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EDUCAÇÃO X CRESCIMENTO ECONÔMICO: UM ESTUDO SOBRE OS INVESTIMENTOS GOVERNAMENTAIS EM EDUCAÇÃO NA REGIÃO NORTE DO BRASIL NO PERÍODO 1994 - 2004

Josafá Machado Pereira



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5.2 Análise do Índice de Gini Educação dos estados da Região Norte no período 1994 – 2004

Observando o gráfico 3 percebe-se uma redução significativa das desigualdades educacionais, que implica por hipótese, uma redução nas desigualdades econômicas.

No cenário da Região Norte, os estados do Tocantins, Acre e Roraima, demonstram ser os mais ineficientes na aplicação dos recursos no sentido de melhorar a distribuição da educação. Por outro lado, os estados do Amapá e Amazonas, vem se destacando na redução das desigualdades educacionais.

Os estados de Rondônia e Pará estão praticamente na média da região, indicando pouco avanço no sentido de distribuição da educação.

Os dados demonstram uma melhora na média de anos de estudo das pessoas de 25 anos e mais, com uma ligeira diferença entre homens e mulheres. Isso nos leva a concluir a necessidade da adoção de políticas públicas no sentido de promover uma maior igualdade educacional, com um crescimento econômico sustentado no longo prazo.

No contexto da região estudada, podemos notar que o índice de Gini Educação, a média de anos de escolaridade e o PIB per capita, parecem estar intimamente ligados.

Os dados contidos neste trabalho confirmam que os estados que possuem um menor índice de GINI educação e apresentavam maior nível de escolaridade média entre pessoas de 25 anos e mais (AM e AP) são via de regra, aqueles que possuem um PIB per capita mais elevado, com destaque para o do Amazonas que superou os demais, também no crescimento do seu produto interno bruto.

Como pode ser observado, através dos dados em anexo, houve melhora no índice de desenvolvimento humano municipal em todos os estados da Região Norte, isso denota uma sensível melhora na qualidade de vida da população.

A principal implicação disto, é que os estados que possuem altos índices de analfabetismo e a educação mal distribuída entre a população têm, em geral, níveis de produtividade mais baixos, o que traz repercussões negativas sobre a sua competitividade sistêmica, isto é, menos externalidades positivas ocorrerão em virtude da melhoria do nível educacional de sua população, de forma a dificultar a instalação de empresas com um maior conteúdo tecnológico e de capital humano nesses estados. Isto será, sem dúvida, um aspecto limitador de suas potencialidades de crescimento a longo prazo.

As Regiões Norte e Nordeste apresentam índices de educação e PIB per capita mais baixos do que a média nacional, enquanto que as Regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste apresentam índices superiores à média do Brasil em todos os anos em análise. Estes números mostram o extremo contraste existente entre as regiões brasileiras no que diz respeito à sua qualidade de vida, bem como o que diz respeito às suas estruturas produtivas.


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