CARLOS GOMES
GRUPOS HUMANOS
O modo de produção baseado na caça e na simples recolha de alimentos é adequado à existência de pequenos grupos organizados e coesos. Toda a sua actividade constitui uma acção conjunta, sendo impossível a vida fora do grupo. Os homens procuram manter-se juntos e a relação entre os seus membros é muito intensa, com elevado grau de consciência social e solidariedade. Com o decorrer do tempo, o modo de vida gregário é substituído pela organização gentílica que coincide com o aparecimento do tipo de homem moderno, ou seja, biologicamente já semelhante ao actual.
A unidade social mais estável reunia
poucas dezenas de indivíduos, com capacidade para obter comida para todos
os seus membros. Este facto não exclui a possibilidade de diversos grupos,
vivendo num determinado território, manterem ligações periódicas ou
temporárias, com a finalidade de realizarem acções práticas ou
estabelecerem relações baseadas em tradições culturais ou em afinidades
genéticas. Havia cruzamentos entre membros de diferentes grupos. Algumas
comunidades, existentes sobretudo em África, parecem ter vivido isoladas
por longos períodos nas florestas e savanas.
É admissível que vários grupos de caçadores juntassem as suas forças
ocasionalmente para interceptarem manadas de animais. Alguns laços sociais
e organizativos, a nível regional, uniam várias comunidades de caçadores.
Em alguns casos, as comunidades humanas viviam afastadas sendo esporádicos os seus contactos; noutros casos, sobretudo de populações menos sedentárias, os vários grupos humanos estabelecem contactos uns com os outros e permutam entre si as técnicas de criação de instrumentos e os utensílios utilizados.
As técnicas de fabrico de artefactos não eram exactamente as mesmas entre os grupos de pessoas vivendo num determinado território, mas os mesmos utensílios apareciam em poder de comunidades que mantinham ligações entre si.
Isto não deve ser interpretado como
existindo uma organização formal, mas como um protótipo de organismos
sociais com algum significado e com reflexos no florescimento da
comunidade primitiva.
![]() |
Contribuciones a las Ciencias Sociales |
![]() |
Contribuciones a la Economía |
![]() |
Cuadernos de Educación y Desarrollo |
![]() |
Revista Jurídica de Investigación e Innovación Educativa |
![]() |
Revista Académica de Investigación |
![]() |
Desarrollo Local Sostenible |
|
Entelequia |
|
Observatorio de la Economia - Patagonia |
![]() |
Observatorio de la Economía - Latinoamérica |
![]() |
Obs. Economia y Sociedad - China |
![]() |
Obs. Economia y Sociedad - Japón |
![]() |
Obs. del Desarrollo Local y la Economía Social |
![]() |
TEPYS - Economía, paz y seguridad |
![]() |
TECSISTECATL |
![]() |
Turismo y Desarrollo |
| Todo en eumed.net: |
7 al 24 de
Temas a debate:
febrero
VIII Congreso EUMEDNET
sobre
Educación, Cultura y Desarrollo
- Nuevas tecnologías
- Universidad y sociedad
- Políticas educativas
Aún está a tiempo de
inscribirse en el congreso como participante-espectador.
Próximos congresos
6 al 23 de

marzo
VIII Congreso EUMEDNET
sobre
Pobreza, Desigualdad y Convergencia
10 al 27 de

abril
VI Congreso EUMEDNET
sobre
Ética, Gobernanza y Desarrollo
7 al 25 de

mayo
V Congreso EUMEDNET
sobre
Historia y Ciencias Sociales
5 al 22 de

junio
IX Congreso EUMEDNET
sobre
Desarrollo Sostenible y Población
6 al 23 de 
julio
VI Congreso EUMEDNET sobre
Turismo y Desarrollo
5 al 22 de 
octubre
X Congreso EUMEDNET sobre
Globalización y Crisis Financiera
5 al 23 de 
noviembre
IX Congreso EUMEDNET sobre
Migraciones, causas y consecuencias
3 al 21 de 
diciembre
IX Congreso EUMEDNET sobre
Desarrollo Local en Mundo Global
