El cooperativismo una alternativa de desarrollo a la globalización neoliberal para América Latina

CARLOS GOMES

OUTRAS ACTIVIDADES - ABRIGOS NATURAIS E ARTFICIAIS

Os abrigos constituem uma das mais antigas formas utilizadas pelo homem na sua adaptação ao meio ambiente. A ocupação das cavernas ou a construção de abrigos são influenciadas pelo clima, o meio físico e biológico, a defesa contra os predadores ou a deslocação frequente das populações. Varia conforme as regiões, as épocas e as estações do ano e, ainda, conforme os materiais disponíveis e o tipo de vida das populações.

A atitude dos agrupamentos humanos face ao problema habitacional é muito diferente nas regiões tropicais, temperadas ou glaciares. Tal facto exerceu uma grande influência na actividade produtiva e na evolução dos hábitos do próprio ser humano. Os abrigos surgem onde as condições climatéricas impossibilitam a vida ao ar livre.

Nas zonas tropicais ou desérticas eram, por vezes, erigidos quebra-ventos que proporcionavam a privacidade e a sombra. A junção de duas paredes ou de dois guarda-ventos forma a primeira cabana com teto inclinado e aberta dos dois lados. Algumas construções de abrigos encontram-se em campo aberto. Os habitantes a viverem na orla das grandes florestas tropicais não precisavam de habitações permanentes pois estavam em constante movimento e a madeira e o mato eram abundantes. As armações eram baixas e construídas com ramos e folhas, atadas com longas fibras, possibilitando o abrigo do vento e da chuva. Os africanos empregavam na construção esteiras feitas de folhas de palmeira e outros materiais fibrosos, que permitem paredes finas e frescas, podendo ser removidas ou substituídas com facilidade. Estes tipos de estruturas habitacionais eram ainda visíveis e utilizados em épocas recentes.

Algumas grutas foram habitadas durante dezenas de milhares de anos, não de modo permanente, mas numa base cíclica ou sazonal. Outras eram ocupadas durante os períodos de caça. A ocupação está também relacionada com o modo de vida nómada ou sedentário. Uma das grutas existentes na África do Sul foi ocupada pela primeira vez há 120 mil anos e usada por grupos como abrigo até há mil anos. No Norte da Austrália estes abrigos prolongaram-se até ao nosso último século.

A construção de abrigos artificiais quando assume a forma de tenda ou cabana, já obriga a uma criteriosa escolha dos locais e à criação duma estrutura habitacional. Algumas habitações consistem numa armação de estacas de madeira ou ossos e ramos, rodeada por um anel de pedras e, eventualmente, uma cobertura de peles de animais. As cabanas tinham, por vezes, uma parede exterior construída de argila e arenito. É frequente a sua construção nas margens dos rios e dos lagos. Este tipo de construção já exigia o uso de ferramentas produzidas com grande perícia.

Em zonas mais frias, a preferência dos habitantes encaminha-se para o aproveitamento de abrigos sob rocha ou de cavernas naturais. Aí sentiam-se protegidos por um telhado natural que proporcionava uma boa sombra e resguardo do frio e da chuva. Esta preferência deve-se também ao domínio do fogo. Muitas grutas incluem uma lareira e uma abertura no tecto para deixar entrar a luz.

Alguns abrigos são adequados a uma presença continuada de tipo permanente, outros são adaptados a utilizações temporárias ou até a soluções transportáveis. Os povos com um modo de vida sedentário, como os pescadores, preferiam abrigos permanentes; os povos nómadas construíam abrigos de uso temporário, de diferentes espécies, com materiais encontrados no local; os grupos errantes, que preferem ou são obrigados a uma grande mobilidade, ocupam as covas ou cavernas que a natureza lhes proporciona como refúgio e guarida ou, se conhecem a agulha e o uso de peles, habitam em tendas de campanha. Estes abrigos, isolados ou reunidos, ainda não são suficientemente importantes para se assemelharem a aldeias.

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