CONHECIMENTO, TRANSCENDÊNCIA E NOVA CONSCIÊNCIA
BIBLIOTECA VIRTUAL de Derecho, Economía y Ciencias Sociales

 

DEBATE E DISCUSSÖES

Luiz Gonzaga de Sousa

 

 

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CONHECIMENTO, TRANSCENDÊNCIA E NOVA CONSCIÊNCIA

As pessoas, normalmente, costumam relacionar conhecimento com um tirocínio escolar, até a qualquer erudição, que na verdade ajuda no processo de enxergar mentalmente tudo que está por perto, devido ao uso da mente, o auxílio do raciocínio, na inter-relação dos aprendizados, que criam facilidades de lidar com as idéias que surgem a cada instante, pois, conhecimento é o acúmulo de escolaridade, e experiências. O conhecer é um prenúncio à sabedoria, tendo em vista que ambos estão bastante interligados pela correlação de implementaridade no acervo de experiências que agilizam a manipulação do aprendizado para se extraírem conclusões conseqüentes sobre uma realidade que necessita ser compreendida com mais facilidade, e assim, evoluir. Assim, a ciência aparece como grande suporte no avanço da epistemologia, ao considerar que ciência é conhecimento estocado; é saber, conseqüentemente, orientação para conseguir discernir tudo que está ao derredor daquele que busca desvendar um amanhã, pois as experiências sem escolaridade fazem conceber muito lentamente as coisas de maneira crítica e consciente.

As diversas formas de comunicação que existem no mundo moderno aceleraram o processo de concepção humano, não talvez de forma consciente; porém, de qualquer maneira o grau de saber tudo que estar se passando no dia a dia das pessoas é bem diferente do que a cem anos atrás, pelo surgimento da televisão, da pulverização dos jornais, e da amplitude dos rádios que levam informações muito longe, e todos têm acesso. Este processo ajudou muito e até certo ponto, dificultou ainda mais a relação que existe entre o conhecer por excelência, e a maneira crítica que se tem que ter das coisas que conduzem a uma evolução, coisa que está sendo obstaculada pela maneira contundente de colocar as informações que não oferecem condições de questionamento algum. Com isto, têm-se criado intelectuais que não têm a mínima condição de discussão, devido a achar que as suas informações são verdadeiras, e contra os fatos não há argumentos, quando vêem as montagens em televisão, cujas pessoas saem por aí a fora, achando-se conhecedoras de tal situação, criando revoltas, ódios, raiva, e uma série de informações erradas e absurdas.

Uma pessoa devotada ao conhecimento pressupõe anos de escolaridade, de experiência de leituras complementares, vivência de trabalhos que armazenaram informações que facilitam o raciocínio, a lógica, a coerência, estruturando-se em bases sólidas para um debate que leve a um avanço daqueles que aprimoraram seus dados no uso comum de todos que precisam de uma ajuda à participação de tal meio. No mundo moderno, todas as pessoas sabem tudo e não entendem nada, porque a mente ainda não foi trabalhada para que ela pudesse conduzir tal proprietário a uma meditação que soubesse extrair de suas informações, o melhor para o seu crescimento, e de todas as pessoas que vivem ao seu derredor, necessitando de ajuda em termos do saber. O saber visual não proporciona condições a que se tenha conhecimento pleno de qualquer realidade que precisa de mentalização, simulação interior e, sobretudo, condições de se extraírem conclusões que façam evoluir a todos ao mesmo tempo, cuja mente trabalhou insistentemente, e conseguiu o melhor para a transformação de todos os ignorantes.

A questão da transcendência, que muitas pessoas atribuem a problemas espirituais, não se apresenta desta forma, porque transcender é busca no mais além, é ser mais profundo quanto ao nível de conhecimento que necessita para a compreensão de muitos problemas que estão ao lado de todos em seu dia a dia, cuja compreensão está em algo que não se encontra ao alcance de informações naturais do cotidiano perceptível. Não se pode atribuir algum conceito à problemática da transcendência como sendo algo sobrenatural, como por exemplo: as conversações com os Espíritos, com Deus, ou com algo que não ver, simplesmente por estar se articulando com o além; mas, é, sobretudo, uma busca ao seu interior, numa conversa com o seu passado para saber construir seu futuro. Os seres humanos, são encarnados, que têm muito o que aprender na oportunidade que possuem de estar tendo experiências incorporados na matéria, para poderem construir com o uso de sua estrutura mental, como conviver com os seus desafetos, libertando-se de todo tipo de orgulho, vaidade, e algo que lhe tortura de maneira intransigente como um desafeto.

Sem dúvida, o homem cria dentro de si uma estrutura de convivência tanto com as coisas que lhe dão prazer, assim como aquelas que não lhe proporcionam as mesmas sensações dentro de seu nível de percepção que lhe dão satisfação, que não tem uma definição ainda exata do que o que se almeja dentro dos conceitos verdadeiros de sua libertação, e de seu auto domínio, quanto ao sentido do bem viver. Os conceitos vão mudando quando o nível de satisfação pessoal também vai se modificando, dentro do processo de aprendizado e experiências que se vão adquirindo em uma convergência para o bem ou para o mal, desde que não se conseguiu direcionar para a pureza ou libertação de tudo que for de cunho material, pois o tempo é quem vai orientar melhor para tal caminho. Para buscar conhecer a verdadeira senda da pureza maior, não se consegue como se fosse um passo de mágico, mas vivendo e criando o discernimento de sua verdadeira postura, perante o infinito que exige a transcendência de todos, em procurar entender os atos que executa a todos instantes, não em uma proibição, mas num conhecer como viver bem todos os dias.

Assim como nas escolas, desde as primárias até as de mais altos estudos de universidade, o estudioso passa pelas dificuldades de conhecer o bê-a-bá, e quando o aprende sente o prazer de ter conseguido o transcendental, o desconhecido para galgar patamares nunca dantes navegados pela preguiça de mais uma labuta, e pelas dificuldades de entender algo de tão grande dificuldade no processo de aprendizagem experiencial. Os homens são energias que se auto depuram no perpassar dos tempos, tal qual acontece com os estudantes que concluem seus estudos ano a ano, e vão à universidade com o objetivo de conseguir o sucesso de sua vida, quando também a concluem, dá-se conta de que o fim não chegou e os trabalhos continuam em ordem crescente e difícil. Essa depuração energética, que para muitos é tão complexa, para outros flui com grande facilidade, tendo em vista que suas bases foram bem consolidadas, cujo aumento das experiências não dificultam, mas aliviam os trabalhos vindouros, que proporcionam satisfação aos que estão envolvidos na labuta de cooperar com o progresso conjunto da humanidade.

Já quanto à nova consciência é resultado do processo de conhecimento e de transcendentalidade, porque se atinge a transformação que se necessita para neste processo de acúmulo se chegar à sabedoria, que é o misto de aprendizado intelectual e experiências de vida; porém, somente no que respeita à parte positiva do processo do evoluir, do se aprimorar diante da grandiosidade do Criador Maior de tudo. Adentrar na consciência significa saber por excelência, decidir perante os fatos do cotidiano, mas sempre se engrandecendo, significa dizer, em demanda do bem para todos que necessitam ganhar a sua independência perante todos que os cercam, daí poder-se até mesmo exercer o princípio da ubiqüidade se for o caso, para compartilhar ativamente da evolução de todos. Participar dessa ubicação não significa estar em dois lugares ao mesmo tempo; no entanto, poder expandir suas energias para os quatro cantos da terra, e quem esteja necessitando tenha facilidades para consegui-las, dentro do merecimento, em alcançar essa abrangência no processo de participar de uma melhor evolução do mundo, em uma edificação de um amanhã cheio de luz.

A consciência significa estar junto ao saber, e quem sabe não errar nunca, pois as pessoas pensam que têm consciência quando se opõem a determinado poder, quando naquilo que professam têm algum entendimento; sabem algo sobre aquele assunto, e isto não significa ter consciência no sentido real da palavra, ou seja, que o saber é amplo; e, tem-se o saber do meio onde se vive, e tem-se o saber transcendental. A consciência aparece quando realmente se tem conhecimento de tudo que o cerca, mas de maneira plena, como indica o próprio conceito do livre arbítrio que as pessoas confundem com a livre individualidade, pois um diz respeito ao se fazer o que se pretende e nada o impede e o outro a liberdade que se tem quando se conscientiza das coisas, ou sabedoria. Não se pode ter consciência quando falta muito para compreender as verdades transcendentais, ou o que se pode entender ligado às leis divinas, cujo ser humano não tem condições de enxergar não muito distante de seu próprio ser, devido ao seu fraco acúmulo de conhecimentos transcendentais, e a renitência de evoluir numa só encarnação.

Hoje em dia, a dificuldade em conhecer o mundo transcendental ou espiritual é muito grande, ao considerar que as informações advindas pelo rádio e televisão proporcionam algum processo de divulgação visual ou auditiva, cujo debate interior ainda não existe, quanto ao uso do raciocínio que leve a extrair suas próprias conclusões, tanto da realidade cotidiana, como também do que existe no mundo espiritual. Da mesma forma, observa-se o grau de radicalismo que existe de forma inconseqüente, isto é, não há base concreta, para não dizer científica para justificar determinado raciocínio lógico que derrube alguns pensamentos de quem não se aprofundou na busca de desmistificação de alguns preceitos, que não tem suporte racional para sobreviver à consciência. Não se pode ter livre arbítrio quando ainda se debate em conceitos da materialidade, sem nenhuma compreensão de uma realidade cósmica, não por transcender, mas por deixar a pessoa acima de uma estrutura de definições que estão além da imaginação humana de uma encarnação, pois, o processo já deixou base suficiente para compreender o tudo universal.

O interessante, é que alguém neste mundo, não se reconhece sem as devidas circunstâncias de perceber tal, ou qual conhecimento, que a sua mente não tem capacidade de entender o tipo de ensinamento que suas condições não conseguem vislumbrar, daí a falta de humildade, de simplicidade no processo de que o transcendente ainda não chegou à sua posição de ser humano, pensador, limitado quanto ao adentrar em sua consciência. Os conhecimentos são aprendizados de cada vida material que vai lentamente agregando ao acervo intelectual, formas de perceber um pouco além de suas possibilidades, onde existem muitas outras pessoas que já ultrapassaram essa fase, e conseguem enxergar um pouco além de seus conhecimentos de uma vida que está como encarnado, devido ao seu tempo espiritual. Por isso, só se consegue transcender, no sentido que está sendo empregado aqui, quando o fulano tem certa consciência de como chegar ao seu interior e extrair alguma lembrança que faça abrilhantar os seus momentos presentes, dado que já adquiriu algum estágio de entendimento do seu próprio eu (ego), pelo seu contato com o mundo espiritual.

A complementaridade entre conhecimento, transcendência e consciência se processa de maneira ajustada dentro dos princípios das leis divinas, que alguns chamam de Deus, outros de leis Cósmicas, outros de algo que o ser humano não sabe explicar como tal acontece, devido a sua condição de alguém que ainda está trilhando longos caminhos para conseguir entender como se processa tal fato na vida de cada um. Por mais que se queira, uma explicação de como se processa o relacionamento entre os homens, se as pessoas não tiverem conhecimentos, transcendência e consciência já conseguida, jamais vão compreender alguma coisa neste processo de profundidade filosófica, ao considerar que ainda são os ajudantes neste processo de aprendizado que ainda é infinito. Além do mais, algumas pessoas ficam estimulando grande polêmica, dizendo-se conhecedores de algo que está muito distante da compreensão da ciência que trabalha incansavelmente para tentar conseguir, com os recursos materiais, como as coisas se ajustam tão bem e perfeita, cuja mente humana não consegue compreender, e os instrumentos humanos não sabem explicar.

Dentro destes conhecimentos que foram colocados acima, consegue-se uma nova consciência quando puder se libertar das inferioridades que o mundo ainda se alimenta a cada instante, ao considerar que, os prazeres da materialidade são mais aconchegantes do que o contato com o que não se conhece, que às vezes admira pelo modismo que a imprensa apresenta, e o inusitado sempre possui a sua valia para os inquietos do além. As pessoas quando adquirem um certo conhecimento exacerba a sua inquietude quanto às coisas novas, ou algo que lhe chame à atenção, mesmo que a sua visão da espiritualidade, ou do seu eu verdadeiro se apresente muito difícil de compreensão, porque a pureza infinita não está aos olhos daqueles que ainda estão no início de sua vivência verdadeira. Finalmente, a conjugação dessas três palavras está intrinsecamente ligada à evolução que as energias que estão na fase hominal necessitam para conseguir o seu livre arbítrio, ou consciência cósmica universal para está ao lado da Formação de tudo que existe, que não importa a denominação; mas, a forma de conseguir a sua independência espiritual para sempre.

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