TURyDES
Vol 7, Nº 16 (junio/junho 2014)

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS E TURISMO

Raquel Ribeiro de Souza Silva (CV)

INTRODUÇÃO
Recentes estudos destacam a importância e a relação entre o fator clima e o turismo, (SCOTT et al., 2008; FERNANDES, 2009; LOPES et al., 2010; MACHETE, 2011) sendo os autores unânimes em considerar o clima como um dentre os diversos fatores responsáveis por fundamentar e motivar a realização da atividade turística.
Dados da Organização Mundial de Turismo (OMT, 2009) já afirmavam que 60% dos deslocamentos mundiais ocorriam devido a uma motivação climática. Neste sentido, Lopes et al. (2010) em seu estudo sobre a segmentação do turismo com base na preferência dos turistas constatou uma similaridade com a afirmação da OMT, pois os entrevistados de sua pesquisa também afirmaram ser o fator clima o atributo mais importante no momento de eleger um destino turístico.
A cidade de Curitiba figura na Lei 6513/77, que dispõe sobre a criação de áreas especiais e de locais de interesse turístico, como uma das localidades que apresentam condições climáticas especiais, devido à presença do clima caracterizado como frio (BRASIL, 1977).
De acordo com dados da Curitiba Turismo, a motivação de viagem no ano de 2009 dividiu-se entre negócios 38%; visita a amigos e familiares 22% e lazer também 22% (CURITIBA, 2009). Cabe ressaltar que a cidade recebeu premiação do Ministério do Turismo de melhor prática no quesito monitoramento da demanda turística (BRASIL, 2012), entretanto o fator clima não foi analisado nestas pesquisas.
Observa-se que na cidade de Curitiba os principais atrativos turísticos são áreas verdes nas categorias praças, parques, bosques, passeio e jardim.
Lima et al. (1994) descreve como áreas verdes os espaços com predomínio de vegetação arbórea. Hardt (2000) assinala duas categorias de áreas verdes: pública e privada, onde na primeira estão incluídas as seguintes tipologias: parques, praças e unidades de conservação, sendo a segunda categoria composta pelas tipologias jardins e quintais. 
Quanto aos objetivos das áreas verdes, Buccheri e Nucci (2006), apontam três: ecológico-ambiental, estético e de lazer. Estes autores assinalam ainda que nestas áreas a presença de vegetação e de solo permeável (sem laje) deve ocupar, pelo menos, 70% da área, devem ainda, servir aos moradores como espaços de lazer e recreação. 
Os parques urbanos são exemplos de espaços que seguem estas recomendações, e enquadram-se na categoria de área verde pública e espaços de turismo, lazer e recreação, e contam com um tratamento paisagístico a fim de proporcionar uma visitação agradável (GUZZO, 2010).
Loboda e De Angelis (2005) atribuem outras funções às áreas verdes, tais como às interferências positivas na composição atmosférica representada pela redução da poluição e purificação do ar; a diminuição dos níveis de ruído; o bem estar psicológico e térmico proporcionado aos transeuntes de calçadas, passeios, parques, jardins; e a valorização da paisagem das cidades.
Nikolopoulou (2001) em seu estudo sobre os efeitos do clima no uso de espaços abertos destinados ao turismo e a recreação no ambiente urbano, ressalta que o sucesso dessas áreas colabora até mesmo para promover a imagem de uma cidade. Becken (2010) aponta uma relação entre clima e atividades recreacionais, sendo ambos de fundamental importância para o turismo. Além disso, o clima também é capaz de influenciar a qualidade e a apreciação da visitação principalmente em atividades realizadas em espaços abertos, sendo, portanto, um recurso turístico (MARTÍN, 2012).
Considerando estes pressupostos as pesquisas que lidam com a relação turismo e clima, devem observar três categorias de informação: fatores estéticos, estado físico da atmosfera e condições biotermais (DE FREITAS, 2003; MATZARAKIS, 2007).
Segundo Becken e Hay (2007) estas três categorias impactam o turista à medida que pode proporcionar desfrute e atratividade aos locais turísticos, limitar ou permitir a participação em determinadas atividades ao ar livre e até mesmo funcionar como potencial recurso de recuperação terapêutica.
O clima é também importante fator a ser considerado no planejamento turístico de uma localidade, conforme analisou Fernandes (2009) em seu estudo sobre os aspectos teóricos e práticos da relação clima-turismo.
É neste contexto que se abre espaço para investigação cientifica com base na hipótese de que o clima frio da cidade de Curitiba é um atrativo turístico natural com influência positiva sobre a demanda turística e também fator responsável pela motivação de visitação a este atrativo.
MATERIAL E MÉTODO
O objeto de estudo, desta pesquisa é o Jardim Botânico, localizado na cidade de Curitiba, capital do Estado do Paraná, no bairro Jardim Botânico, entre a Avenida Lothário Meissner e a Rua Ostoja Roguski, conforme ilustra a figura 1. O atrativo dispõe de uma área de 17,8 ha, a qual está situada nas coordenadas geográficas: 25°26’S e 49° 14’W (REDE BRASILEIRA DE JARDINS BOTÂNICOS, 2004).    

Geograficamente a cidade de Curitiba está situada num altiplano de 934 metros acima do nível do mar e possui um relevo ondulado. A área total do município é de 430,9 km², onde se distribuem 1.828.092 habitantes (IPPUC, 2010).
O município possui um clima subtropical (Cfb), nas classificações e derivações de Koppen (MAACK, 1981), o qual caracteriza este tipo clima pela ausência de estação seca, presença de verões frescos e invernos com geadas frequentes e ocasional precipitação de neve.
Os fatores que corroboram para a existência deste clima peculiar são a localização do município em relação ao Trópico de Capricórnio; a topografia do primeiro planalto; e a barreira geográfica natural da Serra do Mar (IPPUC, 2011).

Procedimentos metodológicos
Antes de iniciar a coleta de dados foi necessário solicitar uma autorização ao órgão público que administra a área de estudo, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Curitiba, a qual expediu uma autorização para a realização da presente pesquisa.

O questionário utilizado foi composto por perguntas relacionadas à idade, ao gênero, ao nível de escolaridade, e a região geográfica de procedência dos visitantes, sendo que sua aplicação foi realizada no Jardim Botânico de Curitiba durante duas semanas nos meses de maio, julho, outubro e dezembro de 2011, sendo que cada um destes meses representaram uma estação do ano.
As coletas foram assim distribuídas com intuito de verificar se há significativas alterações no perfil da demanda entre uma estação e outra, bem como analisar a influência do clima no turismo, com base nos resultados obtidos nesta pesquisa.
Para efeito desta análise, consideraram-se os fatores climáticos precipitação e temperatura, disponibilizados pelo Instituto Tecnológico SIMEPAR.

RESULTADOS E DISCUSSÕES Perfil usuários por estação do ano

A realização da coleta de dados se deu em quatro etapas distintas com o intuito de representar as estações do ano, assim foi possível delinear o perfil do usuário do Jardim Botânico de Curitiba, no outono, no inverno, na primavera e no verão de 2011.

Outono
Neste período foram aplicados 325 questionários, sendo os entrevistados do gênero masculino (66%) e do gênero feminino (34%). Local de origem Curitiba (41%), outros estados (41%), região metropolitana (6%), outras cidades do Paraná (7%), outros países (5%). A faixa etária de 19 a 30 anos (38%), de 31 a 45 anos (24%), de até 18 anos (11%), de 46 a 60 anos (19%) e mais de 60 anos (8%). O nível de escolaridade ensino médio (34%), graduação (32%), pós graduação (21%) e ensino fundamental (13%).

Inverno
Neste período foram aplicados 141 questionários, sendo os entrevistados do gênero feminino (64%) e do gênero masculino (36%). Local de origem outros estados (60%), Curitiba (19%), região metropolitana (6%), outras cidades do Paraná (8%) e outros países (7%). A faixa etária 19 a 30 anos (39%), de 31 a 45 anos (33%), de 46 a 60 anos (11%), de até 18 anos (12%) e mais de 60 anos (5%). O nível de escolaridade pós graduação (35%), graduação (27%), ensino médio (31%) e ensino fundamental (7%).

Primavera
Neste período foram aplicados 236 questionários, sendo os entrevistados do gênero masculino (36%) e do gênero feminino (64%). Local de origem outros estados (57%), Curitiba (31%), região metropolitana (3%), outras cidades do Paraná (5%), outros países (4%). A faixa etária de 19 a 30 anos (41%), de 31 a 45 anos (26%), de 46 a 60 anos (16%), de até 18 anos (11%) e mais de 60 anos (6%). O nível de escolaridade graduação (41%), ensino médio (29%), pós graduação (17%) e ensino fundamental (13%).

Verão
Neste período foram aplicados 283 questionários, sendo os entrevistados do gênero masculino (40%) e do gênero feminino (60%). O local de origem Curitiba (47%), outras cidades do Paraná (38%), região metropolitana (5%), outros estados (10%) e outro país (0%). A faixa etária de mais de 60 anos (38%), de até 18 anos (24%), de 46 a 60 anos (15%), de 31 a 45 anos (13%), e de 19 a 30 anos (10%). O nível de escolaridade ensino fundamental (48%), pós graduação (16%), graduação (7%) e ensino médio (28%).

Influência do clima no turismo

Na tabela 1 estão apresentadas as condições climáticas de Curitiba durante os meses das coletas de dados.

Tabela 1. Condições climáticas de Curitiba no período da coleta de dados (SISTEMA METEOROLÓGICO DO PARANÁ, 2011).

Mês/Ano

Precipitação

Temperatura

Max Abs

Min Abs

Max

Med

Min

Mai/11

30,4

25,9

5,2

21,01

14,94

10,91

Jul/11

203,8

26,5

1,4

20,43

14,27

9,74

Out/11

197,4

33,0

9,4

23,67

17,29

13,03

Dez/11

123,2

33,2

11,4

26,14

19,74

15,40

Conforme os dados do Sistema Meteorológico do Paraná (SIMEPAR), o mês de maio, representado a estação outono, apresentou o menor índice de precipitação e temperatura média foi de aproximadamente 15°C. Nesta primeira etapa da pesquisa foi possível a realização de um maior número de entrevistas, totalizando 325 questionários aplicados.

As variáveis de destaques no perfil dos entrevistados deste período foram o gênero e a origem geográfica, pois em relação às demais estações, apenas o outono apresentou uma porcentagem maior do gênero masculino e um equilíbrio entre aqueles provenientes de Curitiba e de outros estados.
Por outro lado, o mês de julho, representando a estação inverno, apresentou o maior índice de precipitação e a menor temperatura média. A quantidade de questionários aplicados nesta etapa foi a menor em relação às demais estações, totalizando 141 entrevistas.
Em relação ao perfil dos entrevistados no inverno, as variáveis que apresentaram uma porcentagem maior em relação às outras estações, foram a da origem geográfica e o nível de escolaridade, sendo expressiva a porcentagem daqueles provenientes de outros estados e pós-graduados.
Diante das condições climáticas adversas no período do inverno, notou-se que o residente de Curitiba não se sente motivado a visitar o atrativo Jardim Botânico de Curitiba, enquanto que aqueles provenientes de outros estados, os quais permanecem na cidade por poucos dias não veem o clima como fator limitante para visitação, principalmente aos finais de semana.
O inverno é fator de atração em outros destinos turísticos brasileiros também, conforme demonstra o estudo de Hirata e Queiroz, (2011) sobre a percepção do turista em Campos do Jordão (SP), os quais são motivados pela ocorrência de temperaturas mais baixas e raras no território paulista, além da busca por uma breve vivência relacionada aos aspectos urbanos concentrados na Vila do Capivari, ambiente sofisticado com um clima semelhante ao europeu.
Na estação primavera, representada pelo mês de outubro, o índice de precipitação foi semelhante ao mês de julho e a temperatura média ficou em torno de 17° C. Nesta etapa foram aplicados 236 questionários e as porcentagens de entrevistados do gênero feminino e de graduados foram as mais expressivas em relação às demais estações.
Na estação verão, representada pelo mês de dezembro, o índice de precipitação foi semelhante ao mês de julho e apresentou a maior temperatura média, em relação às demais estações. Nesta etapa foram aplicados 283 questionários e observou-se uma variação no nível de escolaridade e faixa etária, sendo expressiva a quantidade de entrevistados com o nível fundamental de escolaridade, nas faixas etárias até 18 anos e mais de 60 anos.
Compreendeu-se que na estação verão há um grande número de idosos sem um nível elevado de escolaridade e a presença de muitos adolescentes na área de estudo como um reflexo das férias escolares.
Com relação à preferência dos turistas pela estação do verão, Andrade e Copque (2011) avaliaram os elementos climáticos e sua interação com a atividade turística do parque estadual de vila velha no município de Ponta Grossa (PR) buscando identificar a influência das alternâncias das estações verão/inverno no fluxo turístico e observaram também que a estação do verão é a de maior preferência para visitação.
No município de Teresina (PI) Iwata et al. (2007) avaliaram a influência do clima sobre o turismo e a percepção do turista sobre o clima ser fator determinante na atração ou repulsão de fluxo turístico. Embora o clima da cidade seja característico por apresentar temperaturas elevadas na maior parte do ano esta característica não foi interpretada pelos mesmos, como fator de repulsão com relação ao turismo na cidade.
Nos países europeus os meses de verão também são o período mais atrativos para visitação (AMELUNG B.; BLAZEJCZYK K.; MATZARAKIS A., 2007).
No Canadá, com vistas ao planejamento turístico, o serviço de ambiente atmosférico (Atmospheric Environment Service) produz desde a década de 70 manuais que especificam as datas iniciais e de término para a realização de diferentes tipos de atividades recreacionais em espaços abertos com impacto climático sobre o conforto térmico humano (SMITH, 1990).
No Brasil, apesar de nenhum atrativo turístico ter definido datas iniciais e de término para visitação e realização de atividades, os turistas tem a sua disposição diversos serviços de consulta ao clima online como ferramentas de apoio ao planejamento de suas viagens. No estado do Paraná este serviço está disponível no site do SIMPEPAR.
Outras opções disponíveis para consulto sobre o clima em todo território nacional são Canal do Tempo, Climatempo, Centro de Previsão e Estudos Climáticos, Instituto Nacional de Metereologia, e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (FERNANDES, 2009).

CONCLUSÃO
Diante das variações e semelhanças encontradas no perfil dos entrevistados no Jardim Botânico de Curitiba durante as quatro etapas desta pesquisa, pode-se afirmar que o clima, em junção a outros fatores, é capaz de influenciar a demanda do turismo.
A maior quantidade de entrevistados da faixa etária escolar e proveniente de outros estados no período de férias, na estação inverno, e uma menor quantidade de residentes da cidade de Curitiba neste mesmo período, demonstra a influência do clima no turismo local.
A maior quantidade de usuários da faixa etária denominada terceira idade na estação verão, leva a conclusão de que esta é a estação que mais traz conforto térmico aos indivíduos desta faixa etária.
As demais variáveis consideradas no questionário aplicado não apresentaram significativas variações e algumas delas mantiveram-se semelhantes nas quatro etapas da pesquisa.
Os aspectos climáticos também influenciaram a coleta de dados, pois a quantidade de entrevistas realizadas foi mais expressiva quando as condições de temperatura e precipitação apresentaram-se mais favoráveis ao uso de espaços abertos.
Observou-se, portanto, que a junção do fator climático com a diversidade de atrações turísticas, com destaque para as áreas verdes, faz da cidade de Curitiba um destino diferenciado, devido também à capacidade local de atender uma pluralidade de público.
Neste sentido, considerando o resultado encontrado especificamente na estação inverno, pode-se sugerir uma vinculação do fator clima à divulgação turística da cidade de Curitiba, agregando assim, valor qualitativo à sua imagem.

REFERÊNCIAS

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ANDRADE, A. R.; COPQUE, B. V. Os elementos climáticos e sua interação com a atividade turística do parque estadual de Vila Velha no município de Ponta Grossa PR. Geoambiente online, n. 17, p.1-22, 2011.

BECKEN, S.; HAY, J. Tourism and Climate Change – risks and opportunities.
Clevedon: Channel View Publications, 2007.

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BUCCHERI, A. T. F.; NUCCI, J. C. Espaços livres, áreas verdes e cobertura vegetal no bairro alto da XV, Curitiba/PR. Revista do Departamento de Geografia, n.18, p. 48-59, 2006.

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FERNANDES, A. S. A relação clima-turismo: fundamentos teóricos e práticos. 140 f. Monografia (Especialização em Formação de Professores em Turismo). Universidade de Brasília. Centro de Excelência em Turismo, 2009.

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SMITH, J. B. From global to regional climate change: relative knowns and unknowns about global warming. Fisheries, n. 15, p. 2-6, 1990.

Recibido: 10/02/2014
Aceptado: 20/03/2014
Publicado: Junio 2014


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