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INFRA-ESTRUTURAS EM ENERGIA E TRANSPORTES E CRESCIMENTO ECONÔMICO NA CHINA

Elias Marco Khalil Jabbour



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II.4.2 – Construção de centrais: grandes avanços entre 1991 e 2002

O período entre 1991 e 1996 assinalou a capacidade chinesa de desenhar e construir suas próprias centrais nucleares com geradores de 300 e 600 mega-watts. Porém, para chegar a esse nível de desenvolvimento, a indústria nuclear chinesa é marcantemente aberta ao exterior, de forma que as grandes centrais chinesas são formadas por joint-ventures.

A entrada em funcionamento da primeira fase da Central de Qinshan, em 1991, marcou a entrada da China no seleto grupo de países auto-suficientes na produção e construção de usinas nucleares, juntando-se a EUA, Inglaterra, Rússia, França, Canadá e Suécia. A Central de Qinshan, localizada na província de Zhejiang (a leste) proveu a China de tecnologia para desenvolver suas próprias centrais. Foi projeto prioritário dos 8º e 9º Planos Qüinqüenais e o maior em cooperação entre o Canadá e a China. A usina adotou tecnologia nuclear provada com reatores de água pesada Kandi VI canadenses, com vida útil de cerca de 40 anos.

O segundo grupo de geradores de Qinshan foi posto em operação no mês de janeiro de 2003, gerando eletricidade para toda a rede conectada com centrais hidrelétricas. Sua construção foi iniciada em 1998. Em julho de 2002, foi finalizada a etapa de provimento de material, entrando em provas já no mês de novembro. Entre as obras desse tipo na China, o segundo grupo de geradores de Qinshan foi o que obteve maior rapidez de construção, colocando a central entre as mais modernas do mundo. Vemos que muitos de seus índices de geração de eletricidade têm batido recordes entre as centrais de água pesada no mundo. Seu 3º grupo de geradores será posto em funcionamento em agosto de 2003, completando a central e dispondo para o leste chinês cerca de 10 bilhões de kw/hora, passando a contribuir decisivamente no alívio de escassez de energia elétrica no leste chinês 114.

A segunda central posta em funcionamento foi a de Daiawan, localizada em Malingjiao, província de Guangdong, em 1996, iniciada em 1984, com investimentos da ordem de US$ 4 bilhões. Trata-se da segunda maior central atômica chinesa, a segunda maior joint-venture em operação na China.

Trata-se de uma central construída entre a Companhia de Investimentos em Energia Nuclear de Guangdong e a Companhia de Investimentos em Energia Nuclear de Hong-Kong.

Foi equipada com dois geradores de energia nuclear de água pressurizada importados da França e da Inglaterra. Atualmente, gera 12,6 bilhões de kw/h de eletricidade: 30% para Guangdong e 70% para Hong-Kong 115.

O terceiro grande investimento da China nesse campo foi a conclusão do primeiro grupo de geradores da Central de Lingao, localizada em cidade homônima, na província de Guangdong. Quando o segundo grupo de geradores for entregue no final de 2003, 10% da energia consumida por Guangdong serão providos pela central – ou seja, 13 bilhões de kw/h.

Trata-se de uma joint-venture chinesa em conjunto com as francesas Frematone ANP, Eletricitè de France e Alston, juntamente com a Siemens da Alemanha 116. Essa obra teve início em 1997 e foi concluída em março de 2002. O custo total do primeiro grupo de geradores foi de US$ 4 bilhões.

A última central nuclear em obras, cuja duração é mais longa, teve início em 1992 e se encontra em Lianyungang (nordeste da China): trata-se da Central Nuclear deTianwan – obra prioritária dos 8º, 9º e 10º Planos Qüinqüenais.

A Central de Tianwan está sendo construída em parceria com a Rússia que, além de tecnologia, também está construindo obras infra-estruturais em torno da central. A Siemens, da Alemanha, fornece as equipes digitais e a China realiza boa parte das obras de construção e se responsabiliza pela instalação de equipes.

O primeiro grupo de geradores será posto em funcionamento em 2004 e o segundo em 2005. Infelizmente falta-nos maiores informações sobre essa obra.


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