DEBATE E DISCUSSÖES INTRODUÇÃO
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DEBATE E DISCUSSÖES

Luiz Gonzaga de Sousa

 

 

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INTRODUÇÃO

Este trabalho tem como objetivo discutir algumas questões de grande importância sobre o mundo moderno, quanto às religiões, às ciências que comumente são estudadas, pesquisadas e questionadas, e quanto aos aspectos de moral no dia a dia das pessoas, que não entendem o melhor modo de comportamento humano. Alguns grupos sociais impõem idéias metafísicas, inquestionáveis aos seus seguidores como se fossem robos que não podem refletir sobre os dados que estão recebendo dos eloqüentes palestrantes que se regozijam com elogios, e vanglórias. Isto é um mal, porque todos têm que compreender o seu modus vivendi, não para si só, mas para servir de exemplo para todos aqueles que o cercam, e contribuem para uma melhora ao entendimento dos conceitos que todos estão comprometidos.

Um dos primeiros pontos que este livro contempla é quanto a uma viagem ao imaginário, que diz respeito aos conceitos e a formação de imagens na mente humana como símbolos que representam cada coisa que nasce; pois, quando ainda não se conhece profundamente o real significado de tais objetos, com o passar dos tempos, tornam-se corriqueiros na mente de cada pessoa, ao se ter plena cristalização desses símbolos. Dessa forma, aparece a acumulação de aprendizados que vai se estocando como ciência de tudo que está ao seu derredor, com o uso da inteligência que objetiva dar coerência e lógica ao que existe, pela descoberta particular de que se usa o pensar para principiar o processo de assimilação pela utilização da sabedoria e da consciência. Depois de conhecido o mais próximo, com o raciocínio já aberto, pode-se implementar um tipo de pensamento que conduza ao transcendente, como fazem os filósofos, ou todos aqueles que almejam ir além de sua imaginação, cuja mente tem um limite no uso de sua consciência para poder navegar além das coisas do mundo físico, o planeta terra.

Especificamente aqui, tenta-se fazer um levantamento das idéias mais discutidas nas religiões, ou claramente, individualizadas em cada religião para se tirar um consenso de seu verdadeiro sentido que deverá servir para todos que ouviram alguém balbuciar unilateralmente. Falou-se unilateralmente, porque nas religiões não se questionam os conceitos que se dizem divinos, ditados por Deus e transmitidos por enviados sublimes, por aqueles que comandam o mundo, e não podem passar pelo crivo do questionamento. Ora, tudo deve ser pensado e repensado para o melhor entendimento da realidade que está em discussão, tendo em vista que o ser humano foi dotado de inteligência, portanto, propenso ao raciocínio, ao poder de pensar, como se deve fazer com as informações que recebe, antes de serem repassadas nas conversas informais.

Quando não se discutem as informações chegadas, verifica-se que o ser humano deixa de ser um ser pensante, passa a agir conforme as máquinas que resolvem mil coisas com muita facilidade, mecanicamente sem discussão, e sem raciocinar, tal qual seria a faculdade do homem. O homem que não questiona, não pensa, e não raciocina, pouco, ou quase nada tem usado o seu livre arbítrio, portanto, a inteligência é apenas uma faculdade latente, e não utilizada, contrapondo a finalidade proporcionada pela Criação, que é a individualização do ser. Bilhões e bilhões de anos se têm atravessado ao longo dos séculos, e o ser humano não tem se preocupado com o bom uso de sua faculdade de pensar, pois, a inteligência tem sido neutralizada pela lei do menor esforço, portanto, a ignorância superando o conhecimento do bem.

Dá para se ver que o homem não tem condições de, em um certo espaço de tempo, adquirir vastos conhecimentos sobre as coisas que o cercam, se não for um acúmulo de idéias ao longo de muitas e muitas encarnações, em cooperação com aqueles que também participam das criatividades. Quer-se dizer com isto que um ser humano hoje em dia vive em média 60 a 70 anos, é um espaço muito curto para uma compreensão da realidade, e invenções que são efetivadas na atualidade, coisa que a mil anos atraz não se via com tanta constância, como é comum nos tempos modernos tantas facilidades. Este progresso que o mundo atual enfrenta é fruto do acúmulo de conhecimentos adquiridos nas múltiplas vivências, que as religiões não aceitam, e não questionam para o melhor entendimento de todos.

É por não entender a questão da reencarnação que os seres humanos criam dentro de si o orgulho de ser criador, inventor e maior do que aqueles que não conseguiram tal conhecimento, para o progresso individual que não é tão individual assim, porque conta com a amalgamação dos espíritos protetores frente àquele assunto. E por falar em orgulho, observa-se que este sentimento é uma vaidade que deve ser superada, porque não tem sentido a auto-afirmação, ao considerar que todos são iguais perante a Criação Maior, que tudo fez na maior das simplicidades, da humildade, sobretudo, do amor ao próximo. Deve-se compreender que tudo que se faz, ou se faz tem um objetivo único que é a evolução de tudo indistintamente de raça, credo religioso, e classe social, que é a invenção do homem encarnado.

Neste trabalho está também inserido, o questionar os problemas da moral, que as pessoas ainda não entendem claramente, e os poucos seres que firmaram alguns conhecimentos sobre estes pontos, muitas vezes se enclausuram em seu interior, não levando aos demais o bom entender da vida real que deve seguir. É o egoísmo que acalenta aqueles que ainda não se libertaram de sua ignorância do bem, e se locupletam na vaidade de ser conhecedor de algo que não lhe pertence, porque se é apenas colaborador, na construção desse universo, criado por uma força primeira, para que todos vivam. Entretanto, neste trabalho estão alguns pontos sobre a questão da moral que devem ser questionados, bem entendidos, para o melhoramento daqueles que não compreendem as desigualdades sociais, e os descompassos que existem em termos morais.

A moral pregada pelas Igrejas, de maneira geral diz a mesma coisa, ensina o melhor caminho a seguir, orienta fazer o bem, mostra como discernir o que é bom e o que é ruim, sobretudo, demonstra a formação de tudo de maneira mítica e mística. Todavia, esses ensinamentos não levantam idéias que culminem com uma maneira que conduzam o ser humano ao pensamento, ao solilóquio para que as informações não sejam acumulação de dados sem reflexão, que ao invés de contribuir ao adiantamento moral, entorpecem a uma vivência, sem finalidade. Verifica-se que ninguém participa deste mundo por acaso, existe uma razão de ser que as religiões não discutem, nem tão pouco têm a curiosidade de investigar à luz da razão que Deus deu a todos com tão grande amor.

Com respeito a isto, o espiritismo nasceu para explicar estes pontos que os interessados com as coisas de Divinas não quiseram, e não querem ver, frente à luz da lógica, do raciocínio, e da boa utilização da inteligência que está imantado em todos, que querem pensar na participação divina em todos os momentos da vida. O espiritismo não trouxe nada de novo, veio apenas clarear o que as pessoas não vêem, nem sentem, que é a interrelação do mundo dos invisíveis com o visível que constitui a mesma coisa, sendo um etéreo, o outro matéria, cuja encarnação tem o sentido de em prática o que pode aprender no invisível. Assim, o dogmatismo, com o mau ensinamento das religiões fizeram, como fazem com que os seres pensantes não quisessem enxergar a realidade, que é a conjugação do mundo das almas com o dos espíritos.

Um outro ponto importante que se tenta abordar nesta coletânea, é uma desmistificação de muitos conceitos que são utilizados e propagados de maneira errada, talvez não propositalmente, mas, por ignorância da realidade que não se pega e não se vê. Não se pode condenar os que não aceitam e não acreditam no mundo espiritual, mas, tentar auxiliar a que de uma forma ou de outra comecem a sentir que o mundo espiritual existe, e está sempre influenciando a todos de uma forma direta ou indireta, no dia a dia da humanidade. Sobre a vida, sobre as curas e sobre muitas coisas mais, deve-se pensar e refletir, a veracidade de tais conceitos, seus efeitos na evolução da humanidade, que necessita compreender tudo que está ao seu lado, e como isto transcorre de forma dinâmica.

Observa-se que os intelectuais das religiões, das ciências e dos esoterismos têm procurado entender em primeiro lugar o eu interior de cada um, de si próprio; e, em segundo, tudo que circunsvolve a humanidade desde muitos séculos antes de CRISTO, e até hoje continua a mesma pieguice de não ter avançado nada, ou quase nada no sentido moral. Pois, esta pesquisa tenta suscitar esta discussão para que não se tome como princípio religiões alienantes, sem que se possa raciocinar, ou utilizar a dádiva maior que Deus proporcionou a todos que pensam como seres humanos, isto é, usar a inteligência, é a presença da Criação. É apenas uma discussão que se deve iniciar primeiro num solilóquio, e depois, com os dados disponíveis nas experiências já prontas às conclusões propícias ao desenvolvimento da evolução interior, e com os demais.

Frente a tudo isto, busca-se com esta discussão frente aos estudos levantados, em livros de filosofias, de psicologias, a Bíblia Sagrada, e os trabalhos metafísicos do espiritismo, em confronto com os dados acumulados, que o autor traz ao longo dos séculos dos séculos de vivências. Nestes levantamentos, verifica-se que apenas o espiritismo tenta mostrar a realidade tal como ela é em todos os instantes, sem mistificações, sem dogmatismos, sem fanatismos a quem quer que seja, e se isto acontecer, não é o espiritismo que ensina. As pessoas, em sua livre maneira de pensar, é que tiram as conclusões que quiserem, mesmo sendo erradas, entretanto, são erros individualizados, não coletivos, quando se trabalha com os verdadeiros ensinamentos espíritas.

Com isto, propõe-se uma contribuição à construção de um mundo que o homem destruiu, contaminando com maledicências e negatividades que a humanidade não entende, ao continuar a sua alimentação nas coisas vãs que só fazem destruir, e com muita facilidade. Este apanhado tem justamente o objetivo de resgatar o aprendizado necessário à vida que é uma continuação do mundo espiritual, que traz no perispírito de cada ser as marcas boas, ou más de um passado negligenciado de tanta imprudência, e incompreensão. Assim, foi pensando desta forma, que se tentou levantar alguns temas polêmicos concernente à humanidade, que enxerga pouco e precisa sentir a necessidade de conhecimento do bem, e da estrutura à qual, todos estão submetidos.

Muitos personagens importantes, e fundamentais à transformação da humanidade apareceram nos diversos cantos da terra, dentre os quais está Karl MARX, que surgiu no século XIX, com um trabalho intelectual de grande valia para compreender a sociedade que todos estão interligados, especificamente a sociedade capitalista, onde prevalece o assalariamento, e a dependência do trabalhador ao patrão mortalmente explorado. Frente a isto, pensou-se na hipótese de que se JESUS foi um ser humano, que se devotou à libertação da humanidade espiritual, até hipotecando sua vida, com a morte na cruz, então Marx também fez o mesmo quando debruçou na luta de um trabalho que conscientizaria seus irmãos do jugo dos capitalistas, que buscam o lucro desenfreado e espoliador. Nesta contenda pela conscientização do ser humano, a indicar que todos devem lutar pela sua libertação, todos devem criar consciência de seus afazeres como seres humanos fraternais, cooperativos; pois, a sociedade seria de todos, indistintamente de raça, de classe social, de credo, e de nacionalidade, que levaria a unidade para todos os irmãos do planeta terra.

Entretanto, este trabalho trouxe ao autor, uma luz muito forte sobre as questões que estão colocadas à discussão, não plenamente acabadas, mas como uma forte introdução a quem busca encontrar a verdade, que não é a verdade unicamente mensurável, palpável e concreta, mas aquela que ultrapassa a tudo isto que está à frente. O importante, é que haja um início, nem que seja contestável por aqueles que não enxergam as verdades divinas, a participação dos espíritos, e a cooperação que existe entre todos que estão sob o comando da pureza, do amor, da perfeição e da paz. Enfim, o conhecimento da vida é fundamental para que o homem delimite seu objetivo, e coloque uma metodologia adequada para numa boa vivência em todos os lugares, seja no mundo visível, ou mundo invisível, onde muitos ainda são mutantes neste processo de evolução.

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