VÍCIOS: PROBLEMAS ESPIRITUAIS
BIBLIOTECA VIRTUAL de Derecho, Economía y Ciencias Sociales

 

DEBATE E DISCUSSÖES

Luiz Gonzaga de Sousa

 

 

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VÍCIOS: PROBLEMAS ESPIRITUAIS

A humanidade de todos os tempos constitui, em sua maioria, de viciados submetidos à ignorância de seu interior, tal como acontece com todos aqueles que trazem todo tipo de desconhecimento do bem e mergulham na pequenez de seu interior carente de afeto e carinho. Aqui, o conceito de vício é tido como aquela pessoa que não se controla no uso de coisas que maltratam o corpo físico e denigrem o espírito, como por exemplo: as drogas, as colas, os roubos, os furtos, a prostituição e muitos outros. São esses elementos que criam a nuvem negra sobre a crosta da terra, desviando cada vez mais, aqueles que ainda pequeninos, não têm condições de ver e sentir a realidade da vida, que todos têm que entender mais cedo, ou mais tarde, para o engrandecimento do seu espírito.

Os vícios da humanidade são discutidos por psicólogos, filósofos, sociólogos, cientistas sociais, economistas e uma gama muito grande de pessoas voltadas para o entendimento do porque dos vícios em que muitas pessoas se encontram submetidas e de difícil saída. Esses vícios determinam para muitos cientistas as desigualdades sociais, a formação da marginalização, a composição dos párias da sociedade que inspirou os corretos socialmente e os desviados, de acordo com o conceito desta mesma sociedade. São esses elementos expurgados do convívio humano, como se fossem animais irrecuperáveis, para sempre; entretanto, esquecem de que todos participam dos mesmos vícios, da mesma condição física, e das mesmas aberrações que são praticadas todos os dias.

Assim, dizem muitos dos cientistas, que tratam sobre esse assunto, que esses vícios são próprios de famílias pobres, por causa das condições sociais em que vivem, e como fuga aos desmandos da sociedade, caminham pelas veredas das drogas, ou qualquer um outro tipo de vício. O vício hoje em dia, ou talvez, em todo tempo tenha acontecido, não é produto da pobreza, ou de marginalizado pela sociedade que estigmatiza aqueles que precisam de apoio, nunca de hostilidade e rejeição por esta sociedade que participam. Os vícios partem, creia-se, do desejo de conhecer as coisas, o proibido, pode-se até dizer da ignorância adquirida, ou alimentada durante muitas e muitas vidas que passaram, e não conseguiu a sua libertação, não somente do corpo físico e nem do espírito.

Daí, tem-se em primeira instância que os vícios, que são o conjunto de todas maledicências da vida material e aprendizado com o baixo astral, não é resultado das desigualdades sociais em termos de distribuição de renda, isto é, diferença entre pobres e ricos. Tudo isto advém do caráter moral da pessoa, ou indivíduo que traz, ao nascer, algo que determina a sua índole, isto significa dizer, espíritos bons tem dentro de si o princípio da bondade, e espíritos maus, tudo de mal que adquiriram em outras vidas. Bondade ou maldade, o indivíduo tem que viver durante a sua vida terrena, melhorando seus aspectos de maldade, aperfeiçoando tudo de bom que existe dentro de si para servir de espelho para aqueles que não conseguiram sentir o amor dentro de seu interior.

Quando se fala em distribuição de renda, fala-se sobre economia, na qual o ser humano está intrometido, equilibrando-a, ou desajustando-a; contudo, isto faz parte da situação vibratória em que está submetida a humanidade em sua pequenez, ou superioridade. A situação da pobreza e da riqueza faz parte de provações e/ou expiações em que o homem está submetido, algumas vezes como compulsoriedade, outras como rescaldo para terminar alguns resquícios da materialidade em suportar as dificuldades de um ser que vive na pobreza, ao passar as mais diversas dificuldades da vida neste planeta. Com relação à riqueza é uma prova inconteste de que o homem tem que confirmar a sua convicção de que ultrapassou patamares de suporte das vicissitudes materiais, procurando usar a riqueza de maneira coerente e equilibradamente.

A distribuição de renda conduz a que as pessoas ignorantes do bem e com o uso intensivo do instinto possam entender que os baixos salários e a pobreza absoluta fazem com que, famílias analfabetas, ou da zona rural, quando chegam à cidade, e sem ter uma boa condição de vida, não se enveredem pelo caminho dos vícios. Mais do que nunca está provado de que não existe correlação perfeita de que este fato seja verdadeiro, entretanto, as condições trazidas de outras vidas têm facilidades de mostrar que a personalidade de hoje depende das vidas anteriores. Apenas as orientações familiares, a atividade religiosa, e a educação escolar, dão um certo direcionamento ao futuro de cada um neste planeta.

As discussões sobre os vícios da humanidade, repetem-se ao longo da história, cada um jogando para o outro a culpa e solução real não aparece com objetivo de dirimir as dificuldades que atormentam o ser humano, isto é, o suicídio por over doze, um vício desencadeando noutro, e assim por diante. O que foi feito até hoje por tais coisas, uns dizem culpa dos ricos, os ricos apelam para as correções do Estado, e assim a coisa vai caminhando ao longo dos séculos, contudo, soluções não aparecem, e o baixo astral continua. Desta forma, tem-se que esquecer, por enquanto, o cientificismo exagerado, partir para a realidade dos fatos, que é a conscientização de cada um, ao iniciar no interior de cada um, que precisa conhecer as pessoas como elas são, tentando ajudá-las em todos os sentidos, quando haja condições.

Enfim, qual é a solução dada pelos órgãos competentes aos vícios que a sociedade carrega pelos séculos? São as cadeias (cárceres), manicômios, hospícios, segurança máxima, e alguns outros instrumentos de repressão, que ao invés de reprimirem, revoltam muito mais, os envolvidos. A pessoa morre, e na morte encontra uma maneira de julgar aqueles que foram seus desafetos, nem que seja na sua maneira de pensar; daí, começa a perseguição, fazendo justiça com as suas próprias mãos, aumentando cada vez mais os seus débitos, sofrimentos, e dores. É neste sentido, que entram os ensinamentos espirituais, coisa que os médicos não conhecem, nem querem conhecer, dada a sua formação, deixando os seus trabalhos incompletos por ignorância de uma realidade que é verdadeira, e é natural.

Como se ver, a orientação familiar e um trabalho religioso intensivo é de fundamental importância, entretanto, não é tudo que o ser humano precisa, na sua ignorância do bem e acervo volumoso de débitos que não há computador que possa quantificar com precisão. Entrementes, é preciso que haja uma união entre a ciência que está de acordo com o grau de evolução do planeta, as deliberações do mundo espiritual para facilitar a compreensão daqueles que querem e desejam compreender a vida para o seu progresso, e todos aqueles que não tiverem oportunidade de conhecer uma religião, ou uma educação escolar ao nível de poder discernir o que é bom e o que é mal, ao parar para um instante de oração, ou prece, para que se possa tocar em seu coração a luz da compreensão e do amor.

Aqui não vai uma apologia ao mundo espiritual, porém, foram os espíritos, dentro do ajuste divino, que trouxe, ou desvendou muitas coisas do mundo dos espíritos, que é o mundo real, é onde todos vivem, dependendo do grau de evolução de cada um, quer dizer, aqueles mais elevados vão para lugares mais propícios, e os menos elevados ficam nestes lugares. Neste contexto, inegavelmente, foram os espíritos que mostraram claramente que as negatividades, as fraquezas de cada um estão na dependência direta de vivências anteriores, e isto desmistifica os trabalhos dos psicólogos que não querem entender a dinâmica do mundo espiritual. Somente a espiritualidade deu condições de os problemas e os vícios que muitos trazem, serem entendidas como ignorância do bem, e da relutância em entender os caminhos do amor, da paz, e da felicidade.

Assim sendo, o que fazer, ao saber que a ignorância que o ser humano traz, depende de vidas passadas? É muito fácil, quando se tem alguma condição de perceber a dinâmica da natureza, isto é, de tudo que Deus criou. Entretanto, é muito difícil, ao se verificar que a inferioridade de um ser humano está na dependência direta do seu não saber. Perceber a sua ignorância é muito difícil, tendo dentro de si o orgulho, a inveja e o egoismo, pois, todo mundo quer ser sempre maior um sobre o outro, portanto, libertar-se da ignorância fica muito pesado, complicado e difícil. Todos estes irmãos precisam de ajuda daqueles que estão libertos das correntes que os prendiam nas suas deficiências, e dificuldades em compreender a vida em todos os sentidos.

Em resumo, a pessoa pode ser católica, protestante, ou participante de qualquer facção religiosa para ter condições de entender a vida, apenas devido à forma como se dão os ensinamentos desses grupos, ao esconder a realidade do mundo espiritual, é que, dificulta a aceitação de que todos os vícios sejam problemas espirituais. Afora estas dificuldades as pessoas devem saber que tudo que acontece com o ser humano nos tempos modernos, depende do que esta pessoa fez no passado, tanto de bom como de mal, e isto são as marcas de uma vida que deve ser seguida em busca da perfeição que é o objetivo de todos. Portanto, um bom contato com o mundo espiritual é sempre bom para que a assistência seja sempre para o engrandecimento, nunca com vistas à decadência, nem da pessoa, nem dos outros, pois, todos são filhos de Deus.

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