Revista: Atlante. Cuadernos de Educación y Desarrollo
ISSN: 1989-4155


A FORMAÇÃO CONTINUADA NA ERA DO EAD: UM ESTUDO COM PROFISSIONAIS DE SÃO BERNARDO DO CAMPO/SP/BRASIL

Autores e infomación del artículo

Heloisa Roman Teixeira*

Elisabeth Roman Monteiro**

Paulo Eduardo Ribeiro ***

Universidade de São Paulo, Brasil

p.eduardo.ribeiro@uol.com.br

Resumo: O tema do estudo é a formação continuada na modalidade EaD para os profissionais da educação que atuam no município de São Bernardo do Campo/SP. A formação continuada é uma necessidade, especialmente para os docentes e demais profissionais que atuam na educação. As transformações tecnológicas possibilitaram uma revolução na comunicação e na informação, dessa forma a educação viu-se diante da necessidade de reorganização de suas estratégias e de seus objetivos na busca de requalificar seus currículos. As novas tecnologias e as novas propostas de apropriação da informação são as responsáveis por uma nova forma de conceber o conhecimento como mediação e evolução constante e nesse aspecto a modalidade EaD vem auxiliar a Secretaria de Educação na formação continuada de seus profissionais. O objetivo do estudo é refletir sobre a formação continuada na modalidade EaD no município de São Bernardo do Campo/SP. O trabalho é de cunho bibliográfico, realizado através da revisão de artigos, periódicos e obras que abordam a temática, apresenta também a legislação que institucionaliza a EaD como modalidade educativa (LDB, nº 9.394/1996) e o Decreto 5.622/2005. O papel da gestão é fundamental para a promoção da formação continuada dos docentes, especialmente na proposta do município de São Bernardo do Campo que prevê um período dentro do HTPC para a qualificação de seus profissionais através da EaD, sendo assim é relevante destacar o papel do gestor e do educador no atual panorama educativo da cidade. As mudanças apontam a necessidade de reorganização das formas de mediar o conhecimento e a informação, portanto sua análise mostra-se como contribuição significativa ao aprendizado, já que na atualidade formar profissionais aptos, críticos e atuantes em cada sociedade é uma das demandas educacionais.

Palavras-chave: Aprendizagem, EaD, Formação Continuada, Gestão Democrática.

CONTINUED TRAINING IN THE distance learning AGE: A STUDY WITH PROFESSIONALS FROM SÃO BERNARDO DO CAMPO/SP/BRAZIL

Abstract: The theme of the study is continuing education in the EaD modality for education professionals working in the municipality of São Bernardo do Campo/SP. Continuing education is a necessity, especially for teachers and other professionals who work in education. The technological transformations enabled a revolution in communication and information, so education was faced with the need to reorganize its strategies and objectives in the quest to requalify its curricula. The new technologies and new proposals for the appropriation of information are responsible for a new way of conceiving knowledge as mediation and constant evolution and in this aspect the EaD modality helps the Education Department in the continuing training of its professionals. The objective of the study is to reflect on the continuing education in the EaD modality in the municipality of São Bernardo do Campo/SP. The work is a bibliographical one, carried out through the revision of articles, periodicals and works that approach the theme, also presents the legislation that institutionalizes the EaD as an educational modality (LDB, nº 9.394 / 1996) and Decree 5.622 / 2005. The role of management is fundamental to the promotion of continuing teacher education, especially in the proposal of the municipality of São Bernardo do Campo, which provides a period within the HTPC for the qualification of its professionals through EaD. Manager and educator in the current educational landscape of the city. The changes point to the need for a reorganization of the ways of mediating knowledge and information. Therefore, its analysis shows itself to be a significant contribution to learning, since at the present time training fit, critical and active professionals in each society is one of the educational demands.

Key-words: Learning, Distance Learning, Continuing Education, Democratic Management.


Para citar este artículo puede utilizar el siguiente formato:

Heloisa Roman Teixeira, Elisabeth Roman Monteiro y Paulo Eduardo Ribeiro (2017): “A formação continuada na era do Ead: um estudo com profissionais de São Bernardo do Campo/SP/Brasil”, Revista Atlante: Cuadernos de Educación y Desarrollo (agosto 2017). En línea:
http://www.eumed.net/rev/atlante/2017/08/era-ead-brasil.html
http://hdl.handle.net/20.500.11763/atlante1708era-ead-brasil


1. considerações iniciais
            O tema do estudo é a formação continuada e a proposta de EaD no município de São Bernardo do Campo/SP que vem se consolidando cada vez mais como alternativa para que o profissional continue estudando de forma mais flexível.
A pesquisa se justifica pela atual necessidade de formação continuada para os profissionais que atuam na educação do município de São Bernardo do Campo/SP, e a proposta de EaD elaborada pela Secretaria de Educação e voltada especialmente para os professores da rede municipal.
Inicialmente foi precisamos compreender a formação continuada com base na legislação, sendo esta é prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 9.394/1996), que dispõe sobre o fundo de manutenção de desenvolvimento do Ensino Fundamental e de valorização do magistério, também é prevista no Plano Nacional de Educação e no plano Municipal de Educação, sendo entendida pela atual administração pública como fundamental para garantir à qualidade de ensino ofertado a população.
 A secretaria de educação e cultura tem investido na formação continuada dos professores da rede Municipal de Ensino de São Bernardo do Campo desde 1997, e isso se traduz na criação de oportunidades para que os docentes possam qualificar-se e unir o estudo da teoria para assim refletir sobre a prática pedagógica com o objetivo de melhorar o seu trabalho escolar.
O objetivo do estudo é compreender a formação continuada na modalidade EaD e sua contribuição para a formação de docentes no município de São Bernardo do Campo/SP.
Os documentos oficiais do município de São Bernardo trazem uma menção de Thiago de Mello, “o desafio do educador é encontrar um novo jeito de caminhar”.  Hoje o educador conhece pesquisas na área da Psicologia, Pedagogia, entre outras áreas que ensina a ele como a criança aprende a ler, a escrever e como se desenvolve a inteligência humana:  sabe que o meio ambiente no qual seu aluno está inserido e seus conhecimentos prévios devem ser levados em consideração na elaboração do seu projeto pedagógico educacional e também,  que a aprendizagem se dá de uma forma lúdica e prazerosa,  na interação entre  o conhecimento já adquirido pelo educando e o desenvolvimento pela humanidade.
A cada dia são imputados novos desafios aos docentes, sendo a exigência de formar-se continuamente a principal delas, portanto a atualização constante deve ser entendida como um novo jeito de caminhar imposto pela própria evolução humana, ou seja, o professor deve buscar constantemente novas metodologias estratégias de ensino. Sendo assim, o educador reconhece que seu papel é de ser mediador entre o aluno e os conteúdos a serem trabalhados.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
2.1 Formação continuada, EaD e a gestão escolar do ponto de vista da secretária de educação
            Na atualidade a formação continuada é uma exigência em todas as áreas de atuação, a globalização talvez seja o fenômeno mais enfatizado quando se discute o mundo contemporâneo. A globalização é o fenômeno da expansão de inter-relações, principalmente de natureza econômica, em escala mundial, entre países de todo o mundo.
O uso das novas tecnologias, conhecidas atualmente por TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação) proporcionou novos paradigmas na área educacional. Atualmente com um simples clique é possível acessar uma enorme quantidade informações sobre todos os tipos de assunto. Contudo, o maior desafio é transformar essas informações em conhecimento e adequar às práticas de ensino-aprendizagem ao momento tecnológico em que a escola e a sociedade como um todo está vivenciando (MORAN, 2009).
No campo da educação, destacam-se as propostas de mudanças nos paradigmas do conhecimento e nos produtos do pensamento, a cultura e a arte:
Neste mundo complexo e de profundas transformações, também ficam mais complexas as praticas educativas e torna-se inquestionável uma nova formação de organização do trabalho das instituições e dos processos de formação inicial e continuada de professores, bem como um novo posicionamento de todos os que trabalham na educação. (VEIGA, 2009, p.14).
            Contudo, segundo Veiga (2009, p. 14) muitos avanços foram contemplados, apesar desse quadro: “expandiu-se a educação com a ampliação da educação básica; organizaram-se sindicatos e associações diversificadas que fortalecem com praticas de reuniões sistemáticas as reflexões em torno da educação”; e também: “expandiu-se as matriculas da escola básica á pós-graduação, ampliou-se o movimento em defesa e melhoria da escola publica”.
            “A escola não pode se limitar a função de ensinar. Dela são exigidas, cada vez mais, a função de ensinar e a ocupação educativa dos tempos livres com ações pedagógicas”. É importante que a escola esteja cada vez mais próxima à realidade, já que muitos dos problemas enfrentados por ela relacionam-se com a crescente diversidade cultural e social dos alunos. Mas para isso ter resultado, é preciso entender a diversidade não apenas como problema, mas também como uma força, caso o currículo deixe de ser homogêneo e passe a dar espaço e voz à própria escola (VEIGA, 2009, p. 15).
Nesse contexto de mudanças tecnológicas surge a EaD, Educação a Distância, que no Brasil é definida no Decreto nº 5.622 de 19 de Dezembro de 2005 que em seu Art. 1º define:
“Art. 1º: a educação à distância como modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversas” (BRASIL, 2005).
            De acordo com a Legislação a EaD poderá ser ofertada em diversos níveis e modalidades educacionais e também contempla a formação continuada em seu Art.2º, IV: “educação profissional, abrangendo os seguintes cursos e programas: a) técnicos de nível médio e b) tecnológicos de nível superior” (BRASIL, 2005).
            A formação continuada dos profissionais que atuam na educação pode ser favorecida com a modalidade EaD, que se constitui de mais uma ferramenta para conciliar tempo e capacitação e vão de acordo com a proposta de Jacques Delors (1998) quando este apontou no “Relatório para a UNESCO1 da Comissão Internacional Sobre Educação para o Século XXI” os parâmetros para uma educação permanente e sugeriu quatro pilares do conhecimento e da formação continuada: Aprender a conhecer; Aprender a fazer; Aprender a viver juntos; Aprender a ser:
De acordo com o documento Formação Continuada (BRASIL, 2005), ao entender a formação continuada como um conjunto de ações voltadas para o desenvolvimento profissional dos educadores no exercício de suas funções, visando à construção de competências necessárias para o bom desempenho seu papel, ou seja:
Capacidade para identificar e resolver questões envolvidas no trabalho pedagógico; Autonomia para tomar decisões pedagógicas, Capacidade para avaliar as próprias ações; Construção coletiva do projeto pedagógico educacional das escolas; Interação cooperativa com a comunidade (BRASIL, 2005).
Ao ler os documentos não fica claro qual é a concepção que norteia esta formação embora observasse princípios andrológicos no documento isto não fica claro e objetivo na escrita dos documentos.
Outros pontos importantes a serem considerados nesta formação é o conhecimento específico do professor, que envolve saberes de naturezas distintas quanto a: Processo de aprendizagem do aluno; Conteúdos; Conhecimento didático.
 A construção das competências necessárias aos profissionais que atuam em diferentes instâncias da secretaria da Educação e Cultura tem como condições não somente a necessidade de atualização em relação às pesquisas educacionais, mas também a reflexão sobre a sua própria atuação a fim de promover o processo de auto avaliação.
Nesta rede municipal, a formação continuada tem ocorrido em diferentes espaços como: Palestras e cursos com profissionais especialmente contratados e ou da rede da própria rede municipal como troca de experiências; Espaços organizados na própria escola, coordenados pela equipe de gestão, ou pela Equipe técnica, como hora de trabalho pedagógico coletivo - htpcs 2, conselho de classe, reuniões pedagógicas.  Reunião com os funcionários de apoio; Reuniões coordenadas pela equipe técnica para formação de equipe gestora e Devolutiva sobre projetos pedagógicos educacionais e outros documentos de registros para acompanhamento do trabalho Educacional realizado pelas equipes de orientação técnica (Proposta Curricular de São Bernardo do Campo, 2004).
Documentos da Secretaria de Educação de São Bernardo do Campo como princípios de respeito aos saberem individuais e coletivos, autonomia intelectual; o acesso aos conhecimentos das diversas culturas e a Interação com os recursos importantes para a produção de conhecimento (Proposta Curricular de São Bernardo do Campo, 2004).
 Observa-se que este programa de Formação se desenvolve através de várias ações, sendo algumas permanentes, outras realizadas pela equipe técnica dos vários setores, são momentos em que são discutidos assuntos relativos a cada escola, de determinado aluno, a sua equipe de gestão, os seus professores ou outros segmentos escolares.
 A demais ação formativa tem um caráter pontual e se constitui em cursos em horário de serviço do educador, cursos fora do horário de serviço do educador, cursos em parceria com a Unidade Escolar cursos de alfabetização como prova em parceria com o MEC (Ministério da Educação), palestras com especialistas, ações formações artísticas entre outras (Proposta Curricular de São Bernardo do Campo, 2004).
2.2 Gestão Escolar Democrática
            A gestão democrática da escola pública está prevista na legislação e foi incorporado como fundamento básico da escola e no sistema escolar brasileiro é um princípio constitucional contemplado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional lei nº 9394/96 (PROPOSTA CURRICULAR DE SÃO BERNARDO DO CAMPO, 2004).
Escola democrática é aquela na qual as decisões são compartilhadas, tem como são compartilhadas as tarefas necessárias para implantar tais decisões.  Para tanto, torna-se necessário o desenvolvimento de uma cultura participativa entre todos os envolvidos no processo educacional esta participação deve ser garantida na estrutura organizacional, mas ainda vida no ambiente escolar o espírito democrático deve estar presente na sala de aula, nos corredores, na secretaria, no pátio, nos atos dos professores e demais funcionários da equipe de gestão e especialmente dos alunos e pais que representam a comunidade educativa.
Castro e Regattieri (2010) ressaltam que a equipe gestora tem um papel importante na capacitação de seus professores, bem como no estabelecimento de um diálogo produtivo com a Secretaria de Educação:
A revisão dos projetos e práticas educacionais, pensando na diversidade dos alunos e não apenas no aluno esperado;
A convocação de novos atores e a articulação das políticas educacionais com políticas setoriais capazes de apoiar as famílias dos alunos para que elas possam exercer suas funções (CASTRO; REGATTIERI, 2010, p. 20).
            É importante salientar que a formação continuada no município de São Bernardo do Campo/SP depende muito dos gestores, que tem o compromisso de promover a participação, coordenando os esforços de forma ampliada do ensino ministrado na escola, que tem como função tipo a garantir a educação de qualidade para todos os alunos. Explica ainda que o exercício da gestão democrática depende da autoridade, responsabilidade, decisão, disciplina e iniciativa.
O compromisso com a gestão democrática que está implícita a concepção de escola como bem público e perene,  que possui significado fundamental no processo de construção de uma nação democrática de acordo com o título dois artigo novo do Regimento escolar único para  as escolas do Município de São Bernardo do Campo a gestão democrática escolar é desenvolvida de modo coletivo do Conselho de escola a Instância de deliberação,  acompanhando e  avaliando o funcionamento da Unidade Escolar respeitando os dispositivos legais.
As mudanças que se impõem na atual sociedade orientadas pela economia baseada no “conhecimento e pela tecnologia da informática e da comunicação” impõe a necessidade de reorganização diante da ampla “dinâmica social, relações e influências globalizadas que, ao mesmo tempo”, são oportunidades culturais estimulantes e interessantes a todas as pessoas e organizações, assim como desafios e exigências extraordinários (LÜCK, 2009, p. 16).
            É dentro desse espaço de avanços tecnológicos e comportamentais que a educação vem buscando se reestruturar e promover a reinvenção de suas competências. Nesse contexto Lück (2009, p.16) ressalta:
Novos desafios e exigências são apresentados à escola, que recebe o estatuto legal de formar cidadãos com capacidade de não só enfrentar esses desafios, mas também de superá-los.
            As mudanças advindas da era tecnológica no contexto dessa sociedade acabam por alterar a natureza da educação, dessa forma “as finalidades da escola ganham uma dimensão mais abrangente, complexa e dinâmica e, em consequência, o trabalho daqueles que atuam nesse meio” (Ibidem).
Para Lück (2009, p. 16) o objetivo maior da instituição educativa consiste em “estabelecer uma comunidade de ensino efetivo”, onde a prática coletiva fomente não somente “o ideal de ensinar de acordo com o saber produzido socialmente, mas o de aprender, em acordo com os princípios de contínua renovação do conhecimento”, criando dessa forma um ambiente de contínuo desenvolvimento para alunos, professores, funcionários e é claro, os gestores.
Libâneo et al (2012) destacam que a Gestão Escolar constitui todas as condições e meios para o bom funcionamento da instituição escolar, por esse motivo o papel da gestão é imprescindível na formação continuada:
No caso da escola, a organização e a Gestão referem-se ao conjunto de normas, diretrizes, estrutura organizacional, ações e procedimentos que asseguram a racionalização do uso dos recursos humanos, materiais, financeiros e intelectuais assim como coordenação e o acompanhamento do trabalho das pessoas (LIBÂNEO et al, 2012, p. 411).
            Segundo Trigo e Costa (2008, p. 563) no mundo contemporâneo, “as organizações são uma inevitabilidade na vida das pessoas, desde que nascem (maternidade, hospital, conservatória do registro civil) até a sua morte (funerária, Igreja, cemitério)”. Dessa forma, todos estão inseridos, vivem e trabalham nas organizações, inseridos em unidades organizacionais, por esse motivo “apresentar uma definição de organização não é tarefa fácil, pois se trata de um conceito complexo, passível de diferentes abordagens e concepções, sendo a literatura muito abundante na matéria”.
            O gestor precisa refletir sobre essas questões e aprofundar seus estudos e conhecimentos, buscando “na literatura pertinente o apoio necessário a essa tarefa”. É preciso dizer também que os profissionais da educação, sob a liderança do diretor escolar, “devem desenvolver competências conceituais sobre educação em geral e todas as dimensões de seu trabalho”. Nesse sentido Lück (2009, p. 17) aponta que o: “norteamento e fundamentação do trabalho educacional pelo diretor demanda desse profissional o cuidado especial com sua preparação para realizá-lo”.
Para Libâneo et al (2012, p. 412) a organização da gestão escolar na contemporaneidade deve-se atentar “à necessidade de a instituição escolar de dispor de recursos, condições e dos meios para a realização de seus objetivos específicos”. Segundo Libâneo et al esse conjunto de ações deve:
Prover as condições, os meios e todos os recursos necessários para o ótimo funcionamento da escola; Promover o envolvimento das pessoas no trabalho, por meio da participação, e fazer a avaliação e o acompanhamento dessa participação; Garantir a realização da aprendizagem para todos os alunos (LIBÂNEO et al, 2012, p. 413).
            No contexto da educação contemporânea, Libâneo et al (2012, p. 133) a educação pública tem tríplice responsabilidade: “ser agente de mudanças”, capaz de “gerar conhecimentos e desenvolver a ciência e a tecnologia”; trabalhar a tradição e os valores nacionais ante a pressão mundial de descaracterização da soberania das nações periféricas; “preparar cidadãos capazes de entender o mundo, seu país, sua realidade assim transformá-los positivamente”.
No contexto da educação contemporânea, Libâneo et al (2012, p. 133) destaca que: “a educação pública tem tríplice responsabilidade”, dentre elas ser “agente de mudanças, capaz de gerar conhecimentos e desenvolver a ciência e a tecnologia; trabalhar a tradição e os valores nacionais ante a pressão mundial de descaracterização da soberania das nações periféricas” e tudo isso para preparar cidadãos capazes de entender o mundo, seu país, sua realidade assim transformá-los positivamente.
            “A gestão democrática é tanto um objetivo a ser alcançado quanto o percurso”. Enquanto objetivo trata-se de uma meta a ser sempre aprimorada e é um percurso, porque se revela como um processo que, a cada dia, se avalia e se reorganiza, contudo a gestão democrática necessita de uma postura democrática, que se revela entre o Poder Público, o coletivo escolar e a comunidade local, que juntos, estarão sintonizados para garantir a qualidade do processo educativo. (GRACINDO, 2007, p. 35).
Os elementos indispensáveis que devem ser presentes em uma gestão democrática de acordo com Gracindo (2007) são “a participação, o pluralismo, a autonomia e a transparência”. Em algumas instituições escolares a participação é apenas compreendida como simples processo de colaboração, de adesão e de obediência às decisões da direção da escola. Nesse contexto perdem-se duas condições básicas para uma efetiva participação.
A concepção pedagógica adotada pela secretaria de educação da cidade de São Bernardo do Campo é sócio construtivista interacionista, que considera a construção do conhecimento a partir das necessidades que o meio ambiente coloca e das inter-relações que fazemos com ele, tendo como base psicológica as teorias de construção do conhecimento desenvolvidas principalmente pelos teóricos: Piaget, Vygotsky e Wallon (PROPOSTA CURRICULAR DE SÃO BERNARDO DO CAMPO, 2004).
A formação continuada é entendida como pilar de sustentação da melhoria da qualidade do ensino de todas as escolas deste município, sendo condição indispensável para que os profissionais que atuam com os estudantes estejam aptos a oferecer aprendizagens significativas, estratégias diferenciadas, olhar inclusivo e que possam compartilhar a oportunidade de aprender sempre (ARAÚJO e YOSHIDA, 2009).
3. MÉTODO
            O método pode ser descrito como sendo uma seção de suma importância em qualquer tipo de projeto de pesquisa, seja ele uma monografia ou teses em geral (HUBNER, 2001, p. 41)
            A autora completa seu pensamento deixando claro que no método é preciso deixar a lógica a ser seguida pelos pesquisadores explicita e clara, além dos fenômenos a serem pesquisados, bem como suas ramificações  e inter-relações, além é claro da forma que eles serão obtidos.
            De acordo com Gil (2002, p. 44), pesquisas bibliográficas são aquelas desenvolvidas a partir de materiais que já existem, principalmente aqueles disponíveis em livros e artigos científicos, cujo propósito principal é aprofundar o conhecimento sobre o objeto de estudo, e foi essa a opção escolhida para esse trabalho.
4. ANÁLISE
4.1 As personas da gestão no munícipio de São Bernardo do Campo/SP
            A gestão escolar em São Bernardo do Campo e representada três figuras básicas dentro das unidades escolares o diretor que tem como princípio o trabalho administrativo, recursos financeiros, recursos pessoais, e está subordinada a Secretaria de Educação da cidade (PROPOSTA CURRICULAR DE SÃO BERNARDO DO CAMPO, 2004).
O coordenador pedagógico que é responsável pelo andamento pedagógico da unidade sendo de sua responsabilidade tanto a formação continuada de professores como o desempenho educandos da unidade, atendimento à comunidade em casos pontuais quando se faz necessário (PROPOSTA CURRICULAR DE SÃO BERNARDO DO CAMPO, 2004).
E o vice-diretor chamado de PAD, professor de apoio à direção que é responsável cuidar o pessoal do apoio das redes que vem do Departamento de Educação, conversar com a comunidade quando necessário, zelar e cuidar do bom andamento da Unidade Escolar administrativamente ou pedagogicamente na ausência do diretor escolar (PROPOSTA CURRICULAR DE SÃO BERNARDO DO CAMPO, 2004).
Cabe a essas três pessoas a formação continuada dos professores nas unidades escolares de São Bernardo do Campo, de acordo com os documentos a Proposta Curricular deve atender alguns critérios necessários para o seu bom se envolvimento e bom aperfeiçoamento dos professores.
Quando se inicia o ano letivo um dos primeiros encontros coletivos que são os HTPCs, da unidade é levantado pelo coordenador escolar juntamente com o diretor e o vice-diretor as necessidades formativas dos professores elas alimentadas de diversas formas são elencadas através de pesquisa escrita, pesquisa digital, levantamentos de necessidades expostas oralmente pelos participantes de diversas maneiras.
Esta primeira pesquisa de levantamento de necessidades formativas cabe à gestão elencar e desenvolver um projeto de formação que deverá ser lido e aprovado pela Orientadora Pedagógica, dentro das necessidades da unidade qual a formação o professor receberá em HTPCs e reuniões pedagógicas que são os momentos  destinados à formação continuada.
 O que é muito estranho do ponto de vista prático da formação continuada é que mesmo levantando todas as necessidades formativas professores dizendo que querem realmente estudar,  quando esta formação é aplicada aos professores ela simplesmente é feita sobre princípios pedagógicos,  em nenhum momento na elaboração desse plano de formação é pensado de uma forma andrológica, não é visando à necessidade do professor em sala de aula, a sua necessidade de pesquisar de saber mais sobre o assunto.
A formação ainda é feita como na educação tradicional na educação bancária onde você senta recebe as informações, o que é um contrassenso visto se a formação é para adultos para as pessoas que são autônomas, que tem a sua história, tem a sua prática tem a sua experiência ela deveria ser centrada na figura do professor para o princípio que norteia as formações continuadas para adultos, pautada na sua maioria perspectiva pedagógica para o aluno e não para o educador, na grande maioria das unidades escolares não visa à questão da Autonomia.
Freire (1996, p. 19) afirma que a prática educativa exige muitos saberes e reflexão constante sobre a prática e ressalta que “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção e sua construção.”.
O “ensino bancário”, ou seja, ao ato de somente transmitir conhecimento e conteúdo, entendendo o aluno como um ser passivo e distingue esse perfil de educador daquele que considera ser um “problematizador”, ou seja, aquele que provoca uma reflexão crítica por parte dos educandos a partir dos conflitos que caracterizam as situações ocorridas no cotidiano e pertence à vivência dos alunos.
Ao observar a prática da formação continuada dos docentes durante os HTPCs na prática não ocorre da forma que se propõe os documentos. No dia a dia da escola a formação continuada segue o seguinte rito; o coordenador faz o levantamento do que os professores querem estudar o coordenador elabora aulas sobre aquele assunto, onde o professor apenas exerce a função que  ouvinte com pouca interação com os demais colegas pouca troca de experiência porque para os gestores é vista a questão do tempo e muitas vezes se deixam os professores emitir em opinião discutirem o assunto de forma mais aprofundada a gestão numa certa forma acredita que está se perdendo e que tempo não que está se investindo em qualidade e muitas às vezes quando os professores fazem perguntas pontuais sobre o assunto essas perguntas não são respondidas.
Para a gestão que tem uma visão tradicional em sua formação continuada professores que questionam geralmente são professores que são mal vistos por serem profissionais que ao perguntaram discutir o assunto da formação criam polêmicas levando muitas vezes a falta de respeito da gestão para com esses profissionais.
Infelizmente esse tipo de comportamento da gestão é uma constância na maioria das unidades escolares em São Bernardo, plano de formação dos Professores no papel segue os moldes dos documentos oficiais, respeitam a lei de diretrizes e bases da educação e de outros documentos que normatizam este momento, mas na prática é como se o professor fosse o aluno e o coordenador o professor acredito que a figura abaixo reflita bem a prática de formação continuada ofertada aos professores nesta rede.
Portanto, o papel da escola e dos professores, assim como as finalidades e competências do sistema educacional não podem estar dissociadas. O que o professor colocará em prática, em sua sala de aula, dependerá da sua visão política acerca do mundo, bem como dos recursos tecnológicos que dispõe (FREIRE, 1996).
Atualmente o desafio da educação e das políticas públicas consiste em desenvolver a consciência nos profissionais que nunca é tarde para se aprender e se envolver em novos projetos.
Com base nos quatro pilares fundamentais defendidos por Delors (1998) aprender a aprender adquirir cultura geral ampla, evidenciando a necessidade de educação contínua e permanente, aprender a fazer (desenvolver competências amplas para o mundo do trabalho), aprender a viver juntos (cooperar com os outros em todas as atividades humanas), e aprender a ser, que integra todos os aprenderes, favorecendo ao individuo adquirir autonomia e discernimento (DELORS, 1998).
A construção de conhecimento é uma trajetória coletiva que deve ser orientada pelo professor, onde ele crie situações e ofereça auxílio, mas sem ser o especialista, detentor de todo o saber, nem o guia que propõe todas as soluções, mas sim deve orientar situações que estimulem o conflito intelectual e cognitivo entre os educandos, tanto coletiva como individualmente (PERRENOUD, 2000, p. 3).
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
            O professor quando se prepara para a prática docente necessita de processos construtivos, ou seja, ele tem que entender que a escola é um lugar além dos muros,  é um local do aprender,  do saber e do entender a formação deve ser entendida como é tapas a serem Preparadas passo a passo,  um cotidiano de aprendizado,  sempre fundamentado em novos conhecimentos,  e ambientes em pleno processo de conhecimento intelectual.
Em pesquisa realizada pelo sindicato dos Funcionários Públicos de São Bernardo do Campo em 28 de abril de 2016 onde através de formulários digitais baseadas em reclamações de professores e relatórios sobre a insegurança de se fazer o htpc em alguns locais da cidade no período noturno que é geralmente o horário deste encontro semanal.
Levando em consideração que o Htpc faz parte da carga horária de trabalho docente e que a formação continuada neste momento é de suma relevância a importância para o aperfeiçoamento do educador numa proposta de educação dinâmica e ativa, o SINDSERV 3.
Trouxe a proposta já seguida por duas unidades escolares de São Bernardo do Campo que realiza um Htpc na modalidade à distância. A proposta sugerida pela pesquisa do sindicato foi a de três encontros semanais e um encontro em modalidade à distância. Algo inteiramente e novo, tanto para professores, gestão e Secretaria da Educação de São Bernardo do Campo.
Do ponto de vista da secretaria este Htpc não apresenta lei específica, necessitando assim de autorização da mesma para ser realizado, o que nos traz a necessidade de normatização e legislação para esta questão.
Do ponto de vista da gestão o grande desafio é entender como aplicar a este momento em suas rotinas de planejamento para a formação de professores, qual a melhor plataforma a ser usada e que atende as necessidades tanto dos educadores quanto das diretrizes que precisam seguir para formação de professores, obrigando as gestões a se capacitarem na plataforma escolhida para esse encontro à distância e a adquirirem uma postura andrológica.
Para os professores outras questões se apresentam relevantes a esse assunto, como, por exemplo, a prática da tecnologia da informação voltada à educação, entender a metodologia EaD algo novo para muitos professores em final de carreira, entender a plataforma que foi escolhida pela gestão e suas ferramentas e aprender um novo tipo de interação com seus colegas da unidade e as ferramentas tecnológicas.
Este conceito tem mudado bastante a posição da gestão e da secretaria de educação, pois para capacitar os professores a gestão necessita receber capacitação e a secretaria de educação São Bernardo do Campo vem investindo em cursos de formação para gestores na plataforma do Google, feitas pelos PAPPs (Professores de Apoio aos Projetos Pedagógicos) que são professores designados para trabalhar a tecnologia educacional nas unidades escolares, que parece atender as expectativas de ambos os lados com inúmeras ferramentas.
É um novo caminhar na formação continuada, para todos os envolvidos e com a certeza de que mais uma vez a cidade de São Bernardo do Campo escreve um importante Capítulo na história da educação do Brasil.·.
Não há como escapar das novas tecnologias, especialmente na área educacional. Atualmente, há muita informação e com apenas um clique é possível acessar uma enorme quantidade informações sobre todos os tipos de assunto. Contudo, o maior desafio no momento é transformar essas informações em conhecimento, e o mais importante adequar às práticas de ensino-aprendizagem diante das novas tecnologias.
Assim, tão importantes como a sala de aula são os novos espaços da sala aula, o espaço restrito ampliou-se para os laboratórios (dentro de empresas, fábricas, escolas, posto de saúde, hospital, fórum, escritórios de advocacia e de administração de empresas, casas de detenção, canteiro de obras, plantações, hortas, pomares, instituições públicas e particulares, laboratórios de informática, ambulatórios, bibliotecas, centros de informação, exploração da internet, congressos, etc.) e oportunizam a educação teórica e a educação prática de forma contextualizada aos estudantes.
Dessa forma, as novas tecnologias quando inseridas na educação possibilitam inovações, sendo relevantes no atual quadro da educação básica brasileira, evidentemente o uso das TICs na formação continuada só tem a se beneficiar diante desse novo cenário tecnológico atual.
6. REFERÊNCIAS
ARAÚJO, P.L.;  YOSHIDA, S.M.P.F. Professor: desafios da prática pedagógica na atualidade. 2009. Disponível em: <http://www.ice.edu.br/TNX/storage/webdisco/2009/11/03/outros/608f3503025bdeb70200a86b2b89185a.pdf>. Último acesso em: 20/04/2017.
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* e-mail: isabrida@gmail.com - Especialista em Educação Infantil, Gestão Escolar e Docência do Ensino Superior. Experiência na área de Educação em escolas públicas e privadas, com amplo conhecimento na docência em diferentes níveis desde da Educação Infantil ao Ensino superior e Tecnologia Educacionais para o uso de práticas pedagógicas e público em geral.

** e-mail: bethromanmonteiro@gmail.com - Especialista em Gestão Estratégica de Pessoas e Psicologia Organizacional. Professora do curso de Administração da Faculdade Piaget/Campus Suzano. Av. Mogi das Cruzes 1001, Jardim Imperador, CEP: 08673-270, Suzano - SP

*** e-mail: p.eduardo.ribeiro@uol.com.br - Mestre em Psicologia da Saúde - Coordenador dos cursos de Administração e Gestão de RH da Faculdade Piaget/Campus Suzano. Av. Mogi das Cruzes 1001, Jardim Imperador, CEP: 08673-270, Suzano – SP

1 Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura

2 A hora de trabalho pedagógico coletivo (HTPC) é o tempo estabelecido pelas escolas das redes municipal e estadual de ensino, com o intuito de reunir professores e coordenadores para a discussão, análise e proposição de soluções que possam atender as necessidades educacionais coletivas apresentadas periodicamente. Fonte: http://atividadesparaprofessores.com.br/o-que-e-htpc/

3 Sindicato dos Servidores Públicos


Recibido: 06/05/2017 Aceptado: 09/08/2017 Publicado: Agosto de 2017

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