Quociente de Localização
BIBLIOTECA VIRTUAL de Derecho, Economía y Ciencias Sociales

 

ANÁLISE DE DESEMPENHO DAS CULTURAS AGRÍCOLAS DA PARAÍBA
 

Luiz Gonzaga de Sousa

 

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CAPÍTULO V. Quociente de Localização:

No que respeita aos quocientes de localização, que denotam a propensão da localidade quanto à produção agrícola, observa-se para o ano de 1997 e para as culturas permanentes, como está nos QUADROS VIIa a VIIm que, para as microrregiões da Paraíba, no que respeita ao Agreste da Borborema, três produtos foram fundamentais, quanto a sua localização, mesmo que insignificantes em seus índices, como foi o caso de limão com quociente de 2,74, manga 1,39, abacate 1,21 e laranja 1,57; para o Brejo Paraibano, os escolhidos foram tangerina com quociente de 3,10, abacate 1,71, banana 1,54 e laranja 1,40; no Curimataú apareceram sisal com 16,29 e Caju 4,06; nos Cariris Velhos uva com 18,08, café 4,28, banana 2,72 e manga 1,26; no Catolé do Rocha, tem-se manga com 2,00; no Piemonte da Borborema apareceram pimenta do reino com 7,90, caju 2,58, limão 2,02, laranja 1,33 e manga 1,33; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiu somente manga com 1,79; no Litoral Paraibano coco da baía com 2,79, mamão 7,52 e pimenta do reino 2,16; no Seridó Paraibano algodão arbóreo com 26,10, sisal 11,89 e caju 11,81; Depressão do Alto-Piranhas, algodão arbóreo com 4,24, coco da baía 4,17, manga 1,15 e limão 1,60; no Sertão de Cajazeiras, coco da baía com 3,18, manga 1,25, limão 1,10 e algodão arbóreo 1,13 e banana 1,34 e Serra do Teixeira café com 53,54, caju 9,33, mamão 2,31 e abacate 7,93.

Por outro lado, é que, as culturas de mais baixa localização foram: coco da baía no Agreste da Borborema e Brejo Paraibano com índices de 0.07 e 0,04 respectivamente; mamão no Curimataú com 0,11, no Sertão de Cajazeiras com 0,10 e na Depressão do Alto-Piranhas com 0,11; sisal no Brejo Paraibano com 0,09, nos Cariris Velhos com 0,11, Piemonte da Borborema com 0,001 e Depressão do Alto-Piranhas com 0,002; laranja na Depressão do Alto-Piranhas com 0,08, no Seridó Paraibano com 0,10 e no Catolé do Rocha com 0,11, mamão no Sertão de Cajazeiras com 0,10, na Depressão do Alto-Piranhas com 0,11 e no Curimataú com 0,11; caju no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba com 0,04; limão no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba com 0,07; banana no Seridó Paraibano com 0,02; laranja na Depressão do Alto-Piranhas com 0,08, no Catolé do Rocha com 0,11 e no Seridó Paraibano com 0,10. Isto indica as culturas que participam de uma certa especialização na área cultivada são abacate na Serra do Teixeira, algodão arbóreo no Seridó Paraibano e na Depressão do Alto-Piranhas, café nos Cariris Velhos e na Serra do Teixeira, caju no Curimataú, no Seridó Paraibano e na Serra do Teixeira, coco da baía no Litoral Paraibano e na Depressão do Alto-Piranhas, mamão no Litoral Paraibano e na Serra do Teixeira, pimenta do reino no Piemonte da Borborema e no Litoral Paraibano, sisal ou agave no Curimataú e no Seridó Paraibano e uva nos Cariris velhos.

Para o ano de 1996, verifica-se que, no que respeita ao Agreste da Borborema, três produtos foram fundamentais, quanto a sua localização, mesmo que insignificantes em seus índices, como foi o caso de limão com quociente de 2,58, laranja 1,45 e abacate 1,61; para o Brejo Paraibano, os escolhidos foram tangerina com quociente de 3,42, abacate 1,72, banana 1,77 e laranja 1,94; no Curimataú apareceram sisal com 11,83 e Caju 3,43; nos Cariris Velhos uva com 28,15, café 7,16 e banana 3,62; no Catolé do Rocha, tem-se manga com 2,06; no Piemonte da Borborema surgiram caju com 1,95, limão 2,03 e manga 1,46; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiu somente manga com 1,68; no Litoral Paraibano coco da baía com 2,56 e mamão 5,88; no Seridó Paraibano algodão arbóreo com 29,81, sisal 7,01 e caju 7,66; Depressão do Alto-Piranhas, coco da baía com 3,44, manga 1,15 e limão 1,73; no Sertão de Cajazeiras, coco da baía com 5,56, limão 1,40, algodão arbóreo 3,99 e banana 2,67 e Serra do Teixeira café com 40,96, caju 7,19, mamão 1,41, pimenta do reino 56,04 e abacate 6,60.

Já quanto às culturas de mais baixa localização foram: pimenta do reino com quociente de 0,01, e mamão 0,08 no Agreste da Borborema; pimenta do reino com 0,02, mamão 0,04 e coco da baía 0,07 Brejo Paraibano; mamão com 0,07 no Curimataú; mamão com 0,09 e laranja 0,10 no Catolé do Rocha; caju com 0,04 e limão 0,10 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; banana com 0,02, laranja 0,10 e mamão 0,06 no Seridó Paraibano; laranja com 0,08 na Depressão do Alto-Piranhas; manga com 0,08 no Sertão de Cajazeiras e algodão arbóreo com 0,09 na Serra do Teixeira. Isto denota as culturas que participam de uma certa especialização, ou não, na área cultivada que são café, pimenta do reino e caju na Serra do Teixeira, coco da baía no Sertão de Cajazeiras, algodão arbóreo e caju no Seridó Paraibano, coco da baía na Depressão do Alto-Piranhas, uva e café nos Cariris Velhos, sisal e caju no Curimataú e mamão no Litoral Paraibano.

Para o ano de 1995, observa-se que, no que respeita ao Agreste da Borborema, três produtos foram fundamentais, quanto a sua localização, mesmo que insignificantes em seus índices, como foi o caso de limão com quociente de 1,59, manga 1,60, laranja 1,31 e abacate 1,35; para o Brejo Paraibano, os escolhidos foram tangerina com quociente de 3,77, abacate 1,51, banana 2,64 e laranja 1,31; no Curimataú apareceram sisal com 13,01 e Caju com 3,49; nos Cariris Velhos uva com 28,88, manga 1,40 e banana 2,21; no Catolé do Rocha, tem-se banana com 8,13 e coco da baía 4,32; no Piemonte da Borborema apareceram laranja com 2,16, limão 1,85 e pimenta do reino 8,04; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiu somente manga com 1,78; no Litoral Paraibano coco da baía com 4,41, abacate 2,24, pimenta do reino 1,94 e mamão 4,95; no Seridó Paraibano, algodão arbóreo com 8,68, sisal 3,58 e caju 3,14; Depressão do Alto-Piranhas, coco da baía com 2,09, manga 1,45, algodão 4,22 e limão 2,72; no Sertão de Cajazeiras, coco da baía com 2,31, limão 2,94, algodão arbóreo 1,45 e manga 1,34 e Serra do Teixeira café com 32,63, caju 10,92, mamão 5,95 e laranja 1,31.

Entretanto, quanto às culturas de mais baixa localização foram: sisal com 0,04 e coco da baía 0,07 no Agreste da Borborema; mamão com 0,05 e coco da baía 0,03 Brejo Paraibano; mamão com 0,04 e coco da baía 0,03 no Curimataú; caju com 0,04 e banana 0,06 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; banana com 0,002 e coco da baía 0,04 no Seridó Paraibano e coco da baía com 0,06 na Serra do Teixeira. Essas culturas, tendo em vista o baixo grau de localização, podem até ser desprezadas dessas microrregiões, cujas vantagens comparativas não são mais lucrativas, devido o seu alto custo de cultivar internamente em cada área destas. Isto sugere que as culturas que participam de uma certa especialização na área cultivada são café, caju e mamão na Serra do Teixeira; algodão arbóreo na Depressão do Alto-Piranhas; algodão arbóreo no Seridó Paraibano; mamão e coco da baía no Litoral; pimenta do reino no Piemonte da Borborema; banana e coco da baía, uva nos Cariris Velhos e sisal no Curimataú.

Para o ano de 1994, verifica-se que, no que respeita ao Agreste da Borborema, três produtos foram fundamentais, quanto a sua localização, mesmo que insignificantes em seus índices, como foi o caso de manga com quociente de 1,96, laranja 1,29 e abacate 1,62; para o Brejo Paraibano, os escolhidos foram tangerina com quociente de 3,61, abacate 1,57, banana 2,54 e laranja 1,21; no Curimataú apareceram sisal com 10,93 e Caju 2,40; nos Cariris Velhos caju com 2,37, manga 1,82 e banana 2,01; no Catolé do Rocha, tem-se banana com 8,29 e coco da baía 4,16; no Piemonte da Borborema apareceram laranja com 1,80, limão 2,46, pimenta do reino 7,73 e manga 1,54; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiu somente manga com 2,02; no Litoral Paraibano coco da baía com 3,74, pimenta do reino 1,60 e mamão 5,09; no Seridó Paraibano algodão arbóreo com 13,69, sisal 7,19 e caju 6,42; na Depressão do Alto-Piranhas, algodão arbóreo 5,77, coco da baía 2,45, manga 1,66 e limão 2,58; no Sertão de Cajazeiras, coco da baía com 2,24, limão 4,87 e algodão arbóreo 2,65 e na Serra do Teixeira café com 51,54, caju 12,37, laranja 1,86 e sisal 5,10.

Quanto às culturas de mais baixa localização foram: sisal com 0,06, coco da baía 0,07, tangerina 0,08 e mamão com 0,09 no Agreste da Borborema; sisal com 0,001, coco da baía 0,03 e mamão 0,03 Brejo Paraibano; mamão com 0,02, coco da baía 0,02 e algodão arbóreo 0,09 no Curimataú; algodão arbóreo com 0,08 e mamão 0,09 nos Cariris Velhos; sisal com 0,002 e coco da baía 0,07 no Piemonte da Borborema; caju com 0,04, banana 0,09 e tangerina 0,06 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; tangerina com 0,05 no Litoral Paraibano; coco da baía com 0,08 no Seridó Paraibano e laranja com 0,03 e sisal 0,01 na Depressão do Alto-Piranhas. Isto demonstra as culturas que participam de uma certa especialização na área cultivada são café, pimenta do reino, e sisal na Serra do Teixeira; limão no Sertão de Cajazeiras; algodão arbóreo na Depressão do Alto-Piranhas; algodão arbóreo, sisal e caju no Seridó Paraibano; mamão no Litoral Paraibano; pimenta do reino no Piemonte da Borborema; banana e coco da baía no Catolé do Rocha e sisal no Curimataú.
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Para o ano de 1993, constata-se que, no que respeita ao Agreste da Borborema, três produtos foram fundamentais, quanto a sua localização, mesmo que insignificantes em seus índices, como foi o caso de manga com quociente de 1,20, laranja 1,41 e limão 2,02; para o Brejo Paraibano, os escolhidos foram banana com quociente de 2,78 e laranja 1,96; no Curimataú apareceram sisal com 13,59; nos Cariris Velhos manga com 2,17 e uva 10,58; no Catolé do Rocha, não se produziu nada significante; no Piemonte da Borborema apareceram pimenta do reino com 5,57 e manga 1,66; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiram manga com 1,85, mamão 1,50 e coco da baía 1,13; no Litoral Paraibano somente coco da baía com 3,74; no Seridó Paraibano algodão arbóreo com 31,41, sisal 17,43 e caju 6,14; na Depressão do Alto-Piranhas, algodão arbóreo 7,40, limão 3,47 e manga 2,17; no Sertão de Cajazeiras, manga com 2,28 e algodão arbóreo 3,89 e na Serra do Teixeira caju com 71,28, algodão arbóreo 7,72 e sisal 12,62.

Pois, quanto às culturas de mais baixa localização foram: coco da baía com 0,02 e caju 0,03 no Agreste da Borborema; sisal com 0,001 e coco da baía 0,02 no Brejo Paraibano; coco da baía com 0,01 no Curimataú; algodão arbóreo com 0,07 e sisal 0,07 nos Cariris Velhos; toda a produção foi insignificante que não apareceu resultado no Catolé do Rocha; coco da baía com 0,03 no Piemonte da Borborema; sisal com 0,02 no Litoral Paraibano; sisal com 0,03 e laranja 0,01 na Depressão do Alto-Piranhas, coco da baía com 0,08 no Sertão de Cajazeiras e coco da baía com 0,02 na Serra do Teixeira. Isto indica as culturas que participam de uma certa especialização na área cultivada como o caju, algodão arbóreo e sisal na Serra do Teixeira; algodão arbóreo no Sertão de Cajazeiras; algodão arbóreo e limão na Depressão do Alto-Piranhas; algodão arbóreo, sisal e caju no Seridó Paraibano; somente coco da baía no Litoral Paraibano; pimenta do reino no Piemonte da Borborema; uva nos Cariris Velhos e sisal no Curimataú.

Para o ano de 1992, demonstra-se que, no que respeita ao Agreste da Borborema, três produtos foram fundamentais, quanto a sua localização, mesmo que insignificantes em seus índices, como foi o caso de manga com quociente de 1,19, laranja 1,58 e abacate 2,86; para o Brejo Paraibano, os escolhidos foram banana com quociente de 3,13, e laranja 2,12; no Curimataú apareceram sisal com 5,52; nos Cariris Velhos abacate com 1,82, manga 2,31 e uva 10,04; no Catolé do Rocha, tem-se banana com 11,05 e coco da baía 2,08; no Piemonte da Borborema apareceram laranja com 1,38, limão 2,91 e pimenta do reino 5,01; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiram coco da baía com 1,27 e manga 2,06; no Litoral Paraibano coco da baía com 5,99, pimenta do reino 1,36 e tangerina 5,40; no Seridó Paraibano, algodão arbóreo com 5,87, sisal 6,57 e caju 1,19; na Depressão do Alto-Piranhas, algodão arbóreo 6,20, banana 1,35, manga 2,02 e limão 2,79; no Sertão de Cajazeiras, coco da baía com 6,91, limão 2,64 e manga 1,97 e na Serra do Teixeira algodão arbóreo com 2,26, café 32,25, caju 26,29, laranja 1,12 e sisal 2,51.

Quanto às culturas de mais baixa localização foram: caju com 0,01, coco da baía 0,03 no Agreste da Borborema; sisal com 0,001 e coco da baía 0,04 no Brejo Paraibano; coco da baía com 0,01 e algodão arbóreo 0,04 no Curimataú; algodão arbóreo com 0,08, sisal 0,04 e coco da baía 0,07 nos Cariris Velhos; sisal com 0,002 e coco da baía 0,09 no Piemonte da Borborema; sisal com 0,01 no Litoral Paraibano; coco da baía com 0,08 e banana com 0,01 no Seridó Paraibano; sisal com 0,02 na Depressão do Alto-Piranhas; sisal com 0,06 e coco da baía 0,05 na Serra do Teixeira. Isto mostra que as culturas que participam de uma certa especialização na área cultivada são café, caju na Serra do Teixeira; algodão arbóreo no Sertão de Cajazeiras; algodão arbóreo na Depressão do Alto-Piranhas; algodão arbóreo e sisal no Seridó Paraibano; coco da baía e tangerina no Litoral Paraibano; pimenta do reino no Piemonte da Borborema; banana no Catolé do Rocha, uva nos Cariris Velhos; sisal no Curimataú e mesmo um pouco fraco banana no Agreste da Borborema.

Para o ano de 1991, tem-se que, no que respeita ao Agreste da Borborema, quatro produtos foram fundamentais, quanto a sua localização, mesmo que insignificantes em seus índices, como foi o caso de manga com quociente de 1,16, laranja 1,54, limão 2,31 e abacate 3,59; para o Brejo Paraibano, os escolhidos foram tangerina com quociente de 1,46, abacate 1,21, banana 1,88, café 3,20 e laranja 2,09; no Curimataú apareceu sisal com 4,62; nos Cariris Velhos, manga com 2,02, uva 10,05 e banana 1,05; no Catolé do Rocha, tem-se banana com 13,84 e coco da baía 2,19; no Piemonte da Borborema apareceram laranja com 1,52, caju 1,52, limão 2,38, pimenta do reino 5,15 e manga 1,20; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiram mamão com 1,58, coco da baía 1,17 e manga 2,02; no Litoral Paraibano coco da baía com 6,41, pimenta do reino 1,30, abacate 2,19, tangerina 4,53 e mamão 6,56; no Seridó Paraibano, algodão arbóreo com 4,76, sisal com 5,08 e caju 2,66; na Depressão do Alto-Piranhas, algodão arbóreo 6,18, banana 1,36, manga 1,83 e limão 2,32; no Sertão de Cajazeiras, limão com 2,52, manga 1,57 e algodão arbóreo 8,49 e na Serra do Teixeira café com 18,72, caju 10,54, algodão arbóreo 1,59 e sisal 4,05.

Pois, quanto às culturas de mais baixa localização foram: coco da baía 0,03 no Agreste da Borborema; sisal com 0,01 e coco da baía 0,04 no Brejo Paraibano; coco da baía com 0,01 e algodão arbóreo 0,09 no Curimataú; algodão arbóreo com 0,08, coco da baía 0,07 e sisal 0,06 nos Cariris Velhos; sisal com 0,002 e coco da baía 0,10 no Piemonte da Borborema; sisal com 0,01 no Litoral Paraibano; coco da baía com 0,07, banana 0,01 e laranja 0,001 no Seridó Paraibano; laranja com 0,06 e sisal 0,01 na Depressão do Alto-Piranhas; sisal no Sertão de Cajazeiras e coco da baía na Serra do Teixeira. Isto quer dizer que as culturas que participam da especialização na área cultivada são: café, caju e sisal na Serra do Teixeira; algodão arbóreo no Sertão de Cajazeiras; algodão arbóreo na Depressão do Alto-Piranhas; algodão arbóreo e sisal no Seridó Paraibano; mamão, tangerina e coco da baía no Litoral Paraibano; pimenta do reino no Piemonte da Borborema; banana e coco da baía no Catolé do Rocha; uva nos Cariris Velhos; sisal no Curimataú; mesmo fraco banana no Brejo Paraibano e abacate no Agreste da Borborema, também fraco.

Para o ano de 1990, no que respeita ao Agreste da Borborema, três produtos foram fundamentais, quanto a sua localização, mesmo que insignificantes em seus índices, como foi o caso de limão com quociente de 2,56, laranja 1,71 e abacate 1,87; para o Brejo Paraibano, os escolhidos foram tangerina com quociente de 2,88, abacate 1,89, café 1,78, banana 2,96 e laranja 2,04; no Curimataú apareceram sisal com 4,48 e abacate 1,77; nos Cariris Velhos, manga com 2,04 e uva 9,55; no Catolé do Rocha, tem-se banana com 5,05, manga 1,13 e limão 5,86; no Piemonte da Borborema apareceram laranja com 1,51, limão 2,36, pimenta do reino 5,32, caju 1,81 e manga 1,18; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiram coco da baía com 1,23, mamão 1,08 e manga 1,99; no Litoral Paraibano, coco da baía com 6,31, pimenta do reino 1,08, caju 1,33, tangerina 2,60; abacate 1,22 e mamão 6,61; no Seridó Paraibano algodão arbóreo com 1,61 e sisal 5,59; na Depressão do Alto-Piranhas, algodão arbóreo 5,45, manga 1,96, banana 1,69 e limão 2,38; no Sertão de Cajazeiras, limão com 2,48, manga 1,54 e algodão arbóreo 19,72 e na Serra do Teixeira café com 24,46, caju 17,46, algodão arbóreo com 1,52 e sisal 5,43.

Quanto às culturas de mais baixa localização foram: coco da baía 0,03 no Agreste da Borborema; sisal com 0,01, coco da baía 0,04 e caju 0,06 no Brejo Paraibano; caju com 0,04 e coco da baía 0,01 no Curimataú; coco da baía com 0,07 e sisal 0,07 nos Cariris Velhos; sisal com 0,01 e coco da baía 0,10 no Piemonte da Borborema; sisal com 0,01 no Litoral Paraibano; coco da baía com 0,07, laranja 0,001, banana 0,01 no Seridó Paraibano; laranja com 0,08 e sisal 0,01 na Depressão do Alto-Piranhas; sisal com 0,07 no Sertão de Cajazeiras e coco da baía na Serra do Teixeira. Isto é, as culturas que participam de uma certa especialização com maior expressão na área cultivada são café, caju e sisal na Serra do Teixeira; algodão arbóreo no Sertão de Cajazeiras; algodão arbóreo na Depressão do Alto-Piranhas; sisal no Seridó Paraibano; mamão e coco da baía no Litoral Paraibano; pimenta do reino no Piemonte da Borborema; banana e limão no Catolé do Rocha; uva nos Cariris Velhos e sisal no Curimataú.

Para o ano de 1987, mostra-se que, no Agreste da Borborema, quatro produtos foram fundamentais, quanto a sua localização, mesmo que insignificantes em seus índices, como foi o caso de sisal com quociente de 1,37, manga 1,35, laranja 2,08 e abacate 2,47; para o Brejo Paraibano, os escolhidos foram tangerina com quociente de 4,30, abacate 3,72, banana 2,93, pimenta do reino 1,59, manga 1,10 e laranja 1,39; no Curimataú apareceram sisal com 6,96; nos Cariris Velhos, manga com 1,90, laranja 1,18 e banana 1,27; no Catolé do Rocha, tem-se banana com 27,09, coco da baía 28,98; no Piemonte da Borborema apareceram coco da baía com 0,06; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiram coco da baía com 10,12 e manga 2,88; no Litoral Paraibano, laranja com 1,23; no Seridó Paraibano algodão arbóreo com 1,67 e sisal 9,33; na Depressão do Alto-Piranhas, algodão arbóreo 11,47, manga 2,00, coco da baía 4,23, banana 2,60 e limão 7,22; no Sertão de Cajazeiras, banana com 1,78, manga 2,18, coco da baía 2,86 e algodão arbóreo 12,57 e na Serra do Teixeira, caju com 2,00 e sisal 1,39.

Já, quanto às culturas de mais baixa localização foram: sisal com 0,01 no Brejo Paraibano; laranja 0,03 e banana 0,04 no Curimataú; sisal com 0,01 no Litoral Paraibano; banana com 0,01 no Seridó Paraibano e banana 0,05, coco da baía com 0,09 e manga 0,06 na Serra do Teixeira. Em complementaridade, as culturas que participam de alguma especialização com relevante expressão na área cultivada são caju e sisal, mesmo fracos, na Serra do Teixeira; algodão arbóreo no Sertão de Cajazeiras; algodão arbóreo e coco da baía na Depressão do Alto-Piranhas; sisal no Seridó Paraibano; banana no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; banana e coco da baía no Catolé do Rocha; sisal no Curimataú e tangerina no Brejo Paraibano.

Para o ano de 1982, observa-se que, no que respeita ao Agreste da Borborema, três produtos foram fundamentais, quanto a sua localização, mesmo que insignificantes em seus índices, como foi o caso de limão com quociente de 1,32, laranja 1,42, sisal 2,86 e abacate 2,80; para o Brejo Paraibano, os escolhidos foram tangerina com quociente de 2,96, abacate 2,80, café 2,79, banana 1,52 e laranja 1,78; no Curimataú apareceu sisal com 4,13; nos Cariris Velhos, manga com 1,72, algodão arbóreo 2,62, café 4,31, e uva 10,94; no Catolé do Rocha, tem-se banana com 20,97 e algodão arbóreo 12,65; no Piemonte da Borborema apareceram laranja com 1,26, limão 1,52 e pimenta do reino 2,06; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiram mamão com 2,68 e manga 2,60; no Litoral Paraibano, coco da baía com 5,55, mamão 5,50, tangerina 2,17, pimenta do reino 1,30 e limão 1,15; no Seridó Paraibano algodão arbóreo com 2,03 e sisal 6,07; na Depressão do Alto-Piranhas, algodão arbóreo 6,09, manga 1,94, banana 4,88 e limão 3,20; no Sertão de Cajazeiras, limão com 3,44, sisal 1,96 e algodão arbóreo 8,01 e na Serra do Teixeira algodão arbóreo com 1,45 e sisal 5,24.

No entanto, para as culturas de mais baixa localização foram: sisal com 0,03, coco da baía 0,04 e algodão arbóreo 0,04 Brejo Paraibano; banana com 0,07 e coco da baía 0,05 no Curimataú; coco da baía com 0,09 nos Cariris Velhos; sisal com 0,05 e algodão arbóreo 0,001 no Piemonte da Borborema; sisal com 0,01 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; sisal com 0,01 no Litoral Paraibano; banana com 0,02 e caju 0,04 no Seridó Paraibano; banana com 0,09 e coco da baía 0,02 na Serra do Teixeira. Pois, as culturas que participam de um certo grau de especialização com maior participação na área cultivada são sisal na Serra do Teixeira; algodão arbóreo no Sertão de Cajazeiras; algodão arbóreo e banana na Depressão do Alto-Piranhas; sisal no Seridó Paraibano; mamão e coco da baía no Litoral Paraibano; banana e algodão arbóreo no Catolé do Rocha; uva e café nos Cariris Velhos e sisal no Curimataú.

O ano de 1979 resultou que, no Agreste da Borborema, três produtos foram fundamentais, quanto a sua localização, mesmo que insignificantes em seus índices, como foi o caso de abacate com quociente de 3,93, sisal 2,07 e limão 2,21; para o Brejo Paraibano, os escolhidos foram tangerina com quociente de 3,71, abacate 1,91, banana 2,10 e laranja 1,40; no Curimataú apareceram sisal com 5,92; nos Cariris Velhos, manga com 2,03, algodão arbóreo 2,24, banana 2,40 e uva 16,29; no Catolé do Rocha, tem-se banana com 7,69, algodão arbóreo 8,64, coco da baía 1,45 e limão 5,61; no Piemonte da Borborema apareceram laranja com 1,71, limão 1,62, pimenta do reino 3,06 e caju 1,52; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiram mamão com 14,19 e manga 2,58; no Litoral Paraibano, coco da baía com 3,54, caju 1,34, mamão 1,38, tangerina 1,30, abacate 1,82; no Seridó Paraibano algodão arbóreo com 1,79 e sisal 6,12; na Depressão do Alto-Piranhas, algodão arbóreo 7,38, manga 1,12, banana 2,64 e limão 2,14; no Sertão de Cajazeiras, limão com 3,23, algodão arbóreo 3,88, café 1,80 e sisal 2,29 e na Serra do Teixeira mamão com 4,18 e sisal 5,70.

Contudo, quanto às culturas de mais baixa localização foram: coco da baía 0,14 no Agreste da Borborema; sisal com 0,06 e algodão arbóreo 0,03 no Brejo Paraibano; banana com 0,04 e coco da baía 0,08 no Curimataú; coco da baía com 0,12 nos Cariris Velhos; sisal com 0,09 e algodão arbóreo 0,001 no Piemonte da Borborema; sisal com 0,02 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; sisal com 0,01 no Litoral Paraibano; caju com 0,08, banana 0,03 no Seridó Paraibano; laranja com 0,16 na Depressão do Alto-Piranhas e coco da baía com 0,02 na Serra do Teixeira. As culturas que participam de uma certa especialização com maior expressão na área cultivada são mamão e sisal na Serra do Teixeira; limão e algodão arbóreo no Sertão de Cajazeiras; algodão arbóreo na Depressão do Alto-Piranhas; sisal no Seridó Paraibano; mesmo fraco o coco da baía no Litoral Paraibano; mamão no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; mesmo fraco a pimenta do reino no Piemonte da Borborema; algodão arbóreo, banana e limão no Catolé do Rocha; café e uva nos Cariris Velhos; sisal no Curimataú; tangerina no Brejo Paraibano e abacate no Agreste da Borborema.

Para o ano de 1974, observa-se no Agreste da Borborema, quatro produtos foram fundamentais, quanto a sua localização, mesmo que insignificantes em seus índices, como foi o caso de limão com quociente de 2,31, laranja 1,59, sisal 3,04 e abacate 4,66; para o Brejo Paraibano, os escolhidos foram tangerina com quociente de 8,71, abacate 3,16, caju 2,15, banana 1,17, pimenta do reino 1,46 e laranja 1,25; no Curimataú apareceram sisal com 7,22, pimenta do reino 1,52 e caju 1,16; nos Cariris Velhos, manga com 1,78, café 91,04, banana 1,22 e uva 4,55; no Catolé do Rocha, tem-se banana com 1,57, algodão arbóreo 5,41 e limão 10,55; no Piemonte da Borborema apareceram laranja com 1,36, limão 1,90, pimenta do reino 3,35 e caju 2,25; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiram banana com 1,67 e manga 1,65; no Litoral Paraibano, coco da baía com 4,66, abacate 2,41, caju 1,03, tangerina 1,53, abacate 1,22 e mamão 6,61; no Seridó Paraibano algodão arbóreo com 1,74, sisal 4,25 e manga 1,66; na Depressão do Alto-Piranhas, algodão arbóreo 5,39, banana 2,77 e limão 2,09; no Sertão de Cajazeiras, limão com 1,99, manga 4,36, banana 1,80, café 10,65 e sisal 1,47 e na Serra do Teixeira café com 13,22, mamão 24,94, banana 1,45 e sisal 6,81.

Portanto, tem-se que, quanto às culturas de mais baixa localização foram: coco da baía 0,11 no Agreste da Borborema; algodão arbóreo com 0,03 e coco da baía 0,11 no Brejo Paraibano; laranja com 0,17 no Curimataú; coco da baía com 0,03 nos Cariris Velhos; coco da baía com 0,39 no Catolé do Rocha; coco da baía com 0,19 no Piemonte da Borborema; sisal com 0,11 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; sisal com 0,01 no Litoral Paraibano; caju com 0,13, banana 0,15 no Seridó Paraibano; laranja com 0,38 na Depressão do Alto-Piranhas; caju com 0,06 no Sertão de Cajazeiras e coco da baía com 0,03 na Serra do Teixeira. Ou seja, as culturas que participam de uma certa especialização com maior influência na área cultivada são café, mamão e sisal na Serra do Teixeira; algodão arbóreo, café e mamão no Sertão de Cajazeiras; algodão arbóreo na Depressão do Alto-Piranhas; sisal no Seridó Paraibano; coco da baía no Litoral Paraibano; pimenta do reino, mesmo fraco, no Piemonte da Borborema; algodão arbóreo e limão no Catolé do Rocha; café e uva nos Cariris Velhos; sisal no Curimataú; tangerina e abacate no Brejo Paraibano e abacate no Agreste da Borborema.

Para as culturas temporárias e para o ano de 1997, observa-se nos QUADROS VIIIa a VIIIm, para o Agreste da Borborema, cinco produtos foram aceitos como importantes nesta localidade, como foi o caso de batata doce com coeficiente de 7,44, batata-inglesa 86,58, cebola 14,07, fava 7,65, mamona 9,60; para o Brejo Paraibano, nenhuma cultura resultou importante na localidade; No Curimataú apareceram batata inglesa com 10,55, fava 9,63, mamona 9,73 e melancia 7,31; nos Cariris Velhos algodão herbáceo com 78,44, arroz 7,17, cana de açúcar 109,41, cebola 14,49, feijão 6,36, mandioca 12,53 e melancia 57,65; em Catolé do Rocha, tem-se abacaxi com 42,04, amendoim 10,08, cebola 8, 48, fava 385,29, mamona 26,89 e mandioca 6,84; no Piemonte da Borborema apareceu mamona com 6,30; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiu somente amendoim com 4,42, mesmo fraco; no Litoral não apresentou resultado significante neste ponto; no Seridó Paraibano fava com 20,29, feijão 15,76, mandioca 76,32, melancia 11,21 e milho 16,44; Depressão do Alto-Piranhas, algodão herbáceo com 29,58, arroz 47,46, feijão 25,26, fumo 9,11, mandioca 40,97, melancia 7,64 e milho 12,43; no Sertão de Cajazeiras, algodão herbáceo 17,42, arroz 39,90, fava 7,50 e melancia 11,24 e Serra do Teixeira alho com 41,67, fava 13,39, fumo 124,92, melancia 18,62.

Um ponto importante a ressaltar, é que, as culturas de baixa localização foram: abacaxi com 0,09 no Agreste da Borborema; algodão herbáceo com 0,06 e milho 0,07 no Brejo Paraibano; arroz com 0,02, cana de açúcar 0,02 e milho 0,06 no Curimataú; amendoim com 0,05 e batata inglesa 0,01 nos Cariris Velhos; fumo com 0,20 no Catolé do Rocha; milho com 0,06 no Piemonte da Borborema; arroz com 0,01, feijão 0,06 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; algodão herbáceo com 0,001, amendoim 0,03, arroz 0,002, cebola 0,01, fava 0,02, mandioca 0,05, melancia 0,01 e milho 0,001 no Litoral Paraibano; amendoim com 1,16 no Seridó Paraibano; cebola com 0,07 e mamona 0,06 na Depressão do Alto-Piranhas; mamona com 0,30 e amendoim 0,90 no Sertão de Cajazeiras e cana de açúcar com 0,20 e algodão herbáceo 0,36 na Serra do Teixeira. Quanto aos de mais alta localização tem-se batata inglesa e cebola no Agreste da Borborema; todos foram fracos no Brejo Paraibano; batata inglesa, fava e mamona no Curimataú; cana de açúcar, algodão herbáceo e melancia nos Cariris Velhos; fava, mamona e abacaxi no Catolé do Rocha; não se pode extrair o maior significante no Piemonte da Borborema; o mesmo aconteceu com o Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; da mesma forma com o Litoral Paraibano; mandioca e fava no Seridó Paraibano; arroz, mandioca e algodão herbáceo na Depressão do Alto-Piranhas; arroz e algodão herbáceo no Sertão de Cajazeiras e fumo e alho na Serra do Teixeira.

Já para o ano de 1996, observa-se que, no Agreste da Borborema, seis produtos foram aceitos como importantes nesta localidade, como foi o caso de batata doce com coeficiente de 12,51, batata-inglesa 64,97, fava 15,93, mandioca 11,52 e tomate 11,00; para o Brejo Paraibano, nenhuma cultura resultou importante na localidade; no Curimataú apareceram algodão herbáceo com 7,72, batata inglesa 6,18, fava 11,78, feijão 8,72, mandioca 14,46 e milho 7,16; nos Cariris Velhos algodão herbáceo com 108,01, arroz 6,34, cana de açúcar 108,01, cebola 13,34, fava 12,62, fumo 64,80, melancia 12,61 e milho 48,13; em Catolé do Rocha, tem-se abacaxi com 22,58, amendoim 14,54, fava 12,02, feijão 170,01, mandioca 7,66 e melancia 8,18; no Piemonte da Borborema apareceu cebola com 6,59, mamona 6,28; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiu somente amendoim com 4,22, mesmo fraco; no Litoral não apresentou resultado significante neste ponto; no Seridó Paraibano batata doce com 9,90, feijão 21,83, fumo 16,32, melancia 79,36, milho 8,76 e tomate 16,66; na Depressão do Alto-Piranhas, algodão herbáceo com 26,96, arroz 34,77, feijão 6,82, melancia 25,97, milho 10,05 e tomate 6,97; no Sertão de Cajazeiras, algodão herbáceo com 13,13, arroz 28,07, feijão 9,36, melancia 9,96 e milho 14,54 e na Serra do Teixeira fava com 14,92, feijão 18,06, mamona 50,65 e milho 17,37.

Quanto às culturas de baixa localização foram: abacaxi com 0,04, arroz 0,01 no Agreste da Borborema; algodão herbáceo com 0,11 e tomate 0,10 no Brejo Paraibano; arroz com 0,02 e cana de açúcar 0,03 no Curimataú; amendoim com 0,05 e batata inglesa 0,01 nos Cariris Velhos; mamona com 0,19 no Catolé do Rocha; amendoim com 0,18 no Piemonte da Borborema; arroz com 0,01 e fumo 0,04 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; algodão herbáceo com 0,001, amendoim 0,04, arroz 0,002, fava 0,01, feijão 0,02, melancia 0,05, milho 0,01 e tomate 0,001 no Litoral Paraibano; arroz com 1,68 no Seridó Paraibano, não insignificante; fava com 0,02 e mandioca 0,12 na Depressão do Alto-Piranhas; cana de açúcar com 0,30 e mandioca 0,42 no Sertão de Cajazeiras e cana de açúcar com 0,20 e algodão herbáceo 0,27. Quanto aos de mais alta localização tem-se batata inglesa e fava no Agreste da Borborema; todos foram fracos no Brejo Paraibano; fava e mandioca no Curimataú; cana de açúcar, algodão herbáceo, fumo e milho nos Cariris Velhos; feijão e abacaxi no Catolé do Rocha; não se pode extrair o maior significante no Piemonte da Borborema; o mesmo aconteceu com o Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; da mesma forma com o Litoral Paraibano; melancia, feijão, fumo e tomate no Seridó Paraibano; arroz, melancia e algodão herbáceo na Depressão do Alto-Piranhas; arroz, milho e algodão herbáceo no Sertão de Cajazeiras e mamona, feijão fava e milho na Serra do Teixeira.

Entretanto, para o ano de 1995, verifica-se que, no Agreste da Borborema, sete produtos foram aceitos como importantes nesta localidade, como foi o caso de batata doce com coeficiente de 11,42, batata-inglesa 112,36, fava 35,61, feijão 7,29, mandioca 8,11, milho 7,97 e tomate 6,34; para o Brejo Paraibano, mesmo fraco teve-se batata doce com 3,83 e mandioca 3,74; no Curimataú apareceram algodão herbáceo com 6,72, fava 15,01, feijão 13,53, mandioca 10,52 e milho 6,77; nos Cariris Velhos alho com 82,99, cebola 124,49, fava 19,26, feijão 14,00, milho 16,91 e tomate 59,41; em Catolé do Rocha, tem-se algodão herbáceo com 74,80, arroz 30,73, batata doce 7,34, feijão 12,31, fumo 134,98, melancia 63,51 e milho 9,39; no Piemonte da Borborema apareceu mandioca com 6,68 e abacaxi 4,39; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiu somente amendoim com 5,20, mesmo fraco; no Litoral não se apresentou resultado significante neste ponto; no Seridó Paraibano algodão herbáceo com 20,45, fava 7,44, feijão 21,00, fumo 6,22, milho 11,00 e tomate 12,19; na Depressão do Alto-Piranhas, algodão herbáceo com 36,27, arroz 41,61, batata doce 7,76, feijão 7,77, melancia 26,73, milho 10,22 e tomate 21,98; no Sertão de Cajazeiras, algodão herbáceo com 17,19, arroz 45,88, feijão 8,47, milho 12,31 e tomate 6,99 e na Serra do Teixeira alho com 28,52, feijão 16,81, mamona 80,33 e milho 23,10.

Todavia, quanto às culturas de baixa localização foram: abacaxi com 0,06 no Agreste da Borborema; algodão herbáceo com 0,19 e tomate 0,05 no Brejo Paraibano; cana de açúcar com 0,04 no Curimataú; arroz com 0,03 nos Cariris Velhos; cana de açúcar com 0,38 no Catolé do Rocha; arroz com 0,11 e algodão herbáceo 0,68 no Piemonte da Borborema; arroz com 0,01 e feijão 0,28 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; algodão herbáceo com 0,001, amendoim 0,09, arroz 0,02, fava 0,01, feijão 0,03, milho 0,01 e tomate 0,001 no Litoral Paraibano; amendoim com 0,37 no Seridó Paraibano; fava com 0,16 e mandioca 0,03 na Depressão do Alto-Piranhas; mandioca com 0,39 no Sertão de Cajazeiras e cana de açúcar com 0,10 e algodão herbáceo 0,40. Os de mais alta localização tem-se batata inglesa e fava no Agreste da Borborema; todos foram fracos no Brejo Paraibano; fava e feijão no Curimataú; cebola, alho e tomate nos Cariris Velhos; fumo, melancia e algodão herbáceo no Catolé do Rocha; mesmo fracos aparecem mandioca e abacaxi no Piemonte da Borborema; também com baixos índices surgem amendoim e fumo no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; não dá para dizer nada no Litoral Paraibano; melancia e algodão herbáceo no Seridó Paraibano; arroz, melancia e algodão herbáceo na Depressão do Alto-Piranhas; arroz, milho e algodão herbáceo no Sertão de Cajazeiras; e alho, mamona e milho na Serra do Teixeira.

Porém, para o ano de 1994, tem-se que no Agreste da Borborema, quatro produtos foram aceitos como importantes nesta localidade, como foi o caso de batata inglesa com coeficiente de 53,43, fava 8,96, feijão 7,28 e mandioca 7,25; para o Brejo Paraibano, nenhuma cultura resultou importante na localidade; no Curimataú apareceram cebola com 11,41, mamona 9,13; nos Cariris Velhos algodão herbáceo com 104,83, cana de açúcar 126,45, cebola 17,67, fava 13,51, fumo 7,90, melancia 9,25 e milho 40,07; em Catolé do Rocha, tem-se abacaxi com 37,48, amendoim 19,16, fava 15,57, feijão 85,47 e mandioca 6,11; no Piemonte da Borborema apareceu cebola com 3,05, mamona com 4,20, mesmo fracos; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiu somente alho com 3,90, mesmo fraco; no Litoral não apresentou resultado significante neste ponto; no Seridó Paraibano fava com 18,87, melancia 7,23 e milho 13,84; na Depressão do Alto-Piranhas, abacaxi com 23,80, amendoim 35,14, fava 8,43, mandioca 68,52, melancia 7,14 e milho 20,67; no Sertão de Cajazeiras, abacaxi com 12,34, amendoim 25,00, fava 9,37 e melancia 9,51 e na Serra do Teixeira algodão com 9,60, fava 9,67, fumo 50,04 e melancia 17,51.

Quanto às culturas de baixa localização foram: abacaxi com 0,03 e algodão herbáceo 0,32 no Agreste da Borborema; algodão herbáceo com 0,10, fumo 0,10 e tomate 0,03 no Brejo Paraibano; amendoim com 0,03 e batata inglesa 0,02 no Curimataú; amendoim com 0,03 e batata inglesa 0,08 nos Cariris Velhos; batata inglesa com 0,32 no Catolé do Rocha; amendoim com 0,08 e batata inglesa 0,49 no Piemonte da Borborema; amendoim com 0,002, fava 0,19 e cebola 0,29 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; abacaxi com 0,001, alho 0,03, amendoim 0,05, cebola 0,04, fava 0,04, melancia 0,01 e milho 0,001 no Litoral Paraibano; amendoim com 0,38 no Seridó Paraibano, não insignificante; batata inglesa com 0,29, cebola 0,11, mamona 0,01 na Depressão do Alto-Piranhas; mamona com 0,19 e batata inglesa 0,42 no Sertão de Cajazeiras e batata inglesa com 0,07 e abacaxi 0,13. Pois, quanto aos de mais alta localização tem-se batata inglesa Agreste da Borborema; todos foram fracos no Brejo Paraibano; cebola no Curimataú; cana de açúcar, algodão herbáceo e milho nos Cariris Velhos; feijão e abacaxi no Catolé do Rocha; não se pode extrair o maior significante no Piemonte da Borborema, mesmo com mamona sendo seu maior coeficiente; o mesmo aconteceu com o Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; da mesma forma com o Litoral Paraibano; fava e milho no Seridó Paraibano; mandioca e amendoim na Depressão do Alto-Piranhas; abacaxi e amendoim no Sertão de Cajazeiras e fumo e melancia na Serra do Teixeira.

Entrementes, para o ano de 1993, denota-se que, no Agreste da Borborema, quatro produtos foram aceitos como importantes nesta localidade, como foi o caso de batata doce com coeficiente de 6,22, batata-inglesa 37,17, fava 7,81, feijão 15,32, mandioca 7,78 e milho 6,56; para o Brejo Paraibano, nenhuma cultura resultou importante na localidade; no Curimataú apareceram batata inglesa com 8,06, fava 22,55, feijão 9,04, mandioca 8,55 e milho 18,14; nos Cariris Velhos alho com 150,50, batata doce 7,81, melancia 69,80 e tomate 90,70; em Catolé do Rocha, tem-se arroz com 279,42 e fumo 102,12; no Piemonte da Borborema apareceu fava com 4,59, feijão 4,59 e milho 5,91; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba não surgiu algum de importância nos maiores; no Litoral não apresentou resultado significante neste ponto; no Seridó Paraibano batata doce com 35,67, feijão 9,48, fumo 18,03, melancia 29,03 e milho 7,04; na Depressão do Alto-Piranhas, algodão herbáceo com 22,37, arroz 93,25, fumo 15,83 e melancia 67,49; no Sertão de Cajazeiras, algodão herbáceo com 119,56 e batata doce 4,17 e na Serra do Teixeira tomate com 62,58.

Do contrário, quanto às culturas de baixa localização foram: amendoim com 0,20 e algodão herbáceo 0,35 no Agreste da Borborema; algodão herbáceo com 0,08, arroz 0,04, fumo 0,09 e tomate 0,07 no Brejo Paraibano; arroz com 0,03 e cana de açúcar 0,02 no Curimataú; cana de açúcar com 0,12 e algodão herbáceo 0,71 nos Cariris Velhos; alguns insignificantes não apareceram no quadro no Catolé do Rocha; arroz com 0,05 no Piemonte da Borborema; arroz com 0,01 e milho 0,29 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; algodão herbáceo com 0,04, amendoim 0,01, fava 0,12, no Litoral Paraibano; algodão herbáceo com 0,89 no Seridó Paraibano; feijão com 0,16 e mandioca 0,01 na Depressão do Alto-Piranhas; cana de açúcar com 0,66 no Sertão de Cajazeiras e cana de açúcar com 0,82 na Serra do Teixeira. Quanto aos de mais alta localização tem-se batata inglesa e feijão no Agreste da Borborema; todos foram fracos no Brejo Paraibano; fava e milho no Curimataú; alho, tomate e melancia nos Cariris Velhos; fumo e arroz no Catolé do Rocha; milho, fava e feijão, mesmo insignificantes, no Piemonte da Borborema; amendoim, mesmo fraco no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; não se pode extrair o maior no Litoral Paraibano; melancia e batata doce no Seridó Paraibano; arroz e melancia na Depressão do Alto-Piranhas; algodão herbáceo no Sertão de Cajazeiras e tomate na Serra do Teixeira.

Para o ano de 1992 verifica-se que, no Agreste da Borborema, quatro produtos foram aceitos como importantes nesta localidade, como foi o caso de batata doce com coeficiente de 12,69, batata-inglesa 90,38, fava 5,33, feijão 15,79, milho 5,61 e mandioca 13,78; para o Brejo Paraibano, nenhuma cultura resultou importante na localidade; no Curimataú apareceram abacaxi com 19,62, batata doce 7,68, cebola 30,13, fava 12,42, mamona 13,94 e melancia 8,94; nos Cariris Velhos abacaxi com 18,75, algodão herbáceo com 197,83, arroz 8,55, cebola 7,29, fava 17,87, mandioca 70,12, melancia 14,83 e milho 128,09; em Catolé do Rocha, tem-se abacaxi com 24,91, amendoim 114,89, arroz 9,94, fava 12,01 e feijão 344,18; no Piemonte da Borborema apareceu mamona com 3,71, mesmo fraco; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiu somente alho com 5,07, mesmo fraco; no Litoral não apresentou resultado significante; no Seridó Paraibano abacaxi com 24,57, arroz 8,50, fava 24,35, feijão 20,50, mamona 10,28, melancia 15,02 e milho 19,50; na Depressão do Alto-Piranhas, abacaxi com 31,21, amendoim 120,39, arroz 12,42, fava 4,10, feijão 14,64, fumo 4,53, mandioca 119,10, melancia 13,16 e milho 24,26; no Sertão de Cajazeiras, abacaxi com 25,06, amendoim 16,96, fava 6,82, fumo 72,84, melancia 21,63 e milho 15,93 e na Serra do Teixeira algodão com 17,61, fava 27,83, fumo 63,01, mamona 5,25, melancia 38,93 e milho 8,06.

Porém, quanto às culturas de baixa localização foram: abacaxi com 0,02 e amendoim 0,84 no Agreste da Borborema; algodão herbáceo com 0,20, arroz 0,20 e tomate 0,05 no Brejo Paraibano; amendoim com 0,10 e batata inglesa 0,03 no Curimataú; amendoim com 0,09 e batata inglesa 0,08 nos Cariris Velhos; batata inglesa com 0,61 no Catolé do Rocha; amendoim com 0,15 no Piemonte da Borborema; amendoim com 0,01 e fava 0,21 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; abacaxi com 0,01, alho 0,001, amendoim 0,11, cebola 0,01, fava 0,04, melancia 0,03, e milho 0,01 no Litoral Paraibano; mandioca com 1,15 no Seridó Paraibano, não tão insignificante; batata inglesa com 0,47 e mamona com 0,15 na Depressão do Alto-Piranhas; batata inglesa com 0,58 no Sertão de Cajazeiras e batata inglesa com 0,12 e amendoim 0,38. Já para os de mais alta localização tem-se batata inglesa e feijão no Agreste da Borborema; todos foram fracos no Brejo Paraibano; abacaxi e cebola no Curimataú; milho, algodão herbáceo, mandioca nos Cariris Velhos; feijão e amendoim no Catolé do Rocha; não se pode extrair o maior significante no Piemonte da Borborema; alho mesmo fraco no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; não teve bom nível de significância no Litoral Paraibano; abacaxi e fava no Seridó Paraibano; mandioca e amendoim na Depressão do Alto-Piranhas; abacaxi e fumo no Sertão de Cajazeiras e melancia e fumo na Serra do Teixeira.

Entretanto, para o ano de 1991, no Agreste da Borborema, seis produtos foram aceitos como importantes nesta localidade, como foi o caso de batata doce com coeficiente de 12,30, batata-inglesa 115,08, cebola 37,16, fava 10,40, feijão 11,92, mandioca 14,97 e milho 5,73; para o Brejo Paraibano, mamona com 8,92; no Curimataú apareceram abacaxi com 29,88, batata doce 7,25, cebola 30,67, fava 9,45, mamona 16,38 e melancia 9,32; nos Cariris Velhos abacaxi com 4,96, algodão herbáceo 211,51, arroz 6,54, cebola 10,26, fava 19,90, melancia 17,12 e milho 90,01; em Catolé do Rocha, tem-se abacaxi com 22,54, amendoim 32,24, arroz 9,86, fava 12,94, feijão 34,94 e melancia 4,32; no Piemonte da Borborema apareceu feijão com 22,95, mamona com 4,94; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiu somente alho com 5,26, mesmo fraco; no Litoral não apresentou resultado significante neste ponto; no Seridó Paraibano abacaxi com 15,69, arroz 6,08, cana de açúcar 194,46, fava 20,71, mamona 12,44, melancia 15,71 e milho 13,56; na Depressão do Alto-Piranhas, abacaxi com 13,69, amendoim 56,36, arroz 6,51, fava 9,74, mandioca 22,72, melancia 10,97 e milho 36,13; no Sertão de Cajazeiras, abacaxi com 21,90, amendoim 22,38, fava 12,05 e melancia 17,97 e na Serra do Teixeira algodão herbáceo com 17,72, fava 20,18, mamona 17,51 e melancia 30,09.

Quanto às culturas de baixa localização foram: melancia com 0,10 no Agreste da Borborema; algodão herbáceo com 0,18 e batata inglesa 0,11 no Brejo Paraibano; batata inglesa com 0,03 no Curimataú; amendoim com 0,08 e batata inglesa 0,10 nos Cariris Velhos; batata inglesa com 0,65 no Catolé do Rocha; amendoim com 0,08 no Piemonte da Borborema; milho com 0,27 e feijão 0,30 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; abacaxi com 0,001, alho 0,001, amendoim 0,05, cebola 0,01, fava 0,03, melancia 0,02 e milho 0,001 no Litoral Paraibano; amendoim com 0,42 e mandioca 0,07 no Seridó Paraibano; cebola com 0,03, fumo 0,01 e mamona 0,09 na Depressão do Alto-Piranhas; feijão com 0,06 e fumo 0,32 no Sertão de Cajazeiras e batata inglesa com 0,11 e fumo 0,20. Pois, quanto às culturas de mais alta localização tem-se batata inglesa e cebola no Agreste da Borborema; todos foram fracos no Brejo Paraibano; cebola e abacaxi no Curimataú; milho e algodão herbáceo nos Cariris Velhos; feijão e amendoim no Catolé do Rocha; feijão no Piemonte da Borborema; toas as culturas de baixo grau de localização no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; da mesma forma com o Litoral Paraibano; cana de açúcar e fava no Seridó Paraibano; amendoim e milho na Depressão do Alto-Piranhas; abacaxi e amendoim no Sertão de Cajazeiras e melancia e fava na Serra do Teixeira.

Contudo, para o ano de 1990, tem-se que, no Agreste da Borborema, seis produtos foram aceitos como importantes nesta localidade, como foi o caso de algodão herbáceo com 6,29, batata doce com coeficiente de 17,34, batata-inglesa 105,56, fava 20,88, feijão 24,31, mandioca 13,56 e milho 17,67; para o Brejo Paraibano, nenhuma cultura resultou importante na localidade; no Curimataú apareceram abacaxi com 40,53, batata doce 10,14, cebola 16,05, fava 20,46, mamona 16,46 e melancia 16,39; nos Cariris Velhos abacaxi com 8,11, algodão herbáceo 243,36, arroz 7,81, cebola 18,34, fava 26,18, mandioca 14,44, melancia 23,73 e milho 148,33; em Catolé do Rocha, tem-se abacaxi com 25,45, amendoim 27,66, arroz 13,34 e feijão 468,16; no Piemonte da Borborema apareceu somente mamona com 5,04; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba também só surgiu alho com 5,15, mesmo fraco; no Litoral não se apresentou resultado significante neste ponto; no Seridó Paraibano arroz com 7,45, cana de açúcar 462,82, fava 6,28, feijão 26,49, fumo 15,66, mamona 19,73 e milho 24,51; na Depressão do Alto-Piranhas, abacaxi com 6,18, amendoim 77,29, arroz 7,74, mandioca 79,05 e milho 40,44; no Sertão de Cajazeiras, abacaxi com 16,34, amendoim 18,58, fumo 193,33 e melancia 5,62 na Serra do Teixeira algodão herbáceo com 161,25, arroz 20,63, cana de açúcar 671,89, fava 41,17, fumo 245,52, melancia 45,22 e milho 10,67.

Assim sendo, quanto às culturas de baixa localização foram: abacaxi com 0,03, melancia 0,34 no Agreste da Borborema; algodão herbáceo com 0,17 e batata inglesa 0,17 no Brejo Paraibano; batata inglesa com 0,04 e milho 0,76 no Curimataú; amendoim com 0,07 e batata inglesa 0,10 nos Cariris Velhos; batata inglesa com 0,85 no Catolé do Rocha; amendoim com 0,18 e batata inglesa 0,76 no Piemonte da Borborema; milho com 0,31 e fava 0,83 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; abacaxi com 0,01, alho 0,001, amendoim 0,12, cebola 0,02, fava 0,05, melancia 0,06 e milho 0,01 no Litoral Paraibano; amendoim com 0,46 no Seridó Paraibano; mamona com 0,05 e batata inglesa 0,73 na Depressão do Alto-Piranhas; batata inglesa com 0,85 no Sertão de Cajazeiras e batata inglesa 0,35. Já quanto aos de mais alta localização tem-se batata inglesa no Agreste da Borborema; todos foram fracos no Brejo Paraibano; abacaxi e fava no Curimataú; algodão herbáceo e milho nos Cariris Velhos; feijão, amendoim e abacaxi no Catolé do Rocha; não se pode extrair o maior significante no Piemonte da Borborema; o mesmo aconteceu com o Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; da mesma forma com o Litoral Paraibano; cana de açúcar, feijão e milho no Seridó Paraibano; mandioca, milho e amendoim na Depressão do Alto-Piranhas; fumo e amendoim no Sertão de Cajazeiras e algodão, cana de açúcar, melancia, fava e fumo na Serra do Teixeira.

Também, para o ano de 1987, verifica-se que, no Agreste da Borborema, seis produtos foram aceitos como importantes nesta localidade, como foi o caso de algodão herbáceo com coeficiente de 9,63, batata doce 13,09, batata-inglesa 117,61, cebola 35,01, fava 29,83, feijão 17,42, fumo 7,10, mandioca 16,41 e milho 12,60; para o Brejo Paraibano, nenhuma cultura resultou importante na localidade; no Curimataú apareceram algodão herbáceo com 20,26, fava 20,90, feijão 25,21, mandioca 19,15 e milho 10,06; nos Cariris Velhos algodão herbáceo com 8,12, alho 155,56, batata doce 9,82, fava 9,89, feijão 11,93, melancia 184,54, milho 21,23 e tomate 135,89; em Catolé do Rocha, tem-se algodão herbáceo com 20,74, arroz 53,48 e batata doce 11,16; no Piemonte da Borborema apareceu algodão herbáceo com 6,99 e fava 5,58; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiu somente amendoim com 5,74, mesmo fraco; no Litoral não apresentou resultado significante; no Seridó Paraibano batata doce com 12,25, feijão 14,91, mamona 34,19, mandioca 19,15 e milho 9,14; na Depressão do Alto-Piranhas, algodão herbáceo com 14,15, arroz 122,66, batata doce 25,57, fumo 45,92 e tomate 22,08; no Sertão de Cajazeiras, algodão herbáceo com 28,57, arroz 21,73, cebola 82,59, feijão 9,36, mamona 237,91 e milho 17,63 e na Serra do Teixeira feijão com 39,68, milho 70,39 e tomate 19,95.

Pois, quanto às culturas de baixa localização foram: abacaxi com 0,01, cana de açúcar 0,02 no Agreste da Borborema; abacaxi com 0,02 e algodão herbáceo 0,11 no Brejo Paraibano; cana de açúcar com 0,003 no Curimataú; cana de açúcar com 0,06 e arroz 0,37 nos Cariris Velhos; cana de açúcar com 0,92 no Catolé do Rocha; amendoim com 0,11 e arroz 0,21 no Piemonte da Borborema; algodão herbáceo com 0,08 e tomate 0,05 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; algodão herbáceo com 0,06, amendoim 0,01, arroz 0,08, fava 0,02, feijão 0,05, milho 0,03 e tomate 0,02 no Litoral Paraibano; algodão herbáceo com 0,28 no Seridó Paraibano; cana de açúcar com 0,53 e mandioca 1,00 na Depressão do Alto-Piranhas; cana de açúcar com 0,71 e fava 0,42 e tomate com 0,82 no Sertão de Cajazeiras e cana de açúcar com 0,16 e fava 0,72. Mas, quanto aos de mais alta localização tem-se batata inglesa, fava e cebola no Agreste da Borborema; todos foram fracos no Brejo Paraibano; fava, feijão e algodão herbáceo no Curimataú; alho, melancia e tomate nos Cariris Velhos; arroz e algodão herbáceo no Catolé do Rocha; não se pode extrair o maior significante no Piemonte da Borborema; o mesmo aconteceu com o Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; da mesma forma com o Litoral Paraibano; mamona no Seridó Paraibano; arroz, fumo e batata doce na Depressão do Alto-Piranhas; cebola, mamona e algodão herbáceo no Sertão de Cajazeiras e milho e feijão na Serra do Teixeira.

Todavia, para o ano de 1982, no Agreste da Borborema, dez produtos foram aceitos como importantes nesta localidade, como foi o caso de algodão herbáceo com coeficiente de 8,99, batata doce 8,28, batata-inglesa 77,97, cebola 19,40, fava 9,49, feijão 16,82, fumo 14,45, mamona 21,21, mandioca 11,29 e milho 11,86; para o Brejo Paraibano, nenhuma cultura resultou importante na localidade; no Curimataú não apareceu nenhum produto significante; nos Cariris Velhos algodão herbáceo com 11,74, alho 57,42, batata doce 9,07, fava 8,38, feijão 14,21, melancia 111,48, milho 22,76 e tomate 104,60; em Catolé do Rocha, tem-se algodão herbáceo com 70,00, arroz 13,94, feijão 25,51 e milho 15,98; no Piemonte da Borborema não apareceu um só produto com significância; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba não surgiu nenhuma cultura; no Litoral não apresentou resultado significante; no Seridó Paraibano batata doce com 30,08, feijão 6,35, mamona 22,36, mandioca 13,60, melancia 32,90 e milho 12,98; na Depressão do Alto-Piranhas, algodão herbáceo com 29,31, arroz 103,19, batata doce 22,09, fumo 23,40 e tomate 9,68; no Sertão de Cajazeiras, algodão herbáceo com 46,82, arroz 31,39, feijão 18,67, mamona 98,68 e milho 17,82 e na Serra do Teixeira feijão com 31,33, mamona 239,56, mandioca 7,25, milho 12,37 e tomate 17,40.

Já quanto às culturas de baixa localização foram: tomate com 1,42 no Agreste da Borborema; abacaxi 0,04, milho 0,37 e algodão herbáceo 0,39 no Brejo Paraibano; batata doce com 0,01, fumo 0,06 e milho 0,16 no Curimataú; mandioca com 3,12 nos Cariris Velhos; cana de açúcar com 0,81 no Catolé do Rocha; tomate com 0,02, cebola 0,07 e amendoim 0,11 no Piemonte da Borborema; tomate com 0,03, algodão herbáceo 0,32 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; algodão herbáceo com 0,04, amendoim 0,02, fava 0,05 e tomate no Litoral Paraibano; algodão herbáceo com 1,58 no Seridó Paraibano; fava com 0,02, mandioca 0,49, mamona 0,74 e cana de açúcar 0,75 na Depressão do Alto-Piranhas; tomate com 0,27, fumo 0,27 e cana de açúcar 0,59 no Sertão de Cajazeiras e fava com 0,26 e cana de açúcar 0,48. Quanto às culturas de mais alta localização tem-se batata inglesa e mamona no Agreste da Borborema; todos foram fracos no Brejo Paraibano; também todos foram muito baixos no Curimataú; melancia, tomate e alho nos Cariris Velhos; feijão e algodão no Catolé do Rocha; não se pode extrair o maior significante no Piemonte da Borborema; o mesmo aconteceu com o Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; da mesma forma com o Litoral Paraibano; batata doce e melancia no Seridó Paraibano; arroz, batata doce e algodão herbáceo na Depressão do Alto-Piranhas; mamona, arroz e algodão herbáceo no Sertão de Cajazeiras e mamona e tomate na Serra do Teixeira.

Ainda mais, para o ano de 1979, verifica-se que, no Agreste da Borborema, sete produtos foram aceitos como importantes nesta localidade, como foi o caso de alho com coeficiente de 32,91, cebola 7,07, fava 8,36, feijão 12,43, fumo 11,00, mandioca 18,79 e milho 7,57; para o Brejo Paraibano, alho com 13,80 e cebola 5,17; no Curimataú não apareceu nenhum com importância; nos Cariris Velhos alho com 150,42, batata doce 9,42, fava 8,94; feijão 19,49, mamona 9,82, melancia 94,91, milho 49,16 e tomate 143,69; em Catolé do Rocha, tem-se algodão herbáceo com 116,43, arroz 14,69, feijão 8,09 e milho 8,37; no Piemonte da Borborema apareceu cebola com 9,54, fava 5,17 e mandioca 5,11; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiram abacaxi com 7,39, amendoim 11,72 e fumo 6,22; no Litoral não apresentou resultado significante; no Seridó Paraibano batata doce com 41,74, mamona 37,36, mandioca 19,21, milho 15,44 e tomate 16,56; na Depressão do Alto-Piranhas, algodão herbáceo com 47,54, arroz 83,82, feijão 18,91, melancia 112,46, milho 24,03 e tomate 10,68; no Sertão de Cajazeiras, arroz com 23,16, fava 17,14, feijão 8,55, mamona 51,06, mandioca 7,15 e milho 24,64 e na Serra do Teixeira fava com 47,91, feijão 27,68, mamona 72,60, mandioca 9,19, tomate 8,45 e milho 70,38.

Quanto às culturas de baixa localização foram: cana de açúcar com 0,33 e tomate 0,98 no Agreste da Borborema; abacaxi com 0,02, milho 0,22 e fava 0,20 no Brejo Paraibano; batata doce com 0,01, fava 0,04 e milho 0,08 no Curimataú; arroz com 1,69 nos Cariris Velhos; cana de açúcar com 1,00 no Catolé do Rocha; tomate com 0,02, fumo 0,04 e arroz 0,16 no Piemonte da Borborema; tomate com 0,02 e algodão herbáceo 0,55 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; tomate com 0,02, algodão herbáceo 0,02, amendoim 0,05, milho 0,08 no Litoral Paraibano; algodão herbáceo com 0,07 no Seridó Paraibano; fava com 0,02 e mandioca 0,05 na Depressão do Alto-Piranhas; tomate com 0,83 no Sertão de Cajazeiras e cana de açúcar com 0,20 e algodão herbáceo 0,16. Contudo, quanto aos de mais alta localização tem-se alho e mandioca no Agreste da Borborema; alho no Brejo Paraibano; todos foram insignificantes no Curimataú; alho, melancia e tomate nos Cariris Velhos; algodão herbáceo e arroz no Catolé do Rocha; pouco significante resultou cebola no Piemonte da Borborema; amendoim, também insignificante no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; não resultou alto coeficiente no Litoral Paraibano; mamona e batata doce no Seridó Paraibano; arroz, melancia e algodão herbáceo na Depressão do Alto-Piranhas; arroz e mamona no Sertão de Cajazeiras e mamona, melancia e fava na Serra do Teixeira.

Pois, para o ano de 1974, o quadro indica que, no Agreste da Borborema, dois produtos foram aceitos como importantes nesta localidade, como foi o caso de alho com coeficiente de 38,35, mandioca 4,48; para o Brejo Paraibano, a cultura que resultou importante na localidade foi alho com 45,53; no Curimataú apareceram algodão herbáceo com 4,95, alho 75,00 e fumo 5,70; nos Cariris Velhos, fava com 5,96, feijão 9,59, melancia 33,32, milho 12,29 e tomate 32,88; em Catolé do Rocha, tem-se algodão herbáceo com 35,28 e feijão 5,75; no Piemonte da Borborema não apareceu nenhuma cultura como importante; no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba surgiu o mesmo fato; no Litoral não apresentou resultado significante; no Seridó Paraibano, batata doce com 24,05, fava 5,58, feijão 9,67, mamona 6,02, melancia 50,25 e milho 8,05; na Depressão do Alto-Piranhas, arroz com 17,80, batata doce 7,26 e melancia 16,07; no Sertão de Cajazeiras, arroz com 8,91, fava 4,50 e milho 3,98 e na Serra do Teixeira, mamona com 32,47 e milho 6,74.

Por último, quanto às culturas de baixa localização foram: amendoim com 0,21 e cana de açúcar 0,14 no Agreste da Borborema; abacaxi com 0,08, arroz 0,10, milho 0,04 e tomate 0,03 no Brejo Paraibano; batata doce com 0,16 no Curimataú; arroz com 0,03 e mandioca 0,97 nos Cariris Velhos; cana de açúcar com 0,45 e mandioca 0,01 no Catolé do Rocha; amendoim com 0,08, arroz 0,08 e fumo 0,01 no Piemonte da Borborema; feijão com 0,20 e milho 0,32 no Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; algodão herbáceo com 0,01, milho 0,02 e tomate 0,02 no Litoral Paraibano; mandioca com 0,61 e arroz 0,28 no Seridó Paraibano; fava com 0,002, mamona 0,08 e cana de açúcar 0,77 na Depressão do Alto-Piranhas; amendoim com 0,03 e tomate 0,35 no Sertão de Cajazeiras e algodão herbáceo com 0,37 e cana de açúcar 0,44. Porém, quanto aos de mais alta localização tem-se alho no Agreste da Borborema; alho no Brejo Paraibano; alho no Curimataú; melancia, milho e tomate nos Cariris Velhos; algodão herbáceo no Catolé do Rocha; não se pode extrair o maior significante no Piemonte da Borborema; o mesmo aconteceu com o Agro-Pastoril do Baixo Paraíba; da mesma forma com o Litoral Paraibano; melancia e batata doce no Seridó Paraibano; arroz e melancia na Depressão do Alto-Piranhas; mesmo fraco, arroz no Sertão de Cajazeiras e mamona, na Serra do Teixeira.

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Congresos Internacionales


¿Qué son?
 ¿Cómo funcionan?

 

15 al 29 de
julio
X Congreso EUMEDNET sobre
Turismo y Desarrollo




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Próximos congresos

 

06 al 20 de
octubre
I Congreso EUMEDNET sobre
Políticas públicas ante la crisis de las commodities

10 al 25 de
noviembre
I Congreso EUMEDNET sobre
Migración y Desarrollo

12 al 30 de
diciembre
I Congreso EUMEDNET sobre
Economía y Cambio Climático

 

 

 

 

Encuentros de economia internacionales a traves de internet


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