CONSERVAÇÃO IN VITRO E EX SITU E VALORIZAÇÃO DE ENDEMISMOS IBÉRICOS DAS APIACEAE PORTUGUESAS

Ana Cristina Pessoa Tavares dos Santos (CV)
Universidade de Coimbra
actavar@bot.uc.pt
ISBN-13: 978-84-15774-31-0
Nº Registro: 201315823


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Ficha de la tesis

Sinopsis

As ameaças crescentes à perda de biodiversidade impõem medidas que invertam essa tendência pelo que a sua conservação é urgente, particularmente espécies raras e em maior risco, como as endémicas, de habitats restritos e características muito peculiares. O conhecimento de propriedades intrínsecas a estes taxa promove a sua valorização e interesse e o recurso a técnicas de micropropagação in vitro permite a sua preservação pela utilização e aplicação sustentáveis.
Foi concretizada a conservação ex situ de 13 taxa de Apiaceae ibéricas endémicas e presentes em Portugal: plantas vivas e coleções de sementes (11 taxa, dos quais seis novidade) integrados no banco de sementes do Jardim Botânico de Coimbra, Banco de Germoplasma de Braga e do Millenium Seed Bank, UK. Mais de 150 exemplares-testemunho estão incluídos no Herbário COI. Dada a grande complexidade taxonómica da família, recorreu-se a metodologias complementares (citometria e quimiotaxonomia) para a caraterização morfológica dos taxa. Nos quatro taxa mais vulneráveis estabeleceram-se protocolos de micropropagação com vista à multiplicação em larga escala e respetiva aclimatização em condições naturais ex situ (no Jardim Botânico, sementes e coleções vivas e in vitro)e in situ (habitat natural), metodologias sustentáveis importantes, pois permitem evitar a recolha exagerada de plantas no campo em taxa que se encontram ameaçados.
A valorização de seis taxa foi conseguida através da caracterização dos óleos essenciais e avaliação da atividade antifúngica de alguns deles contra agentes patogénicos como leveduras e fungos filamentosos.

Índice

CAPÍTULO 1. INTRODUÇÃO
1.1. Enquadramento do tema da tese
1.2. Estratégias e métodos de conservação
1.2.1. Conservação ex situ
1.2.1.1. Técnicas de propagação in vitro
1.2.1.2. Conservação a longo prazo
1.2.2. Conservação in situ
1.3. Apiaceae - breve descrição e importância
1.3.1. Endemismos ibéricos representados em Portugal
1.4. As plantas aromáticas como fonte de metabolitos ativos
1.4.1. Os óleos essenciais
1.4.1.1. Obtenção e controlo de qualidade
1.4.1.2. Caracterização química
1.4.2. Atividades biológicas
1.5. Objetivos

CAPÍTULO 2. MATERIAL E MÉTODOS
2.1. Identificação e localização dos endemismos ibéricos das Apiaceae portuguesas
2.1.1. Análise de carateres taxonómicos
2.1.2. Microscopia ótica e microscopia eletrónica de varrimento
2.1.3. Citometria de fluxo
2.1.4. Daucus carota L.: análise das subespécies nativas em Portugal
2.1.4.1. Material vegetal - identificação e localização geográfica
2.1.4.2. Análise morfométrica dos frutos
2.1.4.3. Teor em DNA e nível de ploidia
2.1.5. Estudo de Eryngium duriaei J. Gay ex Boiss.
2.1.5.1. Material vegetal – identificação e localização geográfica
2.1.5.2. Análise morfológica das plantas
2.1.5.3. Teor em DNA e nível de ploidia
2.1.5.4. Cultura de embriões zigóticos para análise de cariótipo
2.2. Ensaios de cultura in vitro
2.2.1. Material vegetal
2.2.2. Germinação de sementes, tipos de explantes e cultura de segmentos nodais
2.2.3. Daucus carota subsp. halophilus
2.2.3.1. Proliferação de meristemas
2.2.3.2. Enraizamento
2.2.3.3. Embriogénese somática
2.2.3.4. Estudo da variabilidade in vitro - citometria de fluxo
2.2.3.5. Floração in vitro
2.2.3.5.1. Estudos de pólen
2.2.3.5.2. Ensaios de polinização
2.2.3.5.3. Estudos histológicos e de SEM
2.2.3.6. Análise estatística
2.2.4. Distichoselinum tenuifolium
2.2.4.1. Proliferação de meristemas
2.2.4.2. Enraizamento
2.2.4.3. Embriogénese somática
2.2.4.4. Organogénese
2.2.5. Angelica pachycarpa
2.2.5.1. Proliferação de meristemas
2.2.5.2. Enraizamento
2.2.5.3. Embriogénese somática
2.2.6. Seseli montanum subsp. peixotoanum
2.2.6.1. Proliferação de meristemas
2.2.6.2. Enraizamento
2.2.6.3. Embriogénese somática
2.2.7. Eryngium duriaei
2.2.7.1. Proliferação de meristemas
2.2.8. Cultura ex situ
2.2.9. Cultura in situ
2.3. Extração, caracterização e bioatividade dos óleos essenciais
2.3.1. Material vegetal e isolamento dos óleos essenciais
2.3.2. Observação de estruturas secretoras
2.3.3. Análise dos óleos essenciais
2.3.4. Atividade antifúngica

CAPÍTULO 3. RESULTADOS
3.1. Taxonomia, fenologia e distribuição geográfica dos endemismos Ibéricos das Apiaceae Portuguesas
3.1.1. Descrições, caracterização e localização de habitats
3.1.2. Conservação de sementes ex situ
3.1.3. Análise de carateres taxonómicos
3.1.3.1. Avaliação morfológica e do teor em DNA das subespécies de Daucus carota L.
3.1.3.1.1. Morfologia
3.1.3.1.2. Avaliação do teor em DNA
3.1.3.2. Eryngium duriaei J. Gay ex Boiss: avaliação morfológica e do nível de ploidia
3.1.3.2.1. Morfologia
3.1.3.2.2. Avaliação do teor em DNA
3.2. Cultura in vitro – Micropropagação
3.2.1. Daucus carota subsp. halophilus
3.2.1.1. Proliferação de meristemas
3.2.1.2. Enraizamento e aclimatação ex situ e in situ
3.2.1.3. Embriogénese somática
3.2.1.4. Manutenção de calos embriogénicos e quantificação da embriogénese
3.2.1.5. Variabilidade in vitro - Citometria de fluxo
3.2.1.6. Floração in vitro de D. carota subsp. halophilus
3.2.1.6.1. Indução da floração
3.2.1.6.2. Efeitos de diferentes PGRs na floração
3.2.1.6.3. Caracterização das flores formadas in vitro
3.2.1.6.4. Análise do pólen
3.2.1.6.5. Estudos histológicos
3.2.2. Distichoselinum tenuifolium
3.2.2.1. Proliferação de meristemas
3.2.2.2. Embriogénese somática
3.2.2.3. Organogénese
3.2.2.4. Enraizamento e aclimatação ex situ
3.2.3. Angelica pachycarpa
3.2.3.1. Proliferação de meristemas
3.2.3.2. Enraizamento e aclimatação
3.2.3.3. Embriogénese somática
3.2.3.4. Aclimatação ex situ e in situ
3.2.4. Seseli montanum subsp. peixotoanum
3.2.4.1. Proliferação de meristemas
3.2.4.2. Enraizamento e aclimatação ex situ
3.2.4.3. Embriogénese somática
3.2.5. Eryngium duriaei
3.2.5.1. Proliferação de meristemas
3.2.6. Conservação in vitro, ex situ e in situ – avaliação final
3.3. Caracterização e avaliação da atividade antifúngica dos óleos essenciais
3.3.1. Daucus carota subsp. halophilus
3.3.1.1. Composição química
3.3.1.2. Atividade antifúngica
3.3.2. Distichoselinum tenuifolium
3.3.2.1. Composição química
3.3.2.2. Atividade antifúngica
3.3.3. Seseli montanum subsp. peixotoanum
3.3.3.1. Composição química
3.3.3.2. Atividade antifúngica
3.3.4. Thapsia minor
3.3.4.1. Composição química
3.3.4.2. Atividade antifúngica
3.3.5. Óleos essenciais e quimiotaxonomia
3.3.5.1. Daucus carota L.
3.3.5.2. Eryngium duriaei J. Gay ex Boiss.

CAPÍTULO 4. DISCUSSÃO
4.1. Endemismos Ibéricos das Apiaceae Portuguesas: uma reavaliação para fins de conservação
4.1.1. Taxonomia, fenologia, distribuição geográfica e critérios de conservação
4.1.1.1. Quimiotaxonomia das quatro subspécies de Daucus carota L. nativas em Portugal
4.1.1.2. Quimiotaxonomia das duas subspécies de Eryngium duriaei J. Gay ex Boiss. em Portugal
4.2. Cultura in vitro – Micropropagação
4.2.1. Proliferação de meristemas e organogénese
4.2.2. Enraizamento
4.2.3. Embriogénese somática
4.2.4. Estabilidade do teor de DNA in vitro e nas plantas micropropagadas
4.2.5. Floração in vitro
4.2.6. Avaliação geral da resposta in vitro
4.2.7. Aclimatação e conservação ex situ e in situ
4.3. Caracterização e atividade antifúngica dos óleos essenciais
4.3.1. Daucus carota subsp. halophilus
4.3.2. Distichoselinum tenuifolium
4.3.3. Seseli montanum subsp. peixotoanum
4.3.4. Thapsia minor

CAPÍTULO 5. CONCLUSÕES E PERSPETIVAS FUTURAS

CAPÍTULO 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Anexos

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