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INFRA-ESTRUTURAS EM ENERGIA E TRANSPORTES E CRESCIMENTO ECONÔMICO NA CHINA

Elias Marco Khalil Jabbour



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II.2 – Desenvolvimento acelerado das rodovias e auto-estradas e a questão urbana em Pequim

As rodovias cobrem atualmente 75% das zonas rurais do país. Em 1979, a sua quilometragem total era de 876.000 km; em 2001, chegou a 1,70 milhões de km; e, em 2002, alcançou 1,75 milhões, o que faz da China o 4o país do mundo em estradas.

Apesar dos avanços alcançados na construção rodoviária, percebemos visivelmente que o atual nível do serviço prestado está aquém das necessidades desenvolvimentistas do país.

Uma análise mais profunda do problema nos remeterá ao fato de as ferrovias terem sido o meio de transporte mais amplamente utilizado pela China desde a ocupação estrangeira. Essa opção continuou após a fundação da República Popular em 1949. A ênfase na industrialização pesada é o elemento-chave para compreendermos isso, pois as ferrovias são muito mais econômicas para transportar grandes quantidades de material pesado, com baixo custo por quilômetro.

Esta secundarização das rodovias se explica também pela falta de acesso a maiores opções energéticas, principalmente o petróleo. Nesse período, o China além de ter avançado na descoberta e prospecção de petróleo, seu isolamento diplomático (até 1971) não permitia maiores contatos e contratos com o exterior. Países como Inglaterra, EUA e Alemanha resolveram problemas desta ordem por meio de investimentos maciços em ciência e tecnologia e por guerras de conquista.

É muito importante essa abordagem histórica. O economista Sylvie Démurger em estudo muito interessante intitulado Infrastructures Development and Economic Growth: An Explanation for Regional Disparities in China (obra já citada), em que pese seu esforço em explanar com seriedade acerca da problemática regional chinesa, em nenhum momento trata de questões históricas e de conjuntura internacional, conotando um empobrecimento do estudo, que não leva em consideração que as opções em política econômica da China eram produto de tal conjuntura.

Retornando ao cerne da questão, a longitude total das rodovias chinesas corresponde apenas a 20% da dos EUA, assim como o nível das mesmas está abaixo das encontradas em países como Brasil ou Argentina. Se compararmos o número de km per capita veremos a China em 73º lugar do mundo, enquanto os EUA estão na 7º posição, a Rússia em 27º e a

Para termos uma idéia clara: 65% das estradas chinesas são de baixo nível e as modernas auto-estradas atingem somente 0,5% do total rodoviário. O país ainda não conta com uma rede de auto-estradas que o conecte em várias linhas norte-sul, e 1,5% dos cantões e povoados e 14% das aldeias do país não estão ligados ao restante do país por via rodoviária.

Pessoalmente pudemos perceber em estradas do interior do país, a utilização de quaisquer tipos de veículos, como automóveis caminhões e veículos manuais. Metade das estradas na China está suportando um volume de tráfego acima do projetado, ocasionando um baixo rendimento na utilização.


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