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Economia Industrial
Luiz Gonzaga de Sousa


 

CAPÍTULO V

 

 

CARACTERIZAÇÃO DO AVANÇO TECNOLÓGICO

 

 

         A propósito, a tecnologia é o suporte de todo conhecimento que a sociedade possui, isto no que respeita ao setor agrícola, como o de transformação e ao terciário dentro de um sistema econômico. É um fato que a evolução tecnológica seja uma limitação que as indústrias possuem, porque aqueles que são pequenas não têm acesso à tecnologia avançada, não possuem, portanto, altos progressos em sua rentabilidade, tal como as grandes ou médias, ou grandes indústrias. Com a tecnologia a indústria não se depara com um único método de produção, no entanto, dada a condição de progresso tecnológico, aparecem diversas técnicas de produção para que se possa produzir um produto. Desta forma, uma indústria em seu processo produtivo, pode utilizar mais trabalho com menos capital, ou mais capital com menos trabalho, ou utilizar uma dosagem igual da quantidade de trabalho e de capital, sem modificações nas taxas marginais de substituição da técnica.

         Numa economia industrial, o empresário objetiva produzir o máximo com o menor custo, no entanto, diante de vários métodos de produção, o primeiro desafio é encontrar o melhor método e, depois, partir para a determinação da produção máxima a ser conseguida frente aos insumos a serem utilizados ao mínimo custo possível. A produção máxima a ser atingida é aquela onde a produtividade marginal dos fatores utilizados deve ser igual á produtividade média desses fatores que participam da atividade econômica industrial em discussão. Obviamente, este tipo de economia só tem sua eficácia numa estrutura mercadológica, onde prevaleça uma situação de um sistema que esteja em competição perfeita, do contrário, esta situação não resistiria ao processo de acumulação e dominação dos monopólios.

         Dentro de uma perspectiva gráfica, pode-se verificar que no eixo horizontal encontram-se as diversas quantidades de trabalho L, e, no vertical, as dotações de capital K utilizadas, bem como as curvas de isoquanta, representando as funções de  produção da economia industrial em três situações diferentes, tais como: “a”, “b” e “c”. Para o progresso tecnológico poupador de fatores de produção, tem-se a passagem de “a” para “b” e de “b” para “c”. Esse progresso tecnológico decorre da disponibilidade de novos produtos, de métodos novos de produção e de técnicas modernas de organização, comercialização e gerência na indústria. Utilizando-se três períodos de tempo, verifica-se que de “a” para “b”, o progresso tecnológico é menor se isto acontecesse da mesma forma gráfica da passagem de “a” para “c”, tal como demonstra o gráfico que acaba de ser mostrado acima, com o objetivo de facilitar a compreensão sobre este assunto.

            Duas formas são fundamentais quanto á caracterização de uma tecnologia, isto significa dizer, em primeiro lugar, a participação da mão-de-obra, com sua qualificação ou não, e, em segundo lugar, a utilização do capital no processo produtivo, com máquinas e equipamentos avançados ou atrasados no tempo, como acontece com atividades vanguarda ou que não avançaram no tempo. Além desse processo de caracterização da tecnologia, existe uma outra forma, também fundamental, mas que existem poucos estudos acerca de sua eficácia, como é o caso do aprender fazendo (learning by doing), como se fosse a aplicação de uma experiência que não é de fácil quantificação econométrica dentro de uma atividade econômica. Frente a tudo isto, ainda são precárias as técnicas de medição verdadeira de um progresso tecnológico, pois, sabe-se de sua existência, percebe-se no montante produzido, no entanto falta clareza na medição.


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