BIBLIOTECA VIRTUAL de Derecho, Economía y Ciencias Sociales


INFRA-ESTRUTURAS EM ENERGIA E TRANSPORTES E CRESCIMENTO ECONÔMICO NA CHINA

Elias Marco Khalil Jabbour



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II.4.1 – Necessidades e importância

Internacionalmente, com as duas crises do petróleo e a cartelização de comercialização, o mundo viu-se obrigado a conceber novas formas de energia, a fim de diminuir a excessiva dependência com relação ao petróleo, ao gás natural e ao carvão mineral.

No caso chinês, ficou patente a necessidade de pesquisas que fossem além da construção de usinas hidrelétricas: durante um largo período, o consumo de carvão correspondeu a 75% de seu total energético e o petróleo passou a ser importado em 1993, seguindo-se a um período em que havia auto-suficiência na produção de seus derivados.

Por outro lado, o carvão e o petróleo se constituem em sérios poluentes. A China tem assinado diversos acordos de proteção e manutenção do meio ambiente. Assim, as pesquisas em torno da energia nuclear entraram na ordem do dia.

Podemos enumerar três motivos para o desenvolvimento de tal tecnologia:

- É mister desenvolver e aumentar a capacidade nuclear para o século.

- Ajudará a construir uma nova segurança da China para o vigente século.

- Ajudará a aliviar os problemas relacionados ao meio ambiente.

O maior óbice para o desenvolvimento da energia nuclear na China está na falta de condições para desenvolvê-la em larga escala comercial. É muito mais caro desenvolver energia provinda da fissão nuclear do que por hidroeletricidade ou pela queima de carvão.

Na visão dos chineses, o desafio é encontrar uma forma de baratear em 20% o custo da construção de uma usina nuclear, o que a tornaria viável ante a geração de energia via queima de carvão. A experiência internacional demonstra que o princípio básico para se baixar o custo de uma usina passa pelo rígido controle estatal sobre o planejamento, construção e funcionamento da mesma.

Como colaboração, este trabalho sugere que no caso chinês – onde a demanda energética verificada nesta pesquisa e comprovada pela realidade é altamente desequilibrada – seria interessante realizar planos de desenvolvimento de energia nuclear primeiro nas regiões com limitações energéticas e com sérios problemas ambientais. Seria uma forma de estimular a concorrência entre as diferentes empresas internacionais do ramo devido à alta demanda das regiões costeiras com conseqüente baixa no custo.

Além disso, ainda como forma de colaboração, elaboramos três importantes questões a serem enfrentadas:

1-Planificação em longo prazo: é importante pelo fato de as centrais nucleares necessitarem de enormes investimentos, um longo período de construção (7 anos) e um longo período de operação (30-40 anos).

2-Gestão estatal de energia nuclear: existem duas práticas internacionais neste aspecto. A primeira pressupõe que o governo coordene em conjunto com uma comissão de energia nuclear a gestão de empreendimentos. A segunda, que o governo gestione a indústria nuclear em duas frentes: a segurança nuclear e a indústria;

3-Reforma da indústria energética nuclear: percebemos que a maioria das usinas nucleares da China é puramente de centrais elétricas, sendo que a maioria delas em outras partes do mundo pode utilizar outros recursos energéticos para a geração de energia. Logo, ganha força o argumento exposto de o governo chinês favorecer investimentos em “usinas” nucleares nas zonas costeiras, enquanto as “centrais” podem em longo prazo se expandir pelo país.

Nesta exposição, procuramos elucidar a questão do desafio de baixar o custo operacional para a geração de tal forma de energia. Descreveremos agora os projetos encerrados e em andamento na China.


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