Tesis doctorales de Economía


EVOLUÇÃO E PERSPECTIVAS DO COMÉRCIO INTERNACIONAL DE AÇÚCAR E ÁLCOOL

Eduardo Fernandes Pestana Moreira




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Anexo IV. Premissas e Previsões

Cenários Açúcar e Álcool

Previsões do Consumo Mundial e Exportações Brasileiras de Açúcar

Notas : 1) O crescimento do consumo per capita do Brasil foi "zero", tal como os países da OECD

2) Na taxas de crescimento baixa e alta o Brasil exportaria o equivalente a 12,6% do mercado mundial

3) Na taxa de crescimento crítica o Brasil exportaria 25% menos em 4 anos

Consumo Destilados Leves (mil barris dia)

Consumo de Álcool (mil barris dia de petróleo equivalente)

Crescimento Alto - Cenário 2

Crescimento Crítico - Cenário 4

Brasil : Previsões para o Setor Sucro-Alcooleiro

Produção Brasileira : Cenário 1

Produção Brasileira : Cenário 2

Produção Brasileira : Cenário 3

Produção Brasileira : Cenário 4

Premissas Assumidas nas Previsões

1) As taxas de crescimento da economia mundial foram assumidas uma pouco acima (cenário 2) e um pouco abaixo (cenários 1 e 3) da média projetada pela FAO-OECD, em “Agricultural Outlook 2006-2015”, apresentadas no Quadro 1.1, a não ser na projeção do crescimento da economia brasileira. Nesse caso, optamos por assumir uma taxa de crescimento igual à média das economias em desenvolvimento, mais próxima das projeções de F. Giambiagi do IPEA .

2) A taxa de crescimento populacional seguiu as projeções do mesmo estudo da FAO-OECD mencionado acima.

3) A taxa de crescimento do consumo per capita de açúcar foi projetada pela média 1990-2002 da FAO (FAOSTAT 2005). Neste caso, assumimos para o Brasil o mesmo comportamento dos países desenvolvidos, ou seja, consumo per capita estagnado.

4) Foi mantida a participação média (2001-2005) do Brasil no abastecimento do consumo mundial de açúcar, conforme dados da ERS/USDA, nos cenários 1 a 3. No cenário 4 foi prevista uma redução em 25% deste percentual.

5) O consumo de derivados leves de petróleo (que inclui o GLP e o querosene de aviação) foi usado como variável de projeção, pois foi o único dado disponível para a pesquisa, a partir das informações da Britsh Petroleum Inc. Foi usada uma relação média de 2/3 de gasolina, incluindo-se aí a mistura de álcool, sobre o total de combustíveis leves. Comparou-se o crescimento do PIB para os países desenvolvidos (equiparados aos da OECD) e em desenvolvimento, pelos dados do FMI, com as variações no consumo de derivados leves, verificadas nos períodos 1980-2004 (cenários 1 e 3), 1987-2004 (cenário 2) e 1980-89 (cenário 4), períodos caracterizados por preços médios, baixos e altos do petróleo, respectivamente.

6) Foram adotadas como premissas de utilização de etanol em relação ao total de gasolina consumida nos níveis apresentados no quadro abaixo.

Cenários 1 , 3 e 4 2

USA 10,00% 7,50%

EU 5,75% 2,00%

Japão 10,00% 3,00%

OECD 5,00% 2,00%

Mundo em desenvolvimento 5,00% 2,00%

Brasil 50,00% 50,00%

7) A parcela do mercado interno de álcool combustível, de cada região ou país, que supomos ser atendida pela produção brasileira é a que segue abaixo.

Cenários 1 , 2 3 4

USA 10% 40% 5%

EU 10% 10% 5%

Japão 50% 25% 20%

OECD 10% 10% 5%

Mundo em Desenvolvimento 10% 10% 5%

8) Foram usadas as relações de 135 kg de açúcar mais 10 litros de álcool residual por tonelada de cana processada e 82 litros de álcool por tonelada de cana quando produzido diretamente, rendimento industrial atual do centro-sul, e que supomos ser mantido no horizonte de planejamento. Com base nesses rendimentos e na demanda de açúcar e de álcool foi estimada a cana adicional necessária.

9) Foi usado um rendimento agrícola de 74 toneladas de cana colhida por hectare. Para estimarmos a área correspondente aplicamos um coeficiente de 1,14 ha plantado por ha colhido, em função da renovação dos canaviais que exige um ciclo maior que um ano-safra.


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