CONCORRÊNCIA MONOPOLÍSTICA
BIBLIOTECA VIRTUAL de Derecho, Economía y Ciencias Sociales

 

MERCADOS: DA ABSTRAÇÃO À DESIGUALDADE SOCIAL

 
 
Luiz Gonzaga de Sousa

 

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CONCORRÊNCIA MONOPOLÍSTICA

Dentro do ponto de vista tradicional, observa-se que a microeconomia clássica procurava analisar a estrutura de mercado sob dois modos fundamentais: a famosa competição perfeita e o monopólio puro, que eram então conhecidos como a teoria dos preços.

A competição perfeita é a mais comum, devido o sistema de feira livre ser herança dos mercantilistas. Para os monopólios puros estavam configurados os grandes proprietários de terras das épocas passadas. A microeconomia clássica vem desde Marshall (1920) , Frank Knight (1921) , até alguns outros expoentes da economia moderna.

A partir daí, críticas e críticas processaram-se contra a estrutura de competição perfeita e monopólio puro em termos de sua abstração. Na verdade, a competição perfeita não tinha se tornado realmente uma prática, e isto veio acontecer quando Knight publicou Risk, Uncertainly and profit, onde há uma análise meticulosa da natureza bitolada dos conceitos rigorosamente definidos.

A posição de Knight, procurando enfocar meia competição perfeita, foi motivo de bastantes críticas, e entre elas está Stigler (1957) que mostrou haver grande insatisfação, e até larga reação contra o uso da competição perfeita como um modelo de comportamento econômico.

Esses contra-pontos surgiram por volta de 1920 e 1930, onde as críticas insinuavam que os modelos de competição perfeita e monopólio puro não serviam mais como análise comportamental individual, e do mercado. Contudo, observa-se que são constantes as falhas de mercado, ao impossibilitar a execução da competição perfeita e o monopólio puro, em decorrência dos custos decrescentes, dos bens públicos, das externalidades, e da incerteza, que acontecem na economia (WHYMES & BOWLES: 1982; pp. 84 - 90).

Nas críticas formuladas contra o sistema de competição perfeita e monopólio puro, uma das primeiras expressões a aparecer foi Piero Sraffa (1929) , ao colocar as limitações que incorriam nos modelos que não funcionavam plenamente; assim, desenhavam-se a competição monopolista, e competição imperfeita como alternativos.

Em seguida vem Hotelling (1929) , observando que a diferença entre a Standard Oil Company, e uma pequena mercearia da esquina é mais um problema de quantidade do que qualidade, contudo, observa-se claramente o aparecimento dos pequenos no meio de poucos grandes que dominavam o mercado consumidor.

Entretanto, Zeuthen (1930) explica que nem um monopólio puro, nem uma competição perfeita são sempre absolutos, e os princípios sobre eles se prendem apenas às margens externas da realidade que devem ser procuradas entre eles.

E, assim surge um novo pensamento que tem como participação o americano Edward Chamberlin (1933) , e a inglesa Joan Robinson (1934) . Chamberlin participou mais ativamente estudando o problema da competição monopolista; e, Robinson de um mercado que estivesse em competição imperfeita, visto que aparentemente não existe muita diferença entre ambos.

A análise de Chamberlin, diz respeito a uma firma individual, e coloca a diferenciação do produto, visto que duas firmas não colocam o mesmo produto extremamente igual no mercado. Pois, é aí que se inicia a discussão quanto à economia explicar a realidade tal qual se observa no dia a dia dos seres humanos, mesmo com as suas irregularidades prementes.

Entretanto, para Fernando Ossa S. (2001; p. 30) em seu trabalho sobre Economia de escala y comercio internacional, explica de forma objetiva que

En la extructura de mercado conocida por competencia monopolistica se supone que cada empresa logra diferenciar su producto. Esto no es exactamente igual al producto de las otras empresas en la industria, pero si es un sustituto. La interacción se elimina con el supuesto de que cada empresa toma el tipo de producto y los precios de otras empresas como dados.

Isto justifica a posição de que a interdependência é um fato em uma estrutura de competição monopolista, cuja diferenciação dos produtos é o ponto principal da concorrência entre os participantes no mercado.

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