ÉTICA E SOCIEDADE CONSIDERAÇÕES FINAIS
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ÉTICA E SOCIEDADE

Luiz Gonzaga de Sousa

 

 

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CONSIDERAÇÕES FINAIS

Depois de confeccionados os artigos deste trabalho; buscou-se usar o espírito crítico neste acervo informacional, para melhorar o conteúdo analítico, e proporcionar melhores condições de acesso ao leitor quanto à linguagem que foi desenvolvida, e a simplicidade das colocações feitas para melhor entendimento. Sendo assim, algumas notas finais são importantes para clarear melhor os objetivos propostos, e a satisfação que se tem em deixar algo para pensar com clareza, como a maneira do ser humano encarnado, que não se libertou de dogmas e tradicionalismos. É com esta pretensão que se parte para delinear algumas considerações que são fundamentais para a pessoa que busca se questionar quanto a sua participação no planeta, e a sua relação com todos e tudo que o cerca na evolução de tudo que DEUS criou.

Todos os textos que compõem este pequeno livro mostram uma preocupação singular que o autor tem da realidade de todos os tempos, isto significa dizer, desde escritos bíblicos, até alguns outros trabalhos não bíblicos, mas científicos, para indicarem que não existe diferença entre a ciência e a religião. Não se buscou neste trabalho o menosprezo de qualquer facção religiosa, dando ênfase maior à ciência ou vice-versa. Todavia, tentou-se explicar os fatos pelo prisma de todas as visões, acrescendo o ponto de vista espírita. A ciência proporciona condições de ver as coisas da maneira simples ou não, de cada um, quer seja na inferioridade, ou na superioridade espiritual e científica, cujos seres humanos só aceitam aquilo que for provado e medido pela credulidade humana.

O importante neste processo, é que estes ensaios pretende orientar o autor a ir para as profundezas do conhecimento humano e espiritual para buscar respostas, ou até mesmo ter dúvidas, quanto às crenças em que o ser humano está submetido, ao aceitar sem raciocinar as descobertas que o dia a dia oferece para todos. Neste contexto, entra a participação da ciência e da inteligência, tentando aceitar aquilo que dá lógica, coerência e firmeza aos questionamentos e respostas que foram levantados para compreender o mundo espiritual e o mundo material onde se vive. Sem o uso do poder da mente, não se têm condições de saber quase nada acerca do ser humano, desde o reino mineral, o vegetal o animal, e o hominal, cuja vivência é sempre uma oportunidade de saber discernir o erro do acerto, a verdade da mentira.

Questiona-se tudo, mas não se justifica, e nem se prova nada. O fato que deveria ser melhorado fica somente na vibração inferior ou maledicente, sem uma construção de como deveria ser a coisa, por exemplo, fala-se de prostituição, de desigualdades sociais, entretanto, não se mostra a solução. Quando isto acontece, passa a ser apenas uma recriminação, ou o mexerico de alguma pessoa, no entanto, o importante, é que, busque-se tentar solucionar os problemas que se está questionando, nunca procurando jogar pedras em qualquer um. Aqui, todos os questionamentos que foram levantados são acompanhados de uma solução, não talvez a que a população do planeta gostaria, mas aquela que a evolução espiritual exige, para que se possa conseguir crescer com justiça, e muito amor para doar.

Os ensaios aqui desenvolvidos foram pensados e repensados para que não pairem dúvidas, quanto ao que se entende dos desajustes sociais que envolvem ódio, rancor, raiva, orgulho, vaidade, e muitas outras formas de inferioridades, e que isto, ao invés de amenizar os problemas, cada vez mais alimenta o mal. Muitas pessoas escondem toda maldade que têm dentro de si, participando de uma seita religiosa ou uma congregação, passando-se por cidadão de bem, porém, aqui e acolá, joga a sua peçonha mortífera, que desorganiza toda sociedade que quer crescer. Não se pode ter paz com guerra, nem tão pouco guerra com paz. Algumas vezes é necessário que a maldade apareça para, frente à outra, possa construir o bem.  Pois, o mal no combate ao mal se destrói, e o bem com o bem cresce com amor e felicidade.

Dizem os espíritas, que aquele que não quer ver o caminho da verdade e da vida com amor, vêem obviamente pela dor, não provocada pela espiritualidade superiora, pura e perfeita, mas vivida pela própria condição de quem não quer conhecer a vida real, os ensinamentos retilíneos, e a vivência correta. A inferioridade humana, é quem salienta em cada um as neuroses, as doenças mentais, os precipícios, e um montante muito grande de sofrimento e dor naqueles que se locupletam na maldade e pequenez do mundo de provas e expiações. Nisto se tem o subjugo para a justiça, cujo preceito invoca as respectivas atrações que acontecem nas vibrações semelhantes. Isto é o que os espíritos bons legaram e legam a todos. É a lei de causa e efeito que ninguém foge, porque é uma lei divina que todos estão submetidos.

As observações que foram desprendidas neste trabalho foram importantes para mostrar as condições dos seres humanos, como se comportam uns frente aos outros, e as reações que surgem diante de uma dificuldade, ou um problema que, de repente, possa surgir, e aí surgem as provas. Notou-se essa inconstância que os homens têm diante de tudo aquilo que se direciona ao encontro com a sua moral, na linguagem popular, isso nada mais é do que, a inferioridade que ainda perdura dentro de cada um que ainda não se libertou de suas dificuldades. Ficou patente a reação do comportamento humano quanto à inferioridade de alguns, quanto a demonstração de um espírito que aparenta um certo nível de evolução, e que não aparece com tal vontade de mostrar que tem grande pureza de espírito.

Nos levantamentos sobre as neuroses que muitas e muitas pessoas carregam dentro de si, constatou-se a busca frenética por psiquiatras e psicólogos para tentarem remover os problemas desta espécie que muitos trazem consigo e por si só, não têm condições de libertação de tal dificuldade. Verifica-se que não há solução para tal problema, tendo em vista que a raiz da questão está na mácula perispiritual como sendo débitos do passado, ou algumas provas que de repente surgiram para sentir se há condições de suportar tal peso de sofrimento e dor. Pela incompreensão da humanidade, muitos irmãos que são acometidos de tal enfermidade, quando levados ao médico, envia-o a um hospital de doentes mentais, e o resultado é ficar louco de verdade e ser condenado a passar o resto da vida no manicômio.

Frente a tudo isto, sente-se a necessidade de si implementar um trabalho de evangelização muito grande, não da maneira como é feito nas Igrejas Católicas e Protestantes, mas uma conversa sincera com DEUS, com os espíritos de luz, de pureza, para orientar aqueles que ainda vivem nas trevas. Para levar o evangelho à humanidade não precisa de dramatização, de gritaria nas ruas, ou de andar com a Bíblia dizendo que aceitou JESUS, mas praticar a humildade, a simplicidade, desviando-se do orgulho, da inveja, e da vaidade que machuca o homem. Sem essa orientação, não se pode ajudar àqueles que vivem nos umbrais do infinito, na maldade constante, e na rebeldia de sua ignorância do bem, porém, só assim, acalmam-se os corações, e pode-se proporcionar bem-estar para os sofredores e doentes do espírito.

Com este trabalho, pode-se conhecer o funcionamento de um Centro Espírita verdadeiro, não de um terreiro, não de uma mesa de cartomancia, não de um cigano que passa pela rua, mas um ambiente de conversa com a espiritualidade, com a codificação kardecista que mostra o verdadeiro caminho a seguir. O prof. RIVAIL (KARDEC; 1857) não inventou nada, apenas transcreveu o que a espiritualidade superiora dizia, isto quer dizer, ele codificou as mensagens que serviriam de alerta e ensinamento para as coisas de DEUS que não se consegue entender com os princípios próprios do mundo. A lealdade desse pedagogo emérito foi tanta que ele não quis colocar o seu nome como autor desta magnífica obra que revolucionou o mundo, indicando a veracidade dos acontecimentos que nenhuma Igreja até hoje quis reconhecer como verdades mais reais.

Pode-se detectar que não existem mistérios nas coisas de DEUS, apenas as pessoas não querem reconhecer que elas próprias são causadoras dos problemas do mundo, tal como acontece com os desencarnes coletivos, com filhos matando pais, com esposa matando marido, com irmãos matando irmãos com a maior tranqüilidade. As ciências do mundo físico dão uma explicação, com os conhecimentos do homem ao seu nível, entretanto, a espiritualidade indica com firmeza o porque de tanta violência em um mundo de tanto progresso e conhecimentos intelectuais contraditórios. Tudo isto acontece porque as lideranças não se libertaram de sua maledicência, deixando-se conduzir pelo orgulho, pela vaidade, e pela ganância em assumir uma postura que ainda não está apto a galgar com simplicidade, humildade e amor ao próximo como fez JESUS, o CRISTO.

Muitos querem ser o filho pródigo somente no momento da dor, do sofrimento, e aí, haja lamentações, até mesmo, blasfêmias contra DEUS, todavia, esquecem de que, no momento de bonanças materiais põem o dinheiro, ou o patrimônio como sustentáculo de uma vida que se constrói e nunca se compra. Acorrem aos Centros Espíritas em busca de lenitivo, porém, depois de sanado aquele problema; voltam ao mundo da perdição esquecendo o trabalho, que deve ser feito como ser participativo na construção de um mundo que ele próprio ajudou a demolir. Todos têm os seus problemas e as suas dificuldades de acordo com a sua estrutura de evolução, ou de involução que procuram edificar, sem saber que as dores viriam mais cedo ou mais tarde, culminando com as desigualdades sociais e as dores e sofrimentos que muitos enfrentam.

Além destes levantamentos feitos, verifica-se que seria preciso desmistificar muitos conceitos que são levados à humanidade, sem o seu sentido real, cuja mentalidade humana, no seu geral, não busca raciocinar e ter lógica dos fatos que as Igrejas levantaram em pleno século XX. Por exemplo, deve-se compreender o que se entende por seguir JESUS, amá-Lo e vivê-Lo intensamente, sem ter que venerar a pretensa imagem, que só faz levantar sentimento, e nunca converter os cidadãos para o seu verdadeiro caminho. Logicamente, sabe-se que JESUS não gostaria de que as pessoas O vissem da maneira como é mostrada pelos que dizem ser seus seguidores, e esse trabalho vem indicar algo neste tipo de raciocínio que é ter JESUS como exemplo vivo de humildade, de simplicidade, e de amor para com todos do planeta terra.

Entretanto, ao se ler e observar o comportamento da sociedade moderna, claramente, apresentam-se as injustiças, e as justiças, no entanto, são maneiras comportamentais instituídas pelo homem físico, que buscou as suas verdades, impondo que todos seguissem as suas diretrizes, porém, muito distante das leis divinas. Não se pode ignorar este estado de coisas porque tudo isto está de acordo com a situação evolutiva dos homens e da natureza, todavia, vai chegar o tempo em que toda inferioridade e maledicência serão substituídas pela lei verdadeira e absoluta que é DEUS. Todos os problemas que o mundo atual passa, decorre justamente deste processo evolutivo que ainda não conseguiu se encontrar com as verdades divinas, e aí, tem-se a ciência não caminhando pari passu com a religião, e não se ter o paraíso celeste.

O poder da mente também foi uma questão pesquisada e trabalhada para entender todos os processos de mediunidade, tais como: o de efeito físico, o de incorporação plena ou não; e a sensibilidade, interfere na mente com uma força que é capaz de ajudar a milhares e milhões de pessoas do mundo inteiro. Falou-se no mundo inteiro, mas pode-se também agregar os desencarnados que vivem nas escuridões das cidades e dos campos, e aqueles outros que se encontram nos umbrais do infinito, preso à sua ignorância do bem, sem conhecer o amor e a felicidade. As diversas sensibilidades também passam pela evolução, pelos degraus do progresso rumo à perfeição que todos têm que chegar um dia, uns rapidamente e outros lentamente, galgando os mais diversos dissabores da vida material, cheia de altos e baixos.

Assim, constatou-se nas observações feitas que muitas campanhas surgem em nome da caridade, do amor ao próximo, e da fraternidade, cujo sentido real não passa de propaganda pessoal ou de grupo, tentando dar evasão à sua vaidade, ao seu orgulho e ao massageamento do ego, e isto não leva a nada. Tem-se a campanha "criança esperança", "campanha contra a violência", "campanha de ajuda aos pobres de determinada região", e algumas outras formas de tentar proporcionar ao seu irmão, uma ajuda que minore suas dores, na verdade, o trabalho não é desta forma. Aqui, tem-se como objetivo, justamente, desmistificar esse tipo de atividade que aparentemente ajudaria sua construção, porém, deve-se ficar claro que, os resultados são mínimos, ou inexistentes frente aos problemas maiores de educação e conscientização que pairam.

Em síntese, pretende-se, mais do que tudo clarear como se deve viver o ser humano, que não tem aprendido claramente os princípios de moral e de ética, uns para com os outros não sentindo as dificuldades que cada um tem neste processo de entender o caminho da verdade e da vida. Os preceitos de JESUS estão nas Igrejas, todavia, até os pregadores, padres, pastores, oradores espíritas, e muitos outros ainda não se perceberam que não estão atingindo o objetivo fundamental que é o da transformação que todos têm que passar. Portanto, clarear as mentes humanas, dar uma oportunidade para entender o sentido real do amor e da caridade, são os pontos principais para uma convivência pacífica entre os povos que se dizem cristãos, e que desejam estar ao lado de JESUS, e todos aqueles que são a luz do mundo.

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