DELOS: Desarrollo Local Sostenible
Vol 5, Nº 13 (febrero 2012)


DIALÉTICA MARXISTA E INTERDISCIPLINARIDADE: CONTRIBUIÇÕES AO DEBATE AMBIENTAL CRÍTICO

 

César Augusto Soares da Costa (CV)
csc193@hotmail.com


 

RESUMO
Este estudo aborda de modo preliminar as relações entre a interdisciplinaridade e dialética a partir do horizonte ambiental cuja temática está sendo desenvolvida em nossa proposta de tese doutoral. Assim, serão analisados os vínculos que unem interdisciplinaridade enquanto prática na pesquisa pedagógica e suas implicações ao debate ambiental crítico, histórico e complexo. Conseqüentemente, tal problemática confere a educação ambiental crítica uma nova configuração epistemológica que influirá num redimensionamento para o papel do pesquisador face às mudanças conceituais que o emergente cenário interdisciplinar traz ao mundo acadêmico e a educação ambiental crítica contemporânea. 

Palavras-chave: Dialética, educação ambiental crítica, interdisciplinaridade.

ABSTRACT
This paper reports a preliminary way the relationship between interdisciplinarity and dialectic the horizon from which environmental theme is being developed in our proposal for a doctoral thesis. Thus, we will analyze the ties that bind as a practice in interdisciplinary educational research and its implications to the debate critical environmental, historical and complex. Therefore, this problem gives a new critical environmental education will influence epistemological setting a scaling to the role of researcher in the face of conceptual changes that emerging interdisciplinary scenario brings to the academic world and contemporary critical environmental education.

Keywords: Dialectics, critical environmental education, interdisciplinary.


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O HORIZONTE INTERDISCIPLINAR

Historicamente a interdisciplinaridade surgiu no continente europeu, principalmente na França e Itália, em meio à década de 60, quando os movimentos estudantis tinham como sua principal reivindicação um novo estatuto de universidade. Tal questão apontava a alienação capitalista de algumas ciências, alienando a universidade dos problemas cotidianos e incitava o olhar dos seus alunos numa única e restrita visão de mundo.

No contexto latino-americano, tal posicionamento acerca da interdisciplinaridade aparece no ano de 1968 no México, em 1969 na Argentina, onde se discutia a cisão teoria/prática na falta de relevância social nos conteúdos curriculares. Assim, decidiam dar uma resposta estudantil a partir de um discurso que levava em conta uma crítica sobre seus significados. Havia a hipótese que esta nova forma de conceber o conhecimento daria lugar à superação de uma excessiva especialização, e outra, elaborando novos meios de vincular pensamento e prática dentro da estrutura social. Nesse quadro, constatava-se que a ciência traria solução para a questão social que havia de ser colocada por via da ação política (FOLLARI, 2004). O termo interdisciplinaridade caracteriza-se pelo enfoque científico e pedagógico que se estabelece por um diálogo entre especialistas de diversas áreas sobre uma determinada temática (ASSMANN, 1999).

Começaremos nossa exposição, percorrendo os caminhos da educação ambiental atual e seus desdobramentos com o enfoque materialista.

O DEBATE AMBIENTAL CONTEMPORÂNEO A PARTIR DA DIALÉTICA

“As discussões sobre o ambiente no mundo contemporâneo estão relacionadas àquelas mais gerais sobre a problemática ambiental que têm feito parte das preocupações dos mais variados setores da sociedade. Desde a Revolução Industrial, a atividade interventora e transformadora do homem em sua relação com a natureza vem se tornando cada vez mais predatória” (TOZONI-REIS, s/d). Surge assim, a necessidade de renovar os valores da modernidade (DUPUY, 1980), a autonomia como princípio fundamental da nova organização social (CASTORIADIS E COHN-BENDIT, 1981), a dimensão essencialmente política da ecologia (SADER, 1992), a relação entre cidadania e ambiente (ACSERALD, 1992), são algumas idéias em elaboração.  

No que se refere ao campo teórico ambiental, várias possibilidades têm sido propostas. As tendências presentes nessas discussões referem-se, em síntese, a totalidade, a complexidade e a história. No entanto, é na dialética de Marx, como construção lógica do método materialista histórico, que buscamos sustentação teórico-metodológica (instrumento lógico) de interpretação da realidade ambiental e educacional (TOZONI-REIS, s/d) que tentaremos elucidar. Assim, o sentido do sujeito só pode ser visto se abordado enquanto manifestação prática. Pois o discurso concreto é aquele pronunciado por uma prática histórica configurada socialmente (GADOTTI, 1983). Da mesma maneira, cabe assinalar que é na prática que se opera a síntese entre teoria e realidade (SEVERINO, 2004).

Assim, a discussão ambiental analisada em sua dimensão epistêmica e pedagógica, exige reflexões acerca da sua problemática e também acerca da educação. Foi pela aproximação a estas categorias, e tentando adentrar em suas determinações, que encontramos uma pista que me parece fundamental para repensar os pressupostos teóricos sobre educação ambiental, especialmente pelo seu caráter essencialmente histórico: a intervenção humana no ambiente (MARX, 1993). A partir desta premissa, concebemos que o método dialético terá que dar lugar ao heterogêneo de suas contradições e apresentando-se ao ato de fazer-se inacabado ou incapaz de fechamento e de totalizações como muitos acusam, num viés teórico marcado às diferenças, aos acontecimentos e à subjetividade que não se encerre aos limites de uma razão abstrata e generalizante (FOLLARI, 2004).

A dialética marxista não é apenas um método para se chegar à verdade, ela é uma concepção de homem, sociedade e da relação homem-mundo. Nesta conceituação entendemos que, no estudo do desenvolvimento de um fenômeno deve-se partir do seu conteúdo interno, das suas relações com outros fenômenos considerando o desenvolvimento interno dos mesmos como sendo o seu movimento próprio, necessário, interno, encontrando-se cada fenômeno em ligação com seu movimento, em ligação e interação com outros fenômenos que o cercam.

Nesta lógica, a concepção dialética de Marx não separa em nenhum momento teoria (conhecimento) da prática (ação), do qual a teoria não deve ser tomada como um dogma irrefutável, mas deve orientar, servir de modelo para a ação (GADOTTI, 1983; SCHMIED-KOWARZIK, 1983). Segundo Marx, sua concepção de práxis é válida na medida em que a teoria como guia de ação orienta a atividade humana, eminentemente revolucionária, e teórica, uma vez que se presta a uma relação consciente de sua atividade (VÁSQUEZ, 2008). Nesse caso, a transformação das coisas só é possível porque no seu interior coexistem forças opostas que tendem à unidade e à oposição, à lógica dos contrários, à contradição, lei fundamental da dialética.

Conseqüentemente, a atual complexidade ambiental tem se caracterizado como a expressão do reconhecimento da crise civilizatória e pela projeção de um pensamento e ações complexas orientadas no sentido de reconstruir o mundo sob novas bases na relação sociedade-natureza (LEFF, 2001). Essa concepção vem de modo reforçar o fundamento e a sustentação na dialética histórica para pensarmos a complexidade e o ambiente. Por sua vez, a dialética e sua efetividade crítica é o exercício complexo e totalizador que permite apreender a síntese das múltiplas determinações. Isso não significa um estudo da totalidade da realidade (vista que ela seria inesgotável), mas compreender de modo racional tal realidade como um todo estruturado no qual o entendimento da realidade como um todo estruturado não se pode compreender um aspecto sem relação com o conjunto. Possibilita compreender que o singular tem sentido em suas relações (totalizações) e que o todo é mais que a soma de singularidades, ou seja, busca integrar teoria e práxis, subjetividade, individualidade, matéria e idéia no processo de historicidade (LOWY, 2002). Logo, a concepção dialética implica que qualquer objeto que possamos perceber faz parte de um todo, por isso é preciso a busca de soluções das questões depende de uma visão de conjunto, sempre provisória e que não tem a pretensão de esgotamento do real (KONDER, 1997), mas torna-se fundamento para que possamos analisar a dimensão de cada elemento dentro de uma estrutura (LOUREIRO, 2006). Tal problemática que incitamos, deve abarcar uma dialética ambiental que não deve perder seu horizonte compreensivo; ser motor de prática, campo de reflexão sobre o social e o político, a qual tornaria sua ação impossibilitada.

Vejamos a relação entre a interdisciplinaridade e a dialética materialista.

INTERDISCIPLINARIDADE E DIALÉTICA: APROXIMAÇÕES

O contraponto que será examinado é o aporte interdisciplinar originário do paradigma marxista dialético, que surge como proposta crítica ao movimento existente. Assim, percebemos a necessidade da abordagem epistemológica da interdisciplinaridade de forma histórica e crítica, pois compreendemos uma perspectiva que fundamente que tal compreensão material e histórica não exclua a necessidade de avançarmos na produção do conhecimento. Isso não implica que interdisciplinaridade e especialidade (disciplina) não possam conviver de forma harmoniosa, dado que o “genérico e o específico não são excludentes” (BIANCHETTI E JANTSCH, 2004), uma vez que, também o enfoque disciplinar não venha a negar radicalmente a interdisciplina, pois tanto uma visão como outra, estão alicerçadas sob relações de poder.

Entendemos que a necessidade do trabalho interdisciplinar se verifica na produção e na socialização do conhecimento no campo das ciências sociais e no campo educativo e o que desenvolve no seu bojo não decorre de um simples ato racional e abstrato. Decorre da forma do homem produzir-se enquanto ser social e enquanto sujeito do conhecimento. Pois os homens na busca de satisfação de suas necessidades de natureza biológica, cultural, social e afetiva estabelece diversas relações sociais. Para determinados grupos a produção do conhecimento e sua socialização não são alheias ao conjunto de práticas e relações que são produzidas na sociedade. Ao contrário, nelas encontra-se a sua efetividade na materialidade histórica! Daí, a necessidade de buscar compreender que a interdisciplinaridade na produção do conhecimento é fundada no caráter dialético da realidade social que é, una e diversa e na natureza intersubjetiva de sua apreensão (FRIGOTTO, 2004). Desse modo, a compreensão da categoria da totalidade concreta em contraposição à totalidade confusa e desordenada, vazia é necessária para assinalarmos a interdisciplinaridade como necessidade imperativa na construção do conhecimento social. Como adverte Kosik (1978), a totalidade não é tudo e nem a busca do princípio fundador de tudo. Analisar dentro da concepção de totalidade concreta significa buscar explicar, de um objeto de pesquisa delimitado, as múltiplas determinações e mediações históricas que o constituem.

Por conseqüência, a necessidade que apontamos na produção do conhecimento não é prerrogativa apenas nas ciências sociais, embora nelas, mostra-se mais crucial, já que o alcance de uma maior objetividade (sempre relativa, porque histórica) somente será possível pelo debate crítico e intersubjetivo dos sujeitos que analisam uma determinada problemática (FRIGOTTO, 2004), pois o conhecimento vem atrelado por interesses, concepções, axiomas e condições de classe do pesquisador. Neste âmbito que percebemos que a interdisciplinaridade na produção do conhecimento é imperativa, mas é também uma questão que está lotada na materialidade das relações capitalistas de produção da existência. Sem entrarmos na aridez desta materialidade, o problema da interdisciplinaridade permanece num espaço lógico-formal, portanto, discursivo.

Em relação à importância do conhecimento vinculado à prática (MARX E ENGELS, 1977), asseguramos que a prática produtiva dos homens está antropologicamente equacionada por expressar a coletividade. Pois a espécie humana é ímpar na medida em que se efetiva em sociedade (GADOTTI, 1983). Não se é humano fora de um tecido social constituinte como solo (base) de todas as relações sociais. Logo, o conhecimento não se estabelece a partir de nexos lógico-formais; ele se apresenta de maneira axiológica nos problemas de natureza ético-política (SEVERINO, 2004). Ele se verifica na ação onde ganha efetividade, intencionalidade teórica e sócio-política.

Pode-se observar que a prática interdisciplinar do saber deverá se constituir na face subjetiva e política dos sujeitos, onde o importante no conhecimento não é a sua condição de produto, mas o seu processo! No que concerne ao agir pedagógico, o saber não pode acontecer na fragmentação, deverá acontecer, sob perspectiva da totalidade e objetividade para situações de ensino como pesquisa. Este redirecionamento do sentido interdisciplinar do qual tentaremos elucidar, é sobretudo reflexão, é uma práxis concreta do homem enquanto historicidade e razão crítica.

Finalizamos nossa exposição, aludindo as perspectivas ao horizonte ambiental interdisciplinar crítico e a dialética materialista.

PISTAS E DESAFIOS:  DIALÉTICA E AMBIENTE A PARTIR DA INTERDISCIPLINARIDADE

Ao pensarmos uma interdisciplinaridade ambiental mais aberta aos problemas éticos, humanos e políticos, não seria errôneo afirmar que os confrontos epistemológicos devem se materializar na medida em que, assumindo posições críticas, o pesquisador deverá ter competência para disponibilizar as mais diversas informações ao mundo da sala de aula. Condição que dever ser orientada através de uma busca compartilhada nas pesquisas que possam trazer provocações e contribuições para as “demandas humanas”. Em outras palavras, queremos apontar para a busca de uma originalidade entre dialética, interdisciplinaridade e ambiente que dê vazão aos engajamentos histórico-políticos, bem como da construção de um pensamento vivo, crítico, humanístico e libertador na maneira de conceber a sociedade ambientalmente justa.

Tais propostas expandem também o interesse por desenvolver um paradigma de complexidade para o conhecimento, que Edgar Morin (2000) considera um novo método para o saber. Não se trata de buscar o conhecimento geral nem uma teoria unitária, mas sim de encontrar um método que detecte as ligações e articulações. Para Morin, a complexidade ambiental se refere no sentido de que a vida se constitui por dimensões conexas, definidas mutuamente pelas relações estabelecidas, envolvendo ordem e desordem, erro e acerto, risco e incerteza numa reorganização permanente (MORIN, 1999). Portanto, complexidade incide transformação contínua para superar paradigmas simplificadores que operam a disjunção homem-natureza ou que reduzem o ser humano à natureza de modo indistinto. Assim, a realização da natureza humana é aquilo que nos distingue como seres naturais das demais espécies, pois somos produtores da nossa história e dos meios de vida em ações que pressupõem a capacidade de definir objetivos com razão na busca de cooperação (LOUREIRO, 2006). Vista dessa maneira, nos atrevemos a conceber que a complexidade e o método dialético marxista dialogam na construção de um projeto de transformação da sociedade, quer definindo paradigmas (LOUREIRO, 2006), quer modos de pensar e atuar. Se nada se define em si e de modo a-histórico, mas em conexão com a historicidade, não sendo seres inespecíficos, mas sujeitos concretos culturalmente, o enfoque crítico é, dentre as que se aproximam do pensamento complexo, cuja vertente se propõe a teorizar e realizar em fundamentos contextualizados, dando concretude às alternativas de superação ao modo como existimos em sociedade.

Nesse sentido, uma educação ambiental transformadora exige uma sistematização que organize os processos de construção crítica de conhecimentos, atitudes e valores políticos, sociais e históricos. (TOZONI-REIS, s/d). Podemos dizer que a gênese do processo educativo ambiental é o movimento de fazer-se plenamente humano pela apropriação/transmissão crítica e transformadora da totalidade histórica e concreta da vida dos homens no ambiente. Portanto, ser interdisciplinar é reconhecer-se dentro de um processo em construção. Devem pautar-se pela problematização da disciplina e dessa com suas interconexões sociais, culturais e ambientais. Acima de tudo nessa construção interdisciplinar é preciso considerar a ação radical de coexistência entre intervenção humana e o ambiente. Assim, afirmamos que cabe aos processos de busca da interdisciplinaridade e educação ambiental crítica refletir sobre a dinâmica política necessária para a relação homem-natureza (SILVA, 2009) o qual sem esta dimensão torna o debate ambiental impossibilitado pela “negação da materialidade” contida nas relações sociais.

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