O MAIOR SÃO JOÃO DO MUNDO
BIBLIOTECA VIRTUAL de Derecho, Economía y Ciencias Sociales

 

ECONOMIA, POLÍTICA E SOCIEDADE

Luiz Gonzaga de Sousa

 

 

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O MAIOR SÃO JOÃO DO MUNDO

 

No Brasil, especificamente no Nordeste, comemora-se o São João, o São Pedro e o Santo Antonio no mês de junho. Festa que tem atravessado séculos através dos tempos, entretanto, não se tem idéia precisa da origem dessas comemorações. Sabe-se que da França vieram as quadrilhas e dos americanos vieram os forrós que dizem ser uma junção das palavras for all que significa dizer "para todos". As comemorações de São João/São Pedro têm atravessado os tempos e se caracterizam como uma festa junina do Nordeste brasileiro, como uma premiação, ou uma louvação pelas boas colheitas conseguidas na plantação de milho e feijão. Pois, nada melhor para comemorar um ano de fartura do que uma boa festa, com muito milho (assado, cozido, pamonha, canjica, etc.) e feijão verde, com os condimentos regionais.

As comidas de milho são típicas do Nordeste do Brasil, criando pratos específicos que até se denominaram de regionais, pela sua característica de produtor hegemônico de tais mercadorias. Inegavelmente, o milho é de produção nacional, mas muitos pratos são específicos do Nordeste brasileiro, daí a sua particularidade na cultuação da produção do milho e do feijão, como alimentos necessários na mesa do nordestino. É com isto que se caracteriza o mês de junho, como o mês da fartura, das festas e de grandes produções de produtos agrícolas, todavia, não se pode dizer que é uma Lei natural no ciclo produtivo regional. Como se sabe, existe mês de junho em que as produções são fracas, mesmo assim as festas de São João e São Pedro são efetivadas com todas as pompas necessárias.

O Nordeste todo se veste para receber as festas do mês de junho, com música de forró e, atualmente, até mesmo, com música de cunho nacional, tipo popular, carnavalesca, e muitas outras que animam os foliões que gostam de fanfarras que massageiam o coração e burilam o espírito. Estas festas há em todo o Nordeste brasileiro, tal como em Caruaru, Garanhuns, Altino, na Bahia, em Sergipe, na Paraíba e, em especial, em Campina Grande, onde existe o Maior São João do Mundo, cuja duração são trinta (30) dias de festas e muito amor no Parque do Povo. Na semana das festas juninas, são feitas fogueiras, soltam-se muitos balões e fogos típicos que embelezam as noitadas com muitos brilhos nos céus nas noites de muitas brincadeiras e amizades entre amigos e visitantes.

O embrião do Maior São João do Mundo saiu de um palhoção que existia perto do Centro Cultural, onde funcionou por muito tempo a Secretaria de Educação e Cultura, pois o Maior São João do Mundo teve seu germe lançado pelo ex-Prefeito Enivaldo Ribeiro. O Senhor Prefeito que o sucedeu, o poeta Ronaldo da Cunha Lima, inteligentemente, e, com grande percepção de futuro, formalizou o São João de Campina Grande, como sendo no "Parque do Povo" que na época não existia e criou o Maior São João do Mundo. Isto aconteceu em 1984 com a edificação da Pirâmide e organização de todo o ambiente do "Parque do Povo", nas proximidades do Açude Novo de Campina Grande e de sua circunvizinhança que abrilhanta estas festividades.

As festas juninas estavam com grande declínio na época, pois o São João/São Pedro quase não existia aqui em Campina Grande. Para não dizer que as festas teriam se acabado, eram pequenas as manifestações de festividade na cidade com parcas comemorações nos bairros. A partir de então, foram fomentados em todos os bairros os festejos juninos com quadrilhas e apresentações folclóricas por todos os trintas (30) dias ininterruptos. Com isto, estabeleceu-se o São João/São Pedro de Campina Grande, da Paraíba e, por que não dizer, do Nordeste brasileiro, pois se você analisar direitinho vai verificar que o São João/São Pedro de Campina Grande melhorou as festividades em todo o Nordeste, como se observa nas propagandas que saem nas televisões, nos rádios e nos jornais de circulação local, regional e nacional.

Isto foi muito bom; o folclore nordestino ressurgiu e, desta feita, fez-se ressurgir a vocação natural do turismo que não tinha sido enxergado pelos dirigentes governamentais nordestinos. Não é preciso tomar partido para se verificar que foi o governo de Campina Grande, na pessoa de Ronaldo da Cunha Lima, exclusivamente, que deu maior ênfase às coisas nordestinas, inclusive determinando que o Maior São João do Mundo não tivesse conotação de mais uma festa, no entanto, preservasse as coisas nordestinas, tais como os violeiros, as publicações folclóricas e populares, as comidas típicas, as vestimentas regionais e muitas outras coisas próprias dessa região brasileira. É deste modo que se passa o São João/São Pedro de Campina Grande, cheio de regionalismo e muitos fogos de artifícios e amor.

            O Maior São João do Mundo se processa e com ele é mobilizada a vida social da cidade com o crescimento da economia, com a implementação do turismo e com uma movimentação forte em todos os recantos do município. Com o Maior São João do Mundo, proliferam as casas de "show", como o Spazzio, o Forrock, o Vale do Jatobá e muitas casas de pequeno porte ser um número muito grande. Não se pode esquecer também do forró que é praticado na Pirâmide do "Parque do Povo", pois, lá se oferece uma grande opção gratuita para quem é forrozeiro e não tem recursos para as noitadas de São João e São Pedro, bem como serve de esquente para aqueles que vão para as casas de show alta hora da noite e precisam dar um treinozinho para, nos locais certos, desenvolverem bem seu lado dançarino.

Nas casas de "show" é comum virem, não somente, cantores de forrós tipo Jorge de Altino, Alcimar Monteiro, Zé Calixto, Biliu de Campina e muitos outros forrozeiros de primeira linha, mas também rockeiros de fama nacional e internacional como Paralamas do Sucesso, Os Fevers, Lulu Santos, Engenheiros do Havaí e alguns outros. Os forrozeiros cantam e encantam as coisas nordestinas desde as mais animadas às mais tristes, como por exemplo, contando a vida e as fugas do homem do campo e da cidade em busca de sobrevivência, devido às secas naturais e provocadas pelas autoridades que se locupletam com este estado de coisas dentro de uma região de terras prósperas e de mão-de-obra abundante que não tem medo do trabalho e das intempéries da vida.

Os finais de semana dessas casas de show são bons com suas capacidades assumindo sua plenitude, isto significa dizer grandes lucros para os seus empresários, sem esquecer de que os conjuntos, ou bandas animadoras, assim como os cantores saem com suas contas bancárias bem desenvolvidas. Isto é muito bom para o povo que tem contato com seus ídolos; dão evasão as suas tristezas e sofrimentos; para a cidade que tem um fluxo bom de turistas visitando o município, entretanto, é ruim para a economia que proporciona pouca alocação de recursos, do mesmo modo que cria uma transferência muito grande de recursos financeiros para os grandes centros do país, notadamente São Paulo, Rio de  Janeiro e Belo-Horizonte onde moram estes artistas e onde estão seus empreendimentos empresariais.

Realmente, espera-se normalmente que no mês de junho a atividade econômica tenha um crescimento muito bom, decorrente do turismo implementado quanto ao Maior São João do Mundo e isto no que diz respeito ao setor informal da economia e ao setor formal. No setor informal, espera-se um aumento no nível de emprego e na produção. Quanto a isto, verifica-se somente um pequeno aumento, poder-se-ia dizer quase insignificante, porque os incrementos concedidos dizem respeito ao comércio de churrasquinhos, queijinhos assados, tira-gosto de maneira geral, milho assado ou cozido e alguns outros. Quanto ao setor formal da economia, segundo levantamentos com pessoas desta área, a produção estagnou neste mês e o emprego da mão-de-obra caiu, ocasionado por algumas demissões.

O setor do turismo é de fundamental importância quando dinamiza o sistema econômico como um todo, gerando empregos, investimentos, produção que tenha uma perspectiva de longo prazo, pois quando da geração de um fato econômico seja de curto prazo, ou de curtíssimo prazo, não se pode confiar em sua  eficácia e, portanto, deve-se, pelo menos, buscar algum outro decorrente deste. O fundamental é que toda a economia cresça, deixando todo mundo satisfeito em termos pessoais, bem como os agentes que realmente participam da produção, da atividade econômica como um todo, fiquem entusiasmados a praticar novos investimentos para implementar fortemente todas as partes estruturais que formam a produção e circulação de mercadorias necessárias ao desenvolvimento econômico municipal.

O mês de junho é um mês de festa e não se tem preocupado em criar movimentação de produção e circulação de produtos criados no município, nem tão pouco na região. Precisa-se inventar feiras de coisas nordestinas e campinenses para conseguir rendas municipais, bem como para os agentes econômicos que dela participarem e até agora não foi feito nada disto, somente as festas é que tem movimentado o São João. Devem-se também implementar locais de visitação pública, com o intuito de conduzir os turistas às compras de produtos da terra ou circunvizinhanças, pois já o bastante o tempo de criação do Maior São João do Mundo, nada o turista leva de recordação do São João que veio para ficar e as autoridade querem que ele não fique dinamizando a economia local.

Ao não fazer uma avaliação precisa sobre os rendimentos que esta atividade oferece, pode-se incorrer em problemas bem maiores do que se passa hoje em dia, isto é, esta festividade tão bela e produtiva, pode se tornar apenas um antro de prostituição e marginalização daqueles que buscam drogas e todo tipo de entorpercentes, para dar evasão às sua frustrações. Pensa-se que isto não é o que pensam as autoridades criadoras e dinamizadoras deste belo trabalho, mas, sim, proporcionar mais um elemento econômico de grande participação no cenário estadual e municipal. O que se reclama, é que o São João não é ainda uma atividade econômica, mas, sim, um desvio da sociedade ao furto, ao crime e às bebedeiras que é o que até hoje tem deixado ao campinense e ao compartimento da Borborema.

Quem ganha com o Maior São João do Mundo? Espera-se que quem ganhe seja toda a comunidade campinense, com a vinda de mais e mais recursos para a economia de Campina Grande em forma de investimentos diretos e indiretos, decorrentes do incentivo causado por esta grande festa. Em verdade, quais ou qual foi o investimento que chegou na cidade? O que se pode observar não é isto. O Maior São João do Mundo não trouxe nenhum investimento e, por conseqüência, não houve produção incremental na economia e nem tão pouco, foi implementado o nível de emprego municipal. O Maior São João do Mundo é muito importante; entretanto, é uma festa a mais no calendário dos foliões que se locupletam com os vícios na cidade, ou a cidade oferece uma degradação da vida humana e isto não é bom.

Como se pode ver, investimentos não aconteceram na cidade, nem no que diz respeito a hotéis e motéis para abrigar bem os turistas que chegam à cidade, pois hotéis e motéis são fracos e não houve nenhum empreendimento na rede hoteleira do município e nem tão pouco foi melhorado acima do que já existia. Não há ainda segurança de que o Maior São João do Mundo é uma atividade realmente econômica, todavia, o que existe realmente no mês de junho é uma movimentação na cidade e nada mais. Isto tem gerado alguns ganhos para as casas de "show", postos de gasolina/álcool e barracas, lanchonetes e restaurantes que não inovaram em nada, em especial, aquelas que se localizam nos arrabaldes do "Parque do Povo". Os bairros como é que ficam, o que ganham com esta história toda?

Mesmo que existam ganhos capitalistas, gerados na categoria dos hoteleiros, ainda existem protestos, como é o caso do Presidente do Sindicato dos Hotéis do Município, Jatobá, quando num programa, ou entrevista, a uma televisão local, colocou que o Maior São João do Mundo foi bom, mas tem alguns problemas que devem ser discutidos, como é o caso dos trinta (30) dias de festas. Explicava o Senhor Presidente que somente nos finais de semana, é que as atividades nos hotéis melhoravam um pouquinho, e no meio da semana, o hotel ficava quase vazio e isto não é bom para os hotéis que querem efetivar um investimento profícuo em suas instalações, ou até mesmo, na criação ou melhoramento nas estrelas dos hotéis, entretanto, com estas perspectivas fica muito difícil de serem efetivados.

E por falar em hotéis e motéis, vale salientar que nos trinta (30) dias de festas juninas, verifica-se que todos os estabelecimentos no "Parque do Povo" ganham, mesmo que seja pouco. O que dizer daqueles que ficam na periferia da cidade, ou nos bairros da cidade, mesmo sendo cervejarias e bares! Observa-se que as cervejarias e bares dos bairros não estão gostando dos efeitos do Maior São João do Mundo, porque neste mês, o negócio em seus empreendimentos é fraco, tendo em vista que os clientes desses ambientes vão ao "Parque do Povo". Isto acontece com o Ceboleiro, com o bar do Cuscuz, com o Lindão, com Batista e com os diversos bares que ficam na periferia da cidade, e o que fazer para dinamizar todos estes estabelecimentos que têm a atividade própria de participação das festas juninas.

Este é um reclamo geral da categoria de pequenos comércios da cidade, cuja atividade se engendra bem no Maior São João do Mundo e não há nenhum trabalho para que sejam incentivados e os recursos turísticos cheguem até estes agentes que participam da economia que não é informal. O setor comercial diz a mesma coisa sobre este grande evento municipal, pois quando se fala com um Gerente ou dono de um ponto comercial da Maciel Pinheiro, João Pessoa e adjacências é todo mundo por uma só boca: o mês de junho foi o pior mês para o comércio. É claro que isto não tem valor científico, entretanto, precisa-se de um trabalho sério para se investigar estas brigas e tomar as devidas providências sobre estas questões que precisam ser analisadas e discutidas pelas autoridades municipais.

Em se falando da parte econômica da atividade do maior São João do Mundo, pode-se mencionar também a questão industrial que faz parte da economia do município. Sabe-se que estas festividades não dizem respeito diretamente à produção deste setor, ao considerar que os produtos industriais não atraem os turistas ao seu comércio, entretanto causam problemas quando nos trinta (30) dias de festas, muitos deixam seu emprego para entrar na farra. Este fato influencia na produção gerada; os gerentes não contam com trabalhadores que por sua livre e espontânea vontade se desempregam, causando diminuição na produção e dificuldades empresariais. Estes são efeitos naturais que acontecem quando os turistas são incentivados sem uma ordenação da atividade econômica que se desenrola.

Voltando ao "Parque do Povo" propriamente dito, pode-se colocar uma questão de fundamental importância que não foi observada pelas autoridades organizadoras do Maior São João do Mundo, que é uma discriminação existente quanto aos barraqueiros lá estabelecidos. Veja-se que o "Parque do Povo" está dividido em duas partes, isto é, uma parte onde ficam as barracas dos ricos e outra, as barracas dos pobres, assim como, os cantores de nome, pelo menos estadual, só ficam na parte dos ricos e o povão deve se contentar em ouvir pelas caixas de som. A parte dos ricos é constituída de barracas pomposas e grande luxuosidade, tendo até nas barracas "shows" particulares de alto nível, enquanto as barracas pobres não tem condições de arcar com tais apresentações, gerando desigualdades na concorrência.

Não pode numa festa popular acontecer tal fato, cujo objetivo é uma alegria generalizada da população, ao se levar em conta que o São João é uma festa popular, onde todos devem participar de igual para igual e nunca acontecer o que acontece no "Parque do Povo". Não se está criticando as barracas pomposas, pois que, quem tem condições de fazê-las assim, que as faça, contudo, que não se crie o setor dos pobres e o setor dos ricos, cujo estigma cria mais fortemente os problemas que existem nas sociedades tradicionais das grandes e médias cidades do mundo moderno. Pelo fato de no lado dos ricos estarem os desfiles de roupas bonitas e de jovens também bonitos, é que o fluxo é maior de transeuntes e, por conseqüência, há um chama aos marginais que atuam fácil e livremente.

Diante de tantos fatos mostrados pela passagem das festas juninas que geraram o Maior São João do Mundo, o que se pode fazer, para que não aconteçam tantos problemas e que se possa melhorar esta atividade! Um primeiro ponto de suma importância, seria locar em pontos diversos essas barracas grandes que se apresentam ricas, para que inclusive haja um trânsito generalizado em todo o Parque e nunca localizado, contemplando tanto a parte de baixo como a de cima de toda a área do Parque. Deste modo, não se criam discriminações e diminui a atenção de marginais nas passarelas dos desfiles, onde os jovens e casais gostam de caminhar observando o que há de bonito e as novidades que são mostradas por aqueles que gostam de novidades para vender e para exibir.

Um outro ponto de fundamental importância que deve ser colocado é quanto aos dias desta festa, pois, trinta (30) dias é muito tempo e isto tem causado dificuldades ao comércio campinense e nem só ao comércio, mas também na indústria e outras atividades da economia local e até mesmo do compartimento da Borborema. O mais importante é que esta festa fosse somente nos dias normais de São João e São Pedro, ou então na semana em que ocorressem estas festas, isto significa que, quem viesse, voltaria e não causaria problemas à economia local como vem acontecendo atualmente. O objetivo das autoridades foi alcançado, que seria tornar o São João e São Pedro, uma festa campinense e isto já aconteceu com a apoteose que acontece no mês de junho em Campina Grande, na Paraíba.

Uma terceira questão a levantar é que fossem implementadas festas nos bairros, que fizessem movimentar as cervejarias, barracas e lanchonetes que precisam se integrar ao Maior São João do Mundo, com anúncios nas casas de "show" e ambientes onde circulem turistas. Isto não somente para movimentar os bares e restaurantes dos bairros, mas também, criando feiras e exposições nestes locais para uma dinamização generalizada em toda Campina Grande, pois isto é salutar a uma prosperidade desta festa que é nordestina e tem Campina Grande como sua divulgadora maior. Enquanto não se fizer uma estruturação para que toda a cidade participe desta festividade, a tendência natural deste brilhante acontecimento é uma decadência, porque entra no costumeiro e aborrece aos seus participantes.

Com o Maior São João do Mundo, Campina Grande cumpriu o seu papel, pois não se via tanta comemoração do São João e São Pedro em todo o Nordeste brasileiro, bem como no Estado da Paraíba, neste ano, isto é, mil novecentos e noventa e um (1991). As televisões em rede nacional mostraram as festividades de junho em todo o Nordeste, isto é, na Bahia, em Sergipe, em Alagoas, em Pernambuco, no Rio Grande do Norte e na Paraíba. Em termos internos no Estado da Paraíba, o São João e São Pedro melhoraram muito em Santa Luzia, Monteiro, Puxinanã, Pocinhos, Esperança, Fagundes e muitos outros municípios onde estas festas eram fracas e sem perspectivas. Tudo isto graças ao trabalho desenvolvido em Campina Grande com o Maior São João do Mundo.

Concluindo, o evento do Maior São João do Mundo é uma realidade que deve ser discutida, analisada e melhorada para que não se tome este acontecimento pronto e acabado, que só traga benefícios para o município cuja realidade é uma outra bem diferente. Os eventos turísticos são importantes, contudo, são esgotáveis, cabendo unicamente à autoridades trabalharem no sentido de que se possa cultuar por um longo espaço de tempo, pois enquanto tal evento esteja trazendo aquilo que a comunidade quer, está tudo bem. Caso aconteça o contrário é preciso rever tal acontecimento e partir para aquele que una os ganhos para a população civil e para a população economicamente ativa, de tal maneira que nada é ilimitado e é preciso usufruí-lo enquanto está no limite.

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