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INFRA-ESTRUTURAS EM ENERGIA E TRANSPORTES E CRESCIMENTO ECONÔMICO NA CHINA

Elias Marco Khalil Jabbour



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II.5.1 – Reestruturação pós-crise asiática e fusões no setor

Podemos classificar a crise financeira asiática de 1997 como o divisor de águas, tanto no andamento da política econômica chinesa, como no reordenamento da geopolítica que envolve toda a Ásia do Pacífico.

No âmbito da política econômica, ela sugeriu – como descrevemos neste trabalho –, todo um soerguimento do mercado interno a partir de grandiosos projetos em infra-estrutura, como forma de manter os altos índices de crescimento e também conter efeitos inflacionários.

Com relação à geopolítica da Ásia do Pacífico, a crise colocou à prova a já incipiente liderança do Japão que, ao hesitar em tomar a dianteira do processo de resistência, deu à China oportunidade de se colocar à frente e anunciar medidas acertadas. A principal delas: a não-desvalorização de sua moeda, mesmo à custa de suas reservas cambiais.

Sob o ângulo da imagem chinesa perante seus vizinhos, tal atitude evitou uma onda de desvalorizações competitivas – que poderia ser um desastre para o país e para o mundo –, garantindo uma grande reputação entre seus vizinhos. A China, portanto, foi a grande vencedora desse processo.

A reestruturação de toda a indústria petrolífera, juntamente com a suspensão das importações de petróleo, foi a primeira resposta chinesa ante a pressão decorrente da crise financeira asiática. Esta atende à necessidade de criação de grandes empresas no setor que busquem internamente investimentos maciços em P&D, colocados para si e para o país entre os gigantes do setor, altamente marcado pela cartelização.

De início, seria interessante enumerar as razões dessa reestruturação.

Em 1997, a produção de petróleo alcançou grandes resultados econômicos na China. O mais significativo deles foi o ingresso de US$ 4,1 bilhões, entre benefícios e arrecadação tributária 118. Também em decorrência da crise asiática, o preço do petróleo caiu e alguns poços tiveram de ser fechados para reduzir a produção. A venda de derivados na China caiu substancialmente – seus países vizinhos também os ofereciam a baixos preços.

Portanto, de imediato, podemos enumerar algumas razões acerca da necessidade de reestruturação:

- Crise financeira asiática; -queda dos preços; -pressão dos países vizinhos; e - suspensão de importações.

Estavam maduras as condições para a criação de um sistema corporativo que estabelecesse decisões científicas e estratégicas no que diz respeito a todos os processos pelos quais passa a matéria-prima, assim como impulsionasse meios e maneiras para a manutenção de vantagens comparativas e de soerguimento do desenvolvimento do setor.

Em pouco tempo foram criadas a Corporação Nacional de Petróleo e Gás Natural da China (CNPC) e a Corporação Nacional Petroquímica da China.

O objetivo traçado por ocasião do 9º Plano Qüinqüenal vislumbrou como meta para tais grupos sua transformação em multinacionais com grande capacidade competitiva no mercado internacional até 2010.


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