DEMOCRACIA: CONSCIÊNCIA COMUNITÁRIA
BIBLIOTECA VIRTUAL de Derecho, Economía y Ciencias Sociales

 

ECONOMIA, POLÍTICA E SOCIEDADE

Luiz Gonzaga de Sousa

 

 

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DEMOCRACIA: CONSCIÊNCIA COMUNITÁRIA

Apresentação

 

            Dentro de uma experiência democrática, procura-se muitas vezes refletir os grandes conselhos literários que existem e sempre que possível adaptá-los a uma realidade atual. Observando-se este mundo abstrato, é que se pensou em estruturar um estudo que apresentasse o momento democrático do município de Campina Grande. É neste sentido que está este trabalho, isto é, mostrar a incoerência entre a literatura sobre participação e realidade comunitária dentro deste processo de democracia. Isto pode ser concretizado através de um apanhado de escritos de cientistas reconhecidos e a experiência vivida com os movimentos populares de base neste Município.

            Depois de processada esta pesquisa, em termos de literatura bibliográfica, entrevistas e apanhados em relatórios dessas entidades de base, pode-se mostrar a real situação dos líderes dos movimentos reivindicatórios neste município. Não foi difícil de sentir os comprometimentos das entidades populares de reivindicação às autoridades políticas, pois foram 20 anos de arbítrios e opressões ao povo, que sempre clamou pela liberdade de atuação e participação nas exigências, em ver cumpridos seus direitos de poder espernear contra aqueles que vivem de exploração do homem indefeso.

            Não é subverter a Lei para buscar suas verdades, não é perturbar o poder, procurar entender a sua realidade, e não é querer se apropriar do alheio, exigir um pagamento justo pelo seu trabalho que engrandece os patrões e denigre o próprio trabalhador. Desta maneira, precisa-se de um movimento comunitário novo, forte e vibrante de independência, pela causa popular. É neste sentido que este trabalho tenta mostrar a realidade crua e indicar alguns parâmetros que demarcam um movimento forte e coerente, pois é neste caminho que se deve entender o que são a conscientização, a intromissão da revolução de 1964 na vida do país, os movimentos comunitários aqui no município, as decepções que se passaram e uma pretenciosa perspectiva sobre o futuro dos movimentos de base em Campina Grande.

Introdução

 

            Passados alguns anos da "Revolução de 1964" vale a pena fazer uma avaliação sobre os movimentos reivindicatórios no país e, em especial, aqui em Campina Grande. Sabe-se de antemão, que o esforço das lideranças para restaurar as organizações de base tem sido intensivo e muito cuidadoso. Em primeiro lugar, tentando destronar os pelegos dessas entidades, que só servem como agentes dos empresários ou das autoridades governamentais e, em segundo, lutando pela formação de lideranças independentes e atuantes. Não é por coincidência que muitas Sociedades de Amigos de Bairros cresceram no pós-64 e a própria UCES (União Campinense de Equipes Sociais) teve seu nascedouro neste período. As Entidades de base não pararam com esta data, somente mudaram de liderança e de maneira de atuação política reivindicatória no município, no estado e no país.

            Com as mudanças de visão, as entidades de base serviram apenas para atender ordens da classe empresarial e quanto as sociedades comunitárias, as suas lideranças eram pessoas do governo ou comunitários que estavam coordenando esses trabalhos no intuído de conseguir um emprego para um amigo, para sua família, ou até mesmo para si próprio. Com o processo de abertura, deve-se aproveitar esse espaço para se fazer um trabalho de conscientização, de maneira tal que todo o povo brasileiro volte a participar, volte a se engajar em todos os trabalhos de mobilização e de atuação política. O que não pode acontecer é que toda a comunidade brasileira fique apática às transformações que passa o país, o estado e o município. A união do povo são os passos acelerados da liberdade de uma Nação.

            Dentro deste quadro, pretende-se analisar os movimentos de reivindicação aqui em Campina Grande, dentro de uma perspectiva nacional. Coloca-se este problema, não numa análise pura e seca, mas levando-se em consideração o nível de conscientização da comunidade campinense, frente a organizações formadas e as outras que estão pouco a pouco surgindo na busca de soluções aos problemas de cada bairro, de cada classe social. Sabe-se de antemão, que os movimentos de base caminham lentamente e que se tem conseguido muitas decepções com as reivindicações feitas, mas isto não é fator de acomodação, de alienação. Precisa-se esquecer as perdas e partir para implementar cada vez mais o processo de mobilização, porque é só lutando que se consegue vencer qualquer tipo de dificuldade em que se está empenhado.

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