MERCADOS: DA ABSTRAÇÃO À DESIGUALDADE SOCIAL INTRODUÇÃO
BIBLIOTECA VIRTUAL de Derecho, Economía y Ciencias Sociales

 

MERCADOS: DA ABSTRAÇÃO À DESIGUALDADE SOCIAL

 
 
Luiz Gonzaga de Sousa

 

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INTRODUÇÃO

Este trabalho tem como objetivo fundamental investigar os mercados pelo prisma de um levantamento bibliográfico, enfocando desde sua abstração (teoria) às desigualdades sócio-econômicas hodiernas, para tentar compreender o por que da competição perfeita como ponto de partida para o oligopólio que é o mais comum na modernidade, cujos consumidores podem, ou não têm acesso à produção que deságua no mercado para interação entre compradores e vendedores.

A hipótese que fundamenta este trabalho é a de que as transformações na estrutura de mercado, ao longo dos tempos, têm fomentado as desigualdades econômicas e sociais no mundo devido o aparecimento dos oligopólios, ao fomentar a formação de imperfeições nos mercados, como barreiras à competição entre os atores sociais estratificados de uma economia.

Ao analisar os problemas na perspectiva de mercado, quanto aos desejos e pretensões individuais, verifica-se uma série de indagações que a teoria tenta indicar uma solução. As questões giram em torno de: será que a competição perfeita existiu algum tempo? Como, com os oligopólios, surgiram as desigualdades sociais e econômicas nas comunidades? Quais são as desvantagens que o mercado imperfeito traz para os países, especificamente os subdesenvolvidos? E, quais as patologias sociais mais comuns que a sociedade moderna enfrenta, em decorrência da oligopolização da economia mundial? Enfim, são essas e outras inquietações que deverão ser respondidas neste trabalho.

Contudo, dado que se conhece tudo hipoteticamente sobre o consumidor, quanto ao seu desejo, as suas necessidades, à negociação entre os bens, que ele demanda, então o produtor procura produzir para atender a procura existente, para sua própria sobrevivência; para tal, também implantam-se suas restrições e objetivos a perseguir, dentro do princípio de eficiência e objetividade em uma estrutura liberal, com laissez faire e hedonismo praticante.

Entrementes, em primeiro lugar, o industrial, e/ou comerciante possui como meta uma produção maximizada dependendo da escassa disponibilidade de recursos existentes; e, segundo, esse mesmo ator social pretende, acima de tudo, tornar máximos os seus ganhos (lucros) a todo custo. Frente a isso, o responsável pelo setor produtivo, planeja sua empresa, de tal maneira a concretizarem-se suas pretensões.

Assim, depois de conhecidos os problemas do consumidor, o produtor tenta resolver aqueles que lhe compete, ao alocar eficientemente seus recursos, para levar a esse consumidor aquilo que vai resolver as suas pendências de satisfação e necessidade, proporcionando-lhe uma utilidade máxima projetada. A procura do consumidor, e a oferta do produtor se entrecruzam a fim de que todos estejam satisfeitos; pois, essa sinergia se dá em um mercado em processo de intercâmbio de produtos, ou serviços quaisquer.

Todavia, o termo mercado vem tomando um sentido diferente do tradicional, pois a definição mais antiga deste termo está colocada de acordo com a visão clássica do século XVIII. Nos tempos do mercantilismo, dos fisiocratas, o mercado nada mais era do que uma feira livre, porém isto significa dizer um ponto de encontro entre consumidor e produtor*, isto é, o intercepto entre ofertantes e procuradores em negociação. O encontro entre os produtores e os ofertadores estipula o preço a ser cobrado, e as quantidades a serem vendidas no mercado, mesmo que exista uma contabilidade de tal determinação.

Contudo, o mercado possui hoje em dia um sentido mais amplo, e diferente dos tempos de QUESNAY (1758), de SMITH (1776), de RICARDO (1817), de MARX (1867), e de muitos outros clássicos da economia tradicional, visto que a evolução dos tempos modificou as relações sociais, proporcionando um conceito distinto da visão tradicional de percepção do termo mercado por qualquer tipo de produto.

A definição mais geral que hoje se aceita estende o conceito do passado, colocando a realidade de uma época, isto quer mostrar as grandes descobertas do século atual, e a evolução intelectual dos novos tempos; neste sentido, mercado é definido hoje em dia como um contexto no qual ocorrem trocas voluntárias entre compradores e vendedores sem ser necessário o contato direto entre as pessoas, por conta da telecomunicação (telefone, Internet, fax, e alguns outros instrumentos de comunicação) e outros instrumentos cabíveis.

Portanto, o mercado de bens é onde se interagem o consumidor e o produtor, para a satisfação das necessidades diretas e indiretas por alimentação ou outras precisões, porque é daí que se conhece a posição de produção para consumo final e intermediário, ou o equilíbrio geral de todo o sistema econômico e social, onde existem as situações máximas de ambos, com determinação de preços relativos, de quantidade de fatores de produção, para se chegar ao bem-estar de uma comunidade, como um todo.

Finalmente, este trabalho tentar provar que as desigualdades sócio-econômicas de qualquer país decorrem da forma como funcionam as relações econômicas e sociais no mercado, impulsionadas pela ganância, orgulho, vaidade e outras questões psico-sociais, não reguladas pelo Estado, de tal maneira que essas patologias societais fragmentam o sentido de mercado liberal a uma acumulação tendenciosa. Daí a pergunta: como os mercados justificam os desajustes econômicos e sociais da modernidade globalizada?

Assim, serão tratados aqui os mercados em competição perfeita e os mercados em competição imperfeita, este subdividido em monopólios, competição monopolista e oligopólio, bem como a participação do Estado como órgão regulador das relações econômicas e sociais dentro de mercado, para explicação do funcionamento de um mercado abstrato, nos momentos de desigualdades sociais e econômicas, existentes dentro de uma sociedade moderna, e sem perspectivas de reversão.

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