BIBLIOTECA VIRTUAL de Derecho, Economía y Ciencias Sociales


NOVAS TRAJETÓRIAS ENERGÉTICAS

Sinclair Mallet Guy Guerra y Mariana Pedrosa Gonzalez



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USO DE OUTRAS FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA

O uso de energia fotovoltaica também requer mais estudo com o desenvolvimento de baterias mais eficientes e feitas com material que ofereça menos riscos de poluição e contaminação como no caso do chumbo. Ainda é uma tecnologia cara e que não consegue resolver problemas técnicos e energéticos em um nível mais macro.

A energia eólica requer regiões com uma intermitência de ventos e causa impactos visuais e prejudica o vôo de aves migratórias.

A implementação de fonte renovável em escala maior deve satisfazer a necessidade da demanda. A demanda de energia ocorre de forma variada dependendo da hora do dia em um mesmo dia e de forma sazonal no decorrer do ano, conforme pode ser visto no gráfico 7. Variações de precipitações pluviométricas (meses mais secos ou mais chuvosos), demanda mais ativa em meses frios, regiões em que a necessidade de refrigeração e/ou conforto térmico é maior, alteram a demanda de energia e um sistema eficiente deve estar apto a tratar dessas oscilações.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

As sugestões dadas no “Lighting the way, Toward a sustainable energy future” são importantes porque indicam um foco de ação maior por parte das instituições, dos governos, meio acadêmico e sociedade. Todavia são genéricas e não entram a fundo no bojo das questões.

As energias alternativas requerem o uso de outras fontes de energia para transformá-las e torná-las viáveis. No caso do álcool de milho de uso norte americano, ou de beterraba na França, ou de sorgo na África, essas espécies não produzem biomassa suficiente que possa ser utilizada como combustível para sua transformação. Nos EUA usa-se a queima de derivados de petróleo para transformar o milho em álcool.

A indústria do álcool brasileiro possui algumas vantagens competitivas frente às outras energias renováveis como o metanol e ou hidrogênio e até comparado com outras matérias-primas, principalmente por usar o bagaço e não combustíveis fósseis nas caldeiras como ocorre no caso dos EUA e Europa. A produção de álcool gera biomassa que é aproveitada no próprio processo e ainda pode gerar energia elétrica para ser vendida a rede com a co-geração, mas atenção especial com as patentes deve ser dada de forma a não perder os investimentos. Entretanto, a mão-de-obra gerada por essa indústria não possui qualificação, recebe baixos salários e há problemas das condições dos trabalhadores.

Além disso, a energia que pode ser gerada pela cogeração pode contribuir para a matriz energética nacional uma vez que a safra da cana (maio a novembro) ocorre no período em que os reservatórios de água estão mais baixos. Atualmente, segundo a ANEEL, cerca de 10% das usinas comercializam o excedente da geração para o mercado, então há ainda um grande potencial de utilização da biomassa para gerar energia ao sistema elétrico que não está sendo utilizado. No caso do biodiesel, os grandes latifundiários vêm dominando o mercado com a soja. Alternativas como a hidrólise da biomassa e a gaseificação podem gerar produtos de maior valor agregado.


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