ORAÇÃO
BIBLIOTECA VIRTUAL de Derecho, Economía y Ciencias Sociales

 

DEBATE E DISCUSSÖES

Luiz Gonzaga de Sousa

 

 

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ORAÇÃO

Parei um dia. Olhei para o sol, vi o céu azul, muito bonito, e os pássaros passeavam alegremente de um canto a outro, como anunciando o encontro entre mim, e a Criação Maior de tudo que existe. Mais próximo de mim alguns bem-ti-vis entoavam um cântico que eu não conhecia, e minha mente não conseguia entender tal beleza que tomava meu corpo, como se eu fosse arrebatado para cantar com os pássaros no além. Não contive, parei e comecei meditar como eu poderia cantar com tão bela orquestra, que transluzia uma harmonia que não há cantor que consiga uma afinação tão perfeita e pura aos ouvidos, que começava a sentir a presença de Deus em uma conversa fraterna comigo, que eu é que deveria começar, mas, de repente a voz fugiu de maneira inexplicável. Mesmo assim, senti que o meu passado voltava e eu via uma floresta tão bela que minha mente nunca tinha visto. Pensei em Portugal, em Alemanha, em Inglaterra, em Japão, nenhum bosque florido eu pude comparar a este paraíso, onde eu passeava com alguns amigos que eu não conhecia e de súbito, parecem velhos companheiros, dando-me boas vindas e falo alegre a todos.

Oh! pureza infinita, como posso caminhar com os meus passos mais rápidos se não descobri a verdadeira senda que me leva à libertação, para encontrar-me com todos aqueles que me ajudam, e que eu ajudei a trilhar as veredas da luz, para sua auto-consciência e dizer agora, eu participo da construção dos mundos que me deram tantas alegrias e tristezas materiais, no processo de entendimento. Ao olhar ao lado, eu vejo um córrego, cuja água calmamente passa limpando cada vez mais o leito de um rio, indicando o trabalho da grande força que a todos dá vida e oportunidade, para o aprendizado que necessita para descobrir o seu amanhã que aos poucos vai se abrindo para a penetração da presença de Deus, como o desconhecido que originou tudo que existe. No entanto, a luz é o trabalho que impulsiona a todos a procurarem a sua sobrevivência em todos os sentidos, tanto no continuar da força energética em dar sentido à materialidade, como sentir que tudo continua até a uma libertação plena à incorporação da força universal, cujo ambiente não se tem idéia onde fica, nem tão pouco como é, mas precisa-se conhecê-lo.

Frente a este instante de meditação, eu vejo o sol, as estrelas, a lua, tudo sobre mim passando como se fosse um balé, em uma sinfonia inquestionável que não se tem idéia da grandiosidade do Criador de toda universalidade, tão milimetricamente arquitetada que não há comparação com nada que o homem fez, visto que a ciência não possui a mínima condição de entender os detalhes de tão grandiosidade divinal. No entanto, eu fiquei pasmo, perplexo, diante tal cosmopolitismo, que é muito difícil de compreensão, porém continuo a meditar cada parte do espaço sideral, cuja mente não consegue entender nada diante a perfeição inquestionável de uma sapiência que não tem limite, que a linguagem humana pode chamar de qualquer coisa, não se atinge tal perfeição. Lê, eu leio. Pensar um pouco mais também faço, entretanto, descobrir um centímetro à frente não consigo com a facilidade que ainda tenho, devido a falta de aprendizado que não consegui agregar ao meu processo evolutivo que leva muitas encarnações seculares, necessárias para obtenção do livre arbítrio, que é ter a consciência para a perfeição maior de forma retilínea.

Mas, quem fez tudo que existe? O sol iluminar tão imenso espaço, assim como alimentar os seres vivos que precisam de luz? A lua proporcionar aos namorados, momentos de descontração e de doação um ao outro, em um engrandecimento das coisas da natureza? As estrelas brilharem no espaço como se fossem um bailar em uma perfeição nunca vista? Tudo está em uma sintonia que não há físico que explique tal esplendorosidade, que ninguém conseguiu determinar quem foi seu idealizador, apenas imagina que o criador de tudo que existe, foi denominado de DEUS, como um conceito mágico, uma alegoria, ou algo que proporcione medo a alguém, levando-o a obedecê-Lo com tanta intransigência e pavor como se fosse algo tenebroso e bravio. Nenhum ser humano tem contato direto com a energia mais sublime que impulsiona a tudo que existe, recebe apenas reflexos sem uma intromissão na individualidade, que tem a obrigação de descobrir o seu futuro, com uma boa vivência de instantes presentes de uma vida de amor ao próximo e fraternidade, como algo que nasceu perfeito, e almeja a todos tal como são e devem ser.

Em conversa com estes amigos que paciente fiz, pergunto entusiasmado: qual a razão da vida? Porque eu estou aqui, tenho este merecimento? E DEUS, vocês conhecem, já O viram em algum lugar? O que é que eu faço para poder vê-Lo de pertinho, abraçá-Lo, e amá-Lo com as forças maiores de minha energia? É possível eu saber que DEUS existe, e posso estar com Ele em toda a sua plenitude? Estas perguntas são muito difíceis de resposta, tendo em vista que o entendimento de tudo isto não depende de um querer individualizado, mas de toda uma evolução espiritual, cuja mente muitas vezes não alcança os prodígios de uma perfeição mais pura, que se pode conhecer, e, não é todo mundo que tem esse grau de evolução, dadas as condições de aprendizado. Sem dúvida, pode-se imaginar a sua grandiosidade, em tudo que se ver, em uma perfeição que a ciência dos humanos não consegue explicar, pois o jeito é aceitar tal como é, dentro das descobertas necessárias, de acordo com a possibilidade de entendimento que se possa conseguir, mesmo que a ânsia de saber tudo seja muito forte, e angustiante.

De repente, vejo o vento passar em uma brisa inconfundível, proporcionando a tudo uma satisfação que ninguém consegue explicar, mas para que serve o vento? Será que é somente para acalmar o calor? Eliminar o sofrimento das plantas, e das pessoas, cuja intervenção do sol pode matá-las, ou demoli-las sem piedade? E a água, por que tão doce, e algumas vezes, a mesma água é tão salgada e horripilante? Continuo a questionar aos irmãos, e eu tão pequeno, querendo saber o maior de tudo, que é a filosofia do cosmo, a sabedoria divina, não mística por excelência, no entanto a mística, devido ao desconhecido, que incomoda a todos, que inicia a compreender um pouco as coisas que o cercam, em uma participação de sua sobrevivência, e de todas as criaturas da universalidade. Aos poucos a luz em mim cresce e eu começo a enxergar um pouco mais distante, porque o meu dia a dia me ensinou como entrar em contato com a sublimidade que dá oportunidade a todos igualmente, mesmo sabendo que alguns já adquiriram mais facilidades no entendimento do complexo sistêmico, de uma atuação que ninguém consegue entender prima face.

E os animais que não pensam, e não racionam, ao estarem em um instantes de inquietação, de fome, ou sentindo frio, o que fazer? Claro que uma força primeira de tudo que existe soergue a tudo uma perfeição que não há quem encontre um defeito em tal estrutura, de forma que deixa a todos meditativos, que é a única coisa que o ser humano pode fazer diante dessa potencialidade e encantamento que existe neste universo. A harmonia do espaço e do tempo, é tão perfeita que os filósofos passam noites e noites a questionar o poder que envolve o por quê de tanta perfeição, que os humanos se adaptam, nunca o contrário, como almejam os cientistas ou curiosos, que querem conhecer tudo, com o saber do mundo material, com sua limitação natural e não se quer entender. Sem dúvida, não existe inventor humano no planeta que crie uma planta, faça-a proporcionar tão grande beleza, e exale tão encantador perfume, ou que faça os animais ferozes viverem em tão grande harmonia nas selvas, sem adulteração do planeta como faz a inteligência suprema do universo, quando ajustou tudo na mais perfeita, e inquestionável sintonia.

Em seguida, ao caminhar pelo matagal de um sítio, observam-se os pássaros cantando e aí se pára para sentir a vibração de um canto que não existe outro igual, como se fosse louvando a natureza por mais um dia, mais um instante de prazer, de encanto, ao poder circular pelos diversos pontos, como numa louvação a DEUS ao agradecer tal festa de luz, de paz e de poder sobreviver a tudo e a todos neste mundo de feras. E lá estão sobre as árvores, em uma simbiose de cores que somente a natureza sabe explicar, pois esse mimetismo acompanha um cântico que vai fundo ao coração de quem já conhece a magnanimidade da luz divina para todos igualmente, como indicando que o CRIADOR de tudo isto, não teve, nem tem preferência por ninguém, nem por nada que existe. Pois, quando o dia amanhece, o orvalho da madrugada tenta limpar os males de um trabalho intensivo de uma noite de desprendimento, no ajudar a tantos que se encontram alheios às coisas divinais, cuja infância espiritual não possibilitou, nem possibilita um enxergar mais distante, devido a uma mente ainda muito restrita pela falta de conhecimento da eternidade.

No mesmo instante, as cobram sibilam nas locas de pedras, ou passeando pelos lajedos em busca de alimento, ou como um passeio natural para receber as dádivas da natureza, pelo frescor de tão bela energia, como se fosse revitalizando a vida e agradecendo à CRIAÇÃO por tudo que está à disposição de todos os seus filhos, indistintamente ser humano ou não, e que participa do encanto da vida, que ninguém explica suas relações. Quem tem oportunidade de acordar de manhãzinha no campo, tem a felicidade de sentir uma revitalização que dá base à natureza em um sustentáculo sem precedente, em uma energização para um novo dia que chega, indicando também a possibilidade de que ela seja cada vez melhor, bastando que a pessoa saiba conquistar o seu amanhã de paz e de felicidade. Não há quem explique os mistérios da vida neste equilíbrio de beleza, de encanto, de harmonia, juntamente com os animais peçonhentos, ou ferozes, que não eliminam seus adversários pelo simples fato de quer demolir os indefesos, que estão ao seu lado, como fazem os homens diante seu ódio, inveja, raiva, ganância, e outras inferioridades que não se libertou.

Todavia, no ar, no mar e na terra, estão as criaturas que a pureza Maior criou para uma harmonia tal que não existe igual; como os peixes no mar em pleno ajustamento, os pequeninos com as baleias e tubarões e outros peixes, talvez pequenos, mas com uma capacidade mortífera de eliminação de seus companheiros, cuja execução só se dá dependendo de suas necessidades e auto defesa, ou de sua sobrevivência. Pois, quem está de fora verifica as ondas do mar em uma evolução tão bela que deixa a todos perplexos, com a música que ela transmite indicando a presença de DEUS em tudo que no mundo existe, em uma vibração de uma grandiosidade incontestável, cujo ser humano não consegue entender, devido às condições dos sentidos físicos limitarem uma percepção infinita. No entanto, continua numa grande sintonia o vento, a água, a terra como necessitando da presença do ser pensante, que faz crescer a todos e, ao mesmo tempo, demolir tudo aquilo que ele mesmo construiu com tanto trabalho e vontade de ter o bom e o melhor, cuja ignorância não tem condições de entender o certo, numa certeza convicta e evolutiva.

Do mesmo modo, debaixo d’água os peixes dançam a grande valsa da paz que a mente de todos os companheiros recebem com a simplicidade que somente a divindade, como energia suprema do infinito, como a paz universal, construiu para que todos vivessem e convivessem em um mesmo clima de encanto e de aconchego que somente os prepostos do Criador podem entender e sentir a pureza de tão grande felicidade. E lá estão os golfinhos bailando a sua coreografia, em uma exibição como se fosse uma conquista teatral do mais belo canto, em atendimento a um convite, para que todos vivessem num clima de luz, de louvores a quem trabalhou tanto, para que tudo saísse com uma perfeição inconfundível, no detalhe de que os pensantes concluíssem suas tarefas ao seu modo. Pois, assim vivem os homens, vislumbrando um amanhã de paz e de felicidade, no entanto a sua construção é feita de maneira lenta e sem perspectiva de que o paraíso celestial seja o ambiente mais adequado para que todos fossem unidos em um canto uníssono de galhardia, de prosperidade e de muita luz, no virar dos séculos para a vida eterna, que é o amor.

Nesta meditação, indo ao mais profundo da grandiosidade de DEUS, viu-se tudo que existe em favor dos filhos de uma força Maior criadora de tudo que existe, daí verificou-se quanto é belo a vida verdadeira, que é a da pureza, da luz e da felicidade que a infinitividade oferece a todos que devem construir o seu verdadeiro caminho para poder estar com o PAI de tudo que existe e que não desampara ninguém de seu aconchego. A força maior que leva a todos à introspeção feliz é a mesma que respeita o livre individualidade de quem necessita desenvolver a mente, para se libertar da matéria, e ser a energia pensamente cósmica, como a luz que ilumina a todos, como fazem os avatares que propagam a sua inteligência por todo universo como uma explosão de estrelas. Finalmente, a oração é essa busca que todos devem fazer para entrar em contato com quem está sempre pronto para que a humanidade evolua, de preferência de forma igualitária, e todos construírem o paraíso celestial como resultado da felicidade que alcançou a mente humana, que é um pequeno grau da verdade, e a mais pura que existe para humanidade.

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