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INFRA-ESTRUTURAS EM ENERGIA E TRANSPORTES E CRESCIMENTO ECONÔMICO NA CHINA

Elias Marco Khalil Jabbour



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II.6.8 – Mais vantagens e reestruturações

É mister assinalarmos alguns dados acerca das vantagens, tanto para as zonas em que se encontram as matérias-primas, quanto para os receptores.

As metrópoles de Xangai, Pequim, Tanquim, Guangzhou e Shenzen têm sido usadas como cidades-modelo para promover o uso de gás em veículos motorizados a gasolina, para tornar o ar menos poluído. Pequim promete baixar a poluição através do aumento da proporção do consumo de gás e eletricidade em até 75%, em 2005, e 83%, em 2010. Para as Olimpíadas de 2008, 90% dos táxis e 70% dos ônibus da cidade serão abastecidos por gás natural.

Já a cidade de Xangai, maior centro industrial e comercial, com 70% de seu consumo energético providos pela queima de carvão, planeja o aumento do consumo de gás nos setores industrial e automobilístico e pretende construir usinas elétricas a gás até 2005 – para quando está previsto aumento do volume de uso desse combustível para 3 bilhões de m3. Apesar de não termos dados disponíveis, a economia financeira com o uso de gás natural é, juntamente com a melhoria da qualidade de ar, o maior atrativo dessa reestruturação energética.

Com relação à estratégia chinesa de desenvolver o oeste do país, é mister assinalarmos que, desde o início das obras do gasoduto, 33 empresas de Henan, Anhui, Jiangsu, Zhejiang e Xangai firmaram contratos de fornecimento de gás com empresas estatais do setor, localizadas nessa parte da China.

Para Xinjiang, além das considerações de Mahnmut Muhammat, o desenvolvimento das indústrias petrolíferas e gasífera alcançou a cifra de 60% do valor industrial obtidos pela região autônoma. Segundo previsões, com o projeto, as vantagens em recursos naturais se converterão rapidamente em vantagens econômicas, pois com o gás natural e os impostos cobrados sobre o transporte, após 2006, há estimativas de entrada de rendas calculadas em US$ 1,1 bilhão, com aumento de receita industrial de 27% em relação a 1990 136.

A província de Gansu, no centro-oeste chinês, é a segunda maior base petroquímica e primeira maior base de metais não-ferrosos da China; 70% de sua energia consumida provêm do carvão. Uma estrutura energética assim não satisfaz as crescentes demandas desenvolvimentistas e sociais de Gansu, que conta com esse desenvolvimento para melhora da qualidade de vida do povo a partir da redução da emissão de poluentes.

A Região Autônoma de etnia hui de Ningxia, cuja base econômica é a indústria química, já tem como base energética o gás natural proveniente do campo Shaanxi-Gansu-
Ningxia, além de contar com abundantes recursos hídricos e com baixo preço do carvão em relação ao restante do país. Com a execução do projeto e a economia nos custos ele se converterá na maior base nacional de fertilizantes químicos do país.

Devido ao alto índice de utilização carbonífera (85%), na província de Shaanxi, a melhora da qualidade dos produtos de algumas unidades empresariais tem sido limitada.

Assim, a província utilizará o gás natural na renovação de suas caldeiras industriais e na geração de eletricidade.

Em Shanxi – rica em carvão –, onde a composição do metano extraído do carvão é similar ao do gás natural, com seu transporte compatível, juntamente com o gás natural, no futuro gasoduto, serão construídos 10 gasodutos para metano cuja longitude total será de

1.600 km, com término previsto para 2010, com capacidade de transportar 3,5 bilhões de m3 anuais.

A província de Henan, desde a década de 80, utiliza seu próprio gás natural como fonte de energia para sua indústria; porém, em 2003, necessitará de 770 milhões de m3, em 2005 de 2,84 bilhões de m3; e, em 2010, de 3,5 bilhões de m3. Segundo políticos da província, a construção do gasoduto suprirá essa demanda.

Anhui construirá centros de transportes de gás natural, como nas cidades de Hefei, Bengbu e Wuhu, e uma rede de distribuição de gás que chegará a todos os consumidores da província.

E em Jiangsu, a introdução de gás natural ajudará a melhorar a estrutura de seu consumo elétrico e aumentará sua capacidade durante os períodos de máximo consumo.

Atualmente, possui um déficit energético de 6 bilhões de kw anuais.


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