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INFRA-ESTRUTURAS EM ENERGIA E TRANSPORTES E CRESCIMENTO ECONÔMICO NA CHINA

Elias Marco Khalil Jabbour



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CONCLUSÃO: TRANSPORTES FERROVIÁRIO, METROVIÁRIO, RODOVIÁRIO E INFRA-ESTRUTURA URBANA DE PEQUIM

- Tais modalidades de transportes têm importância de relevo para a otimização da estrutura econômica em todos os níveis: a interligação e abertura de mercados internos, a assimilação de tecnologias de ponta e a formação de uma economia continental. - O ferroviário foi o setor que mais sofreu no início do processo de reformas econômicas, pois não acompanhou a reestruturação verificada nos setores de aviação civil e rodoviária. Seu orçamento centralizado passou por cortes e o colapso do sistema na primeira metade da década de 90 era iminente.

- Sua reestruturação foi possível com a divisão de responsabilidades em todos os níveis do setor. Um programa de aumento da velocidade dos trens foi concebido, a separação entre gestão e propriedade trouxe dinamismo – o que conseqüentemente refletiu em novas encomendas à ociosa indústria ferroviária do país.

- A volta das grandes obras teve marco com a construção da ferrovia Pequim-
Kowloon, responsável direto pela reanimação comercial e industrial de toda a área em seu entorno.

- O 10º Plano Qüinqüenal procura responder à demanda pelo aumento de linhas, velocidade e interligação regional (desenvolvimento do oeste).

- Verifica-se um salto de qualidade na absorção de novas tecnologias principalmente nas linhas litorâneas. A participação de empresas estrangeiras desata nós de financiamento e de tecnologia.

- O símbolo do 10º Plano é a tentativa de construção de uma ferrovia de altíssima velocidade entre Pequim e Xangai – obra esta disputada por França e Alemanha e marcará a entrada da China no rol das nações em condições de desenvolver tecnologias próprias para trens de alta velocidade.

- Já a construção metroviária sob a forma de expansão das linhas existentes (Pequim e Xangai) e em outras 20 cidades, demonstra que a China, a partir de tal expansão, além de ser uma potência econômica, passou também a potência financeira que, sob o ponto de vista do desenvolvimento urbano, passou a ter condições de ter um capital financeiro (sistema de intermedoiação financeira) próprio para o alavancamento de construções gigantescas de metrô como as percebidas em Pequim e Xangai.

- A questão da apreensão de tecnologias para a construção de metropolitanos é outro ponto a favor da idéia da formação de uma grande potência.

- Diferentes níveis de reforma e abertura entre Pequim e Xangai podem ser vistos na análise das diferenças tecnológicas entre as duas modalidades de metrô. Tais diferenças são explicáveis a partir do papel histórico exercido por essas duas cidades.

- O setor rodoviário desenvolveu-se nas duas últimas décadas em consonância com o aumento do nível de vida da população que passou a ter no carro um grande sonho de consumo, além, claro, de ser meio alternativo de transporte de cargas.

- O plano de curto, médio e longo prazo contempla uma malha rodoviária condizente com o tamanho do país e o peso de uma economia que se propõe e ser continental nas próximas décadas.

- Nesta direção, estradas ligando leste-oeste a norte-sul estão em construção em paralelo aos “caminhos rurais” (com grande papel na conexão de pequenas vilas produtoras com os mercados das grandes cidades) e auto-estradas no litoral e centro do país.

- Já a completa reformulação urbana de Pequim é pautada pela necessidade de se construir uma cidade típica do século 21 com múltiplos centros, transferência ao interior do país de indústrias poluidoras, com capacidade de assustar o mundo por ocasião das olimpíadas de 2008 e com qualidade de vida para sua população.


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