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Graça Auxiliadora Nobre Lopes (CV)
Ione Vilhena Cabral (CV)
Tatiani da Silva Cardoso (CV)
Roberto Carlos Amanajás Pena (CV)

Universidade do Estado do Amapá
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Sinopsis

A compreensão da consciência do sagrado em sua essência perpassa pela pluralidade cultural. Os Filósofos como Nietzsche, Rudolf Otto, e o historiador das religiões Mircea Eliade baseados aurora da humanidade buscaram elementos para explicar como acontece a concepção que o homem tem do sagrado e como se dá a manifestação do mesmo, ou seja, como ocorre essa construção de sacralidade pelo o homem. Assim, para os referidos filósofos, a explicação do sagrado se dá de forma racional e não emocional como ocorre com a doutrina cristã, o que se busca na verdade é uma explicação totalmente desvinculada do pensamento institucional cristão. Pois, a consciência sagrada nada mais é do que uma compreensão psicológica que a psique humana criou para “fugir” dos seus instintos internos. Por isso, a doutrina cristã sofreu duras críticas por parte de Nietzsche, filósofo que crítica veemente o cristianismo como doutrina da alienação e fim último da humanidade. Otto expõe que o sagrado só se manifesta à determinadas pessoas predestinadas e com características devotativas desmitificando a concepção de que qualquer pessoa pode ter uma experiência com o numinoso. Portanto, o referido trabalho visa mostrar como os autores fundamentaram sua compreensão sobre a consciência do sagrado a partir de uma perspectiva racional acerca da consciência do sagrado.

Índice

INTRODUÇÃO

CAPITULO I – O SAGRADO NO AMBITO DA CONSCIÊNCIA
1,1. A gênese da sacralidade no pensamento judaíco
1.2. A difusão da sacralidade no pensamento pagão e cristão
1.3. A Sacralidade no pensamento de Santo Agostinho e Tomas de Aquino

CAPITULO II – A CRITICA DE NIETZSCHE AOS FUNDAMENTOS DA CRISTANDADE E AS CONSEQUENTES IMPLICAÇOES A CONSCIÊNCIA DA SACRALIDADE
2.1. O Super-homem e a desmistificação do Deus Cristão
2.2. O anticristo e a superação do cristianismo

Capitulo IIIA COMPREENSÃO DO SAGRADO
3.1. O elemento ativo presente em todas as religiões - numinoso
3.2. O sentimento do mysterium tremendum – arrepiante
3.3 A supremacia avassaladora da tremenda majestade
3.4 Energia do numinoso
3.5 O Aspecto “Mysterium” - O “totalmente outro”
3.6. O aspecto fascinante
3.7. Otto e as manifestações do sagrado
3.8. A faculdade de divinação

CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAL BIBLIOGRÁFICO