Contribuciones a la Economía


"Contribuciones a la Economía" es una revista académica con el
Número Internacional Normalizado de Publicaciones Seriadas
ISSN 16968360

P&D DE NOVAS TECNOLOGIAS: FORÇA MOTRIZ DO HOMEM

Ismael Arruda[1]

Eduardo Palmeira[2]

RESUMO: Tecnologia, quem a detém  possui maior vantagem competitiva sobre os demais, sejam os detentores da tecnologia nações ou empresas. A tecnologia é a peça chave, é a força motriz que move a humanidade, mas primeiramente para deter a tecnologia é necessário investimento pesado em pesquisa e desenvolvimento, seja de novas tecnologias ou  seja apenas o aperfeiçoamento das velhas. Nosso país, historicamente importador de tecnologias deve investir pesado na educação e pesquisa e desenvolvimento se quiser tornar-se um país desenvolvido para gerar e melhor distribuir riquezas.  
Palavras chaves: Tecnologia, Pesquisa e Desenvolvimento, Vantagem competitiva, Economia.

ABSTRACT: Technology, who withholds it possess greater competitive advantage on excessively, is the possessors of the technology nations or companies. A technology is the part key, is the motor force that the humanity moves, but first it withhold the technology is necessary investment weighed in research and development, either of new technologies that is only the improvement of the old ones. Our country, always importer of technologies must invest heavy in the education and searches and development if to want to become a developed to generate and better country to distribute wealth.
Words keys: Technology, Research and Development, competitive Advantage, Economy.

Para citar este artículo puede utilizar el siguiente formato:

Aruda, I. y Palmeira, E.: “P&D de novas tecnologias: força motriz do homem" en Contribuciones a la Economía, agosto 2007. Texto completo en http://www.eumed.net/ce/2007b/iaep.htm


Ao longo da história humana no planeta terra, aqueles que desenvolveram novas tecnologias, se colocaram em um patamar superior e obtiveram vantagem competitiva sobre os demais. Nos primórdios, a descoberta de como fazer o fogo promoveu a vantagem competitiva das tribos que dispunham desta nova invenção sobre as outras que não tinham. Sim, a descoberta de como produzir o fogo pode ser considerado a invenção ou descoberta de uma nova tecnologia, pois analisando a semântica da palavra tecnologia significa o estudo da técnica ou o estudo do ofício. Recentemente na história humana, podemos citar as caravelas que proporcionaram as grandes navegações e conseqüentemente a descoberta do novo mundo, a descoberta da máquina a vapor, a invenção da energia elétrica, o telégrafo, a descoberta da energia nuclear, as T.I.C’s[3], a quebra do código genético humano, enfim, todas as novas descobertas e o aperfeiçoamento do que já era conhecido levaram prosperidade e desenvolvimento se pensarmos em nações e lucros pesados se pensarmos em empresas.  Quanto Portugal e Espanha lucraram com a descoberta da América?  Seria possível a revolução industrial sem as máquinas a vapor baseadas em energia termodinâmica? Ainda hoje o princípio de geração elétrica pelos reatores nucleares é baseado em energia termodinâmica. Quanta inovação o telégrafo trouxe, substituindo a entrega manual de uma informação em um papel por comunicação por sinais elétricos a longas distâncias? O valor da invenção e do benefício da internet e do e-mail pode ser expresso em cifras e ser calculado?

 O Brasil e muitos países subdesenvolvidos incentivam a transferência de tecnologia (muitas vezes a tecnologia importada não é de ponta) de países desenvolvidos sem cuidar do domínio de tais tecnologias, a base industrial Brasileira foi alicerçada em importação maciça de tecnologia, pois a população demanda bens e serviços cada vez mais e mais, economicamente  podemos até defender tal procedimento, mas a base estrutural da nação já começou errada. Devemos entender por domínio da tecnologia importada a compreensão total da tecnologia em questão, deveríamos investir em pesquisa e desenvolvimento destas tecnologias importadas, assim o conhecimento adquirido deveria ser difundido nos centros tecnológicos e universidades gerando um efeito multiplicador. Este efeito multiplicador proporcionaria um progresso tecnológico no país. Mas caímos em outro problema na base estrutural do Brasil: o investimento em educação. Temos muito poucos pesquisadores no Brasil, falta investimento pesado do governo em educação que deve começar na primeira série do ensino fundamental, pois se os alunos que estudam em escolas publicas e  não tiverem bases sólidas como se tornarão  pesquisadores? O comparativo com outros países em desenvolvimento como China, Índia e Coréia do Sul por exemplo, em patentes registradas é muito baixo, a mesma relação segue para estudantes mestrandos e doutorandos. A área de T.I[4] no Brasil atingirá o colapso em 2012, pois o ritmo de formandos no país não acompanha o crescimento de vagas de emprego desta área. Então, as empresas acabarão importando profissionais de outros países. O governo federal deve investir pesado em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias e aperfeiçoamento das existentes, temos muitos exemplos de empresas de capital nacional de sucesso, empresas estas que investem pesado em pesquisa e desenvolvimento e conseqüentemente obtém retorno do investimento. Podemos citar a Riocell S.A. que atua no setor de celulose, esta empresa destina 1% de seu faturamento e mais US$ 2,5 milhões ao ano em investimento em pesquisa e desenvolvimento mantendo centro de pesquisa e desenvolvimento autônomo interagindo com universidades, desenvolvendo inovação em biotecnia e produtividade florestal, meio ambiente e processos e produtos de celulose e papel.

Temos que citar também o biodiesel como exemplo positivo da atuação direta do governo em desenvolvimento de tecnologia. Esta tecnologia desenvolvida no Brasil trará muitos benefícios em cadeia que vão beneficiar a nação  economicamente com a transferência desta tecnologia para os EUA, novos mercados para a exportação de soja por exemplo se abrirão para o país.

Já como ineficiência do estado podemos citar a falta de tecnologia brasileira para refinar o petróleo bruto, visto que ainda temos muito petróleo a ser prospectado no nosso solo e somos grandes produtores.

Segundo dados não oficiais pesquisados na internet, mas com certeza muito próximos da realidade os EUA são responsáveis por 20,7%; a Alemanha por 13,3%; o Japão por 12,6%; o Reino Unido por 6,2%, e a França por 3,0% da exportação mundial de produtos da vanguarda tecnológica (equipamentos de telecomunicações, equipamentos científicos de precisão, microprocessadores, medicina e biologia, produtos químicos orgânicos, equipamentos aeroespaciais, tecnologia da informação, etc), apenas cinco países detém 55,8% da exportação mundial e os EUA ¼ da exportação total mundial de tecnologia. Quem detém tecnologia, pela lógica, detém o poder.

Precisamos como nação, além de realizar obras de infraestrutura nas nossas rodovias, portos e aeroportos, revolucionar nossa educação para que o investimento em desenvolvimento tecnológico, que também deve aumentar, tenha os devidos resultados esperados e nosso país torne-se mais justo socialmente e passe ao estágio de país desenvolvido.


Bibliografia:

MATTOS, João Roberto Loureiro de, GUIMARÃES, Leonam dos Santos, Gestão da Tecnologia e Inovação, 2005 Editora Saraiva.


[1] Acadêmico Faculdade Atlântico Sul Pelotas RS

[2] Orientador Eduardo Palmeira, professor de Gestão da Tecnologia Faculdade Atlântico Sul Pelotas RS

[3] Tecnologias de informação e comunicação

[4] Tecnologia de Informação


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