos podem, assim, ser instalados tanto no lado do consumidor quanto no lado do sistema (MOSKOVITZ apud ACKERMANN, ANDERSSON e SÖDER, 2001a).

Os recursos distribuídos consistem em dois aspectos: (a) GD, localizada no sistema de distribuição ou no lado do consumidor; e (b) recursos no lado da demanda, tais como um sistema de gerenciamento de carga para deslocar consumo de eletricidade do horário de pico para horários fora do pico e opções de eficiência energética para, por exemplo, reduzir o pico de demanda, para aumentar a eficiência das edificações ou de acionamentos industriais ou para reduzir a demanda geral por eletricidade. Um importante aspecto do conceito de recursos distribuídos é que os recursos do lado da demanda não têm base apenas em geração local no sistema elétrico no lado do consumidor, mas também como modo de reduzir a demanda consumidora. Isso influenciará o suprimento de eletricidade a partir da rede de distribuição (ACKERMANN, 2004).

Fica claro que esse conceito aplica-se, sem dúvida, ao caso de fonte de GD conectada, direta ou indiretamente, a sistema de distribuição. Porém, não há razão para não se considerar a aplicação dele, com algumas pequenas adaptações, ao caso de conexão a rede de transmissão e ao caso de alimentação de instalações isoladas. Nesses dois casos, também, há fonte de GD e há demanda, sendo, portanto, adequado que se gerenciem os recursos no lado da demanda. Esse último caso remete ao terceiro aspecto de similaridade entre a GD e os antigos sistemas elétricos de potência, referido no subitem 4.3.

4.3.2 Capacidade Distribuída

Essa expressão é menos conhecida que GD e que recursos distribuídos, provavelmente porque trata-se de uma definição bem mais difícil de se fazer. Segundo Ackermann, Andersson e Söder (2001a) e Ackermann (2004), ela inclui todos os aspectos dos recursos distribuídos adicionados aos requerimentos para capacidade de transmissão/distribuição. Um bom exemplo pode ajudar a melhor distinguir entre GD e capacidade distribuída. Um dos objetivos do uso da GD é reduzir o pico de demanda. Contudo, GD não inclui nenhuma capacidade de reserva, razão pela qual a rede de transmissão/distribuição normalmente tem de ser capaz de cobrir, no mínimo, alguma parte da geração usualmente suprida pela GD. Com isso, as linhas de transmissão/distribuição serão sobredimensionadas, o fator de carga será pior que sem a existência da GD, e o operador do sistema de transmissão/distribuição cobrirá os custos do sobredimensionamento dos sistemas com o aumento das tarifas.

Nesse ponto, capacidade distribuída inclui todos os aspectos da GD e dos recursos distribuídos adicionados à reserva de capacidade, ou seja, reserva de geradores ou gerenciamento de carga para minimizar as exigências de sobredimensionamento do sistema de transmissão/distribuição.

4.3.3 Serviço de Eletricidade Distribuído

Essa expressão aponta para uma futura arquitetura de rede e de serviço de eletricidade com base em GD, recursos distribuídos e capacidade distribuída (ACKERMANN, ANDERSSON e SÖDER, 2001a; ACKERMANN, 2004). O conceito de serviço de eletricidade distribuído foi desenvolvido nos EUA, onde é bastante utilizado, e não será discutido aqui porque ele não se encontra no escopo deste trabalho.


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