DEMOCRACIA: CONSCIÊNCIA COMUNITÁRIA PERSPECTIVAS
BIBLIOTECA VIRTUAL de Derecho, Economía y Ciencias Sociales

 

ECONOMIA, POLÍTICA E SOCIEDADE

Luiz Gonzaga de Sousa

 

 

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DEMOCRACIA: CONSCIÊNCIA COMUNITÁRIA

Perspectivas

 

            Apesar da lentidão que os movimentos reivindicatórios passam aqui em Campina Grande, não é de se rejeitar por completo esse trabalho que se desenvolve com bastante luta e perseverança. Deve-se unir o povo cada vez mais, para que se consigam congregar forças suficientes a um nível de conscientização que saibam entender claramente os ganhos e as perdas em que se venha a incorrer, pois não se pode somente ganhar, deve-se estar preparado para aceitar o insucesso e partir para uma estratégia que conduza ao sucesso. Diz o velho chavão comunista: O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO. É uma palavra de ordem que merece respeito, pois isto significa a incorporação de todos numa luta comum e em busca da liberdade.

            O desejo maior de toda a comunidade é a liberdade e esta liberdade só será conseguida quando o povo perder seu medo de reunião, de participação, e procurar atuar frente às comissões de trabalho na busca de solução aos problemas cotidianos da vida. Esse trabalho é lento, mas não se deve se assustar com a morosidade dessas atividades. Sente-se a dificuldade em recrutar membros para atuar em comissões e forçar as autoridades a atender às reivindicações. A libertação de um povo é um processo e depende muito da participação efetiva para que se tenha uma consolidação das idéias rumo a uma plenitude da humanidade, conhecer-se a si próprio para, depois, relacionar-se um ao outro, como colocou PLATÃO (365 a. c)

            Espera-se que os movimentos de reivindicação procurem melhor se organizar numa estrutura em que todos reconheçam seus deveres como membros participativos nesta sociedade que procura sempre melhorar seu nível de bem-estar social. A organização começa pelo seu grau de mobilização e participação. Mobilização é atender ao pedido de sua entidade de base e estar à disposição de sua classe rumo aos interesses que estão em pauta. Participação é procurar ajudar ao movimento reivindicatório na congregação de todos na luta comum; é fazer com que o vizinho também dê sua parcela de contribuição, divulgando as atividades da entidade e conscientizando toda a população na busca de solução dos problemas das classes em separado e, consequentemente, do país como um todo.

            Atualmente, a luta continua mesmo com diversos problemas de liderança. As Entidades de Base tiveram um atrelamento muito grande às autoridades governamentais, gerando desta forma, um aliciamento profundo na utilização intensiva do empreguismo até agora. Esse empreguismo tem comprometido bastante as reivindicações sindicais e/ou comunitárias. Esta estrutura de movimento de base, além de afastar o povo da participação, não tem procurado suprir estas deficiências, lutando verdadeiramente pelos interesses de sua entidade, mobilizando a população a se agregar ao movimento e mostrando a sua classe que uma mãozinha dada pelo seu patrão não constitui fator de dependência aos objetivos múltiplos do movimento. Deve-se estar consciente de que a entidade é da classe e não de suas lideranças que podem, a qualquer momento, cair.

            Espera-se que esse estado de coisas não continue. É preciso um trabalho de conscientização mais direto e mais consistente, para que as lideranças atuais se libertem dessa subordinação às autoridades estatais e empresariais, prosseguindo, dessa forma, um trabalho livre e independente. Precisa-se de que se formem lideranças, mas com líderes independentes de estrutura político-partidária de qualquer espécie. Os novos leaders devem se preocupar única e exclusivamente com a Entidade que representam e não procuram liderar um movimento pensando em um bom emprego no futuro, ou um emprego para sua família. Desta maneira, pode-se gritar de voz bem alta contra os descasos que os homens do poder têm para com as comunidades de bairro e os trabalhadores de um modo geral.

            Depois deste nível de conscientização, todo mundo estará trabalhando unido pelos seus direitos inalienáveis. Ter-se-á, a partir de então, conseguido a liberdade plena e esmagado de uma vez por todas a injustiça e todos serão iguais perante a lei natural e a lei dos homens. A justiça será implantada pela fé que toda humanidade depositará em seu irmão e o irmão acreditará no homem como um ser que pensa no bem-estar de todos. Neste quadro, ter-se-á a igualdade e o amor, mas para isto é preciso que se apague esse passado negro de toda a humanidade, onde o ser humano foi sempre um objeto de exploração material de regimes imperialistas tanto dos capitalistas, como dos comunistas de ontem e de hoje. Sem apagar o passado, não se poderá chegar a um futuro de justiça e de paz.

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