BIBLIOTECA VIRTUAL de Derecho, Economía y Ciencias Sociales


NOVAS TRAJETÓRIAS ENERGÉTICAS

Sinclair Mallet Guy Guerra y Mariana Pedrosa Gonzalez



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INTRODUÇÃO

O trabalho realizado por Chu e Goldemberg apoiado pelo InterAcademy Council foi publicado em outubro de 2007.O governo da época desprezava os estudos sobre os problemas climáticos e não se preocupava com eficiência energética. O tempo passou e após um ano e três meses do trabalho publicado, Barak Obama, o novo presidente dos Estados Unidos, nomeia Steve Chu como Secretário de Energia. Dessa forma, o trabalho de Chu e Goldemberg ganhará asas, ou melhor, o caminho pela frente estará mais iluminado.

O trabalho realizado chega a nove recomendações para que se tenha um futuro energético sustentável, são elas:

• Atender as necessidades básicas de energia dos povos mais pobres no mundo é uma prioridade moral e social que deve ser buscada em concordância com os objetivos da sustentabilidade

• Focar esforços para melhorar a eficiência energética e reduzir a intensidade de carbono da economia mundial. Esta recomendação não é nenhuma novidade, este problema é cultural nos EUA e, demandará um grande trabalho de conscientização principalmente. Muitos ainda pensam que gastar muita energia é sinônimo de riqueza e poder.

• Desenvolver e aprimorar técnicas de seqüestro de carbono do carvão poderão desempenhar um papel importante no gerenciamento do custo das emissões globais de dióxido de carbono. Sabemos que o carvão é um combustível fóssil poluidor, se necessário saber qual a real intenção do investimento neste tipo de matriz energética.

• Nesta recomendação se faz um alerta quanto à possibilidade de problemas políticos em função de alguns países possuírem muitas reservas de gás e petróleo e outros países não a possuírem. Este item deve ser muito debatido e organizado de forma a minimizar possíveis guerras por energia no futuro.

• Utilizar a energia nuclear para contribuir na matriz energética. A energia nuclear pode ser utilizada, mas os investimentos em tecnologias de reaproveitamento/armazenamento dos resíduos devem caminhar juntos para a segurança mundial. Uma barragem que desmorona provoca um impacto, uma termelétrica a gás, carvão ou óleo diesel também provocam impactos ambientais, mas um acidente nuclear é catastrófico.

• Incentivo às fontes renováveis. Esta sim é uma excelente prática que deve receber fortes investimentos. Os BRICs possuem grande potencial e o Brasil tem mostrado que tem condições de atuar de forma significativa como fonte de energia que se tornará, a cada ano mais importante.

• Os combustíveis provenientes da biomassa são promessa como minimizador das mudanças climáticas e um maximizador da segurança energética. O Brasil tem demonstrado aos EUA a importância do Etanol proveniente da cana de açúcar que, além de eficiente, não retira alimentos da mesa da população.

• Desenvolver tecnologias de armazenagem e transporte de energia podem reduzir custos gerais da energia.

• Envolver comunidades de ciência e tecnologia e a população em geral pode trazer soluções quanto à energia. A partir do momento que a sociedade for conscientizada dos problemas, as ações governamentais terão mais força e uma probabilidade maior de acontecerem.

Como se pode notar, as conclusões são boas. Porque em relatórios se admitem os problemas e a necessidade de mudanças, são óbvias porque o mundo está cansado de discutir os problemas climáticos e são suspeitas por deixar pistas de que, as soluções não precisam ser necessariamente implementadas nos EUA.

Para atender as necessidades dos povos pobres, o Relatório menciona algumas constatações, onde duas são muito preocupantes e já conhecidas pelo mundo:

• Cerca de 2,4 bilhões de pessoas utilizam carvão mineral, lenha, resíduos agrícolas e estrume para preparar seus alimentos;

• Cerca de 1,6 bilhão de pessoas em todo o mundo vive sem eletricidade.

Com foco ao acesso desigual à energia e ao desenvolvimento econômico experimentado por um terço da população mundial, a abordagem da Recomendação 1 busca assegurar às pessoas mais pobres do mundo o acesso aos serviços energéticos básicos e modernos, como uma parte necessária do desenvolvimento global de energia. O melhor interesse econômico e social das nações em desenvolvimento é o de buscar incentivos que possam acelerar a implantação de soluções inovadoras, através da oferta de investimentos financeiros em pesquisa e desenvolvimento. Devem ser explorados outros caminhos (alternativas) que possam transformar o panorama de suprimento e demanda de energia em todo o mundo.


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